Varanda...

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Varanda...

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:07:25

Relembrando a primeira mensagem :

Varanda
Situada no encontro entre as vidraças e a madeira escura, a varanda é adornada para o espaço. Por estar em uma altura elevada, 267 metros, para ser exato, é possível obter a visão dos mais altos prédios de Manhattan.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Varanda...

Mensagem por Samira Kavanagh Grigori em Qua 11 Set - 10:00:23


I wanna be drunk
Por sorte não havia pegado uma bela de uma gripe por causa daquela "festinha" magnifica de dias atrás. Tomei todo tipo de remédio que Beta oferecia, um tanto quanto compulsiva, aliás, desesperada mesmo, já que ficar gripada levava a ficar em casa, isso automaticamente me forçava a ter a companhia de Louise que eu tanto apreciava.

Abri preguiçosamente às pálpebras, encarando meu travesseiro que ainda estava em volta dos meus braços, abraçando-o. Estava esgotada, além do mais, quem não ficaria depois de rever alguém que praticamente fez sua vida um inferno? E para completar estava preocupada com o estado de saúde de Eden. Minha cabeça estava bagunçada com sentimentos que queriam tomar controle de mim. Confusa, essa é a palavra correta para me definir.

Ouvi o toque de música que ressoava do meu celular, franzi o cenho. Inclinei-me sobre a cama pegando-o perto do abajur, no visor estava escrito "nova mensagem". Desbloqueei a tela lendo o sms: "Senhorita Kavanagh, eu queria você e eu numa cama com esse seu corpo." A primeira reação ao ler aquela idiotice foi de atacar o celular contra a parede. Estava começando a ficar irritada, desde que a Secret postou sobre minha suposta nudez eu recebia mensagens e provocações na onde passava. O que aquela garota tinha na cabeça em ficar publicando a vida alheia como se fosse apenas peças em seu tabuleiro? Aquilo me tirava do sério a ponto de querer fazer uma loucura.

A porta do meu quarto foi aberta, minha vontade era de atacar qualquer coisa que fosse no bendito/bendita que adentrava meu recinto naquele momento, porém essa agressividade toda acabou quando vi minha irmã passar pela porta e tecnicamente se jogar na cama, com a testa franzida, fitando o celular jogado do outro lado - por sorte ele não estava destruído, pelo menos os fabricadores da Apple faziam algo resistente.

- Por favor, não faça perguntas. - disse colocando o rosto de baixo do travesseiro. Um suspiro saiu dos lábios de Milla (ela só fazia isso quando queria pedir alguma coisa). - Diga. - murmurei. Ela prosseguiu dizendo sobre uma festa, não estava entendendo muita coisa. - Morteri, eu conheço alguém daquela família? - perguntei. O sobrenome era conhecido, mas os rostos não eram localizados na minha memória conturbada. A procura parou assim que ela disse o número do apartamento. - Não! - não iria, não mesmo, nem que ela me forçasse; arrancasse meus membros. Não sei se é o lugar ou sou eu que atraio confusões. Melhor prevenir do que remediar. Ludy suplicou, tirando o travesseiro do meu rosto e assim que a fitei sua expressão parecia com a do gato de botas. Minhas defesas se abaixaram e eu derreti, somente Ludmilla para me deixar daquela maneira. - Está bem... está bem.

(...)

Encarei minha imagem no espelho pela ultima vez, colocando os brincos de prata e a pulseira da mesma tonalidade. Depois de um banho relaxante, era questão de segundos para me arrumar, colocando um top cinza escuro, uma saia preta de couro e sapato Pucci no tom também negro. A maquiagem deixei natural, somente com os lábios vermelhos e um gloss por cima para dar um brilho; apesar que não daria menor diferença, ninguém ia conseguir ver nada mesmo. Os cabelos estavam presos em um rabo de cavalo alto, os fios desfiados. Para finalizar nada melhor que meu perfume favorito, Gucci. Esborrifei um pouco dele, com um sorriso belo nos lábios. Estava pronta.

- Senhorita indecisa, podemos ir agora? - perguntei perto da porta. Quando vejo Ludy não pude deixar de soltar um assobio. - Vai roubar meus pretendentes desse jeito. - comecei a rir, encher o saco da minha irmã era a segunda coisa que não podia faltar no meu dia.

Saímos do apartamento pegando o elevador, por sorte demoraria minutos para chegar á festa. Fechei os olhos na tentativa inútil de esquecer tudo que aconteceu por lá, mas a cada andar que o elevador subia mais cenas daquela noite apareciam na minha mente. Suspirei assim que a porta se abriu, segui Ludy adentrando o hall e dando o convite para os seguranças. Caminhamos até a varanda enorme e escura, várias luzes piscavam, tintas de neon, pessoas dançando sujas e outras apenas conversando, ou tentando conversar. Dei alguns passos para frente... Perdida.

- Ludy, vê alguém conhecido? - não obtive resposta. - Ludy? - olhei para os lados e nada. Inferno, eu perdi a minha irmã também.

Arfei procurando-a mas estava tudo tão escuro e muitas pessoas no lugar que achar ela seria algo impossível. Preciso de uma bebida forte. Ela me acharia, mas eu não estaria sã, não cometeria o erro de ficar sem beber duas vezes, se fosse para aproveitar, iria fazê-lo.

Esbarrei em metade das pessoas no meu caminho, dana-se não sai da frente faço questão de esbarrar, apesar que tinha a impressão de que era eu que estava no meio do caminho, anyway, I don't care.

O lado bom que quando as luzes piscavam no ritmo da música eu consegui ver um balcão. - Uísque. - falei assim que parei de frente para a bancada. O copo foi entregue, peguei-o com firmeza levando aos lábios e virando-o, sentindo o líquido descer quente pela minha garganta. - Mais... - ofereci o copo. O barman riu, deve ter notado a minha pressa para ficar bêbada. Peguei novamente o copo, bebericando o uísque. Nada melhor que começar uma festa com uma boa bebida.

Samira estava com Ludmilla e se perdeu indo beber uísque e usando essa roupa. Observação: post feito pelo celular, possíveis erros gramaticais e esse template foi feito pela clumsy do SA
Samira Kavanagh Grigori
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Fazendo filhinhos sz
Hm...
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Thomas Grindscor Alascer em Qua 11 Set - 13:14:17



"Redefinindo a natureza,acrescentando riqueza, beleza e dimensão. "
Tentando ser engraçado

Um sorriso se abre no rosto da francesa, o que é um dos motivos pelo que eu também sorri. Não sei bem ainda, mas algo me diz que eu realmente estava gostando da garota. Mas espera, não pode ser, eu conheci a menina nesse mesmo dia. Seria amor a primeira vista? Já que ela me atraiu tanto que até a minha timidez sumiu, quando eu me obriguei a falar com ela.
Esses fatos ainda estavam ocultos, mas já ,já iria desvenda-los. O garoto continuava a gritar no placo, e nós fomos para o meio dos jatos coloridos, minha camisa já estava com todas as cores primárias, exceto o preto. As luzes pareciam ficar cada vez mais fracas, o que não era nem um pouco agradável, o receio de cair era constante, e sempre que ouvíamos um grito por alí era porque isso havia acontecido.
Minha boca já estava seca, depois de ficar sem meu shampagne, nós dançamos muito, e minha respiração já começara a ficar ofegante. Gingo até o bar de mãos dadas com Juliet e peço uma bebida que eu não sei bem o que era, era de frutas, mas dava para sentir seu grande teor de álcool. Peço também um refrigerante para Jules e saímos novamente.
Olho para os lados, e mais tinta começa a espirrar, dessa vez não iria beber tinta fosforescente, então fico por ali, com os cotovelos encostados no balcão do bar e com Juliet ao meu lado.
- Então, está gostando? – Digo na tentativa de criar m assunto. – Acho que a festa ainda está só começando. O único que causou, ou tentou causar foi o garoto que queria putaria. – Rio alto e dou uma bebericada em meu copo.
Não sei se foi uma tentativa com sucesso, mas fiz o meu possível. Mais uma vez procuro Beckie, mas é praticamente impossível acha-la no escuro e com aquele tanto de gente. Decido deixar para lá, mas se ela não chegasse logo seria obrigado a ligar para ela, e eu não queria dar uma de super protetor.
O grande percentual de álcool me deixa um pouco aéreo, e eu não queria ficar bêbado, não quando estou acompanhado. Então, para aliviar, eu resolvo comer alguma coisa. Pego um hambúrguer com um cara do outro lado da pista e volto ao balcão, onde Juliet me esperava, entre uma mordida e outra, aquilo foi se esvaindo do meu corpo.
- Estou louco para essa festa começar de verdade.
clothes: [url=link do set] this (clica!) [/url] # tags: Juliet # music: nome da música. # Thanks Maay From TPO.


Thomas Grindscor Alascer
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New York City
Posso ser o que você quiser
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Juliet Marie Hotchner em Qua 11 Set - 13:34:26

What?

Un monde égoïste, une guitare à la main une liste de composition et de la liberté, c'est pourquoi je suis comme ça aujourd'hui.

Tagged: Thomas
Vestindo: This
Local: Festa dos Morteri

 - Na verdade, eu não sou muito de festas. - lhe sorri - Eu prefiro ficar em casa com meu violão... Mas está parecendo legal.
Não estava mentindo. A energia era contagiante. Eu já virara uma tinta de tela completamente pintada. Thomas estava ao meu lado, também pintado, mas não parecendo se importar nem um pouco com aquilo. Na verdade, no momento ele estava procurando alguém à sua volta. Claro que não era eu, afinal ele podia me ver ao seu lado. Virei para a frente e procurei não sentir ciúmes. Não tinha direito daquilo. Procurei alguns guardanapos e, enquanto Thomas deu uma rápida saída, decidi limpar meu rosto o melhor que pude.
 - Para começar de verdade? - perguntei, sem entender - Mas já não tinha começado?
Thanks Babydoll @ TPO
Juliet Marie Hotchner
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Partout sur la planète
La femme ne devrait pas trouver un homme pour la protéger, mais une manière de se protégeant.

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Re: Varanda...

Mensagem por Mark Greak Mordeck em Qua 11 Set - 16:12:35

Let's go party, drink (:
Sem ideia para colocar nessa descrição nojenta .

Sinto um tapa na minha bunda,
Imagina minha bunda linda deformada ,
Viro para xingar ,
Mais era o Bill ,
-Cheguei, vagabundo.
Acho que ele chegou a tempo
de ver meu "Showzinho" .
Olho seriamente para ele e digo ;
-Isso é hora mocinho ... - não consigo conter um leve sorriso - vai ficar de castigo !
Deixo escapar um "Só que não",
Enfim puxo ele para o meio da festa ,
Perto de uma turminha ,
Uma turminha que eu sabia que era da pesada ,
Logo falo ...
-Esse é seu castigo - dou uma piscada - aproveita...
Ele ficou meio inseguro no começo ,
Mais dançou alegremente ,
acho que ele gostou ,
é ...
Esse são os Greak Mordeck nas festas !



:3
Mark Greak Mordeck
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Re: Varanda...

Mensagem por Edgar Dohrn Morteri em Qua 11 Set - 20:24:55

Parting.
and kissing.
Vultos enegrecidos transitavam à frente, Edgar os acompanhara com afáveis olhares. O gêmeo buscara embebedar-se precocemente para, assim, atuar com inconsciência. O líquido com vigorosa presença alcoólica esvaíra-se com ridícula urgência, sendo provido em curtas fendas de tempo. Cores eram, também, visíveis: aglomerados das mesmas mesclando-se, contrastando ao trevoso conteúdo ao fundo e iluminação.

Edgar percebera Barbara; a observara avançar até o bar (pensara, então, que possuíam apegos mútuos). Sacolejara o material vidroso, agitando o líquido em seu interior. O riso malévolo e mordaz era exposto em sua expressão faminta.

Barbara notara em Edgar. Palavras cômicas foram direcionadas ao gêmeo que, em sua vez, sorrira. Cavalheiro das trevas? Há sentido, afinal. "Ora, ora", dissera Edgar, erguendo-se fervoroso e, sem delongas, impulsionando-se à frente de Barbara. Achara que seria estupendamente complexo encontrá-la dentre o ambiente enegrecido.

Barbara indagara Edgar: deveria o mesmo estar festejando? Oh, sim. "Prefiro isto", deixara, então, o líquido em evidência. A Bertrand o fitara, notando o composto vidro. Edgar maquiara o verdadeiro e vívido motivo. Preferira agir sozinho, constantemente sozinho. Rumara ao espaço onde frescas formas trevosas se moviam, envolvidas pelo material colorido e lívido, harmonizando passadas às de Barbara, tais confiantes.

Inertes um defronte ao outro, as íris azuladas e violentas de Edgar possuíam certa conexão às de semelhante cor de Barbara. Ambos eram encontrados ao centro, bloqueados por dançantes seres. Os modernos modos de dançar, para Edgar, não exigiam elevadas demandas de aprendizado: apenas mover-se insano. E fora insano que o garoto iniciara suas ações. Pulsamento cardíaco acelerado, entretanto, era característico.

Os minutos que se procederam puderam, inevitavelmente, serem denominados calorosos. Edgar sentira-se sincrônico, maleável. Cobiçara Barbara de voraz modo. Observara a garota defronte de si mordiscar o lábio inferior: impulsionara-se, então, levando o corpo ao encontro do delineado de Barbara, o envolvendo. Elétrico por si só, Edgar investira. Beijara Barbara fervorosamente. Sentira sua respiração, seu frescor. O entrelaço fora arquitetado e selado, nem, ao menos, os respingos coloridos o desfizera. Edgar, então, sentira-se satisfeito. O gêmeo lembrara-se o quão estratégico fora o plano.

Relacionamentos? Oh, não. Edgar esquecera-se dos mesmos, afinal, o plano baseara-se no esquecimento. Sentira-se, por fim, high.
@Chris
Edgar Dohrn Morteri
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Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Rachel Horowitz-Berry em Qui 12 Set - 0:21:35

Another Party, Let's Drink
Aquela manhã parecia estar no caminho certo, eu havia conseguido a reserva do meu vestido, havia me preparado com tempo de sobra para me arrumar agora só precisava ir para casa descansar. Correr de um lado ao outro parecia divertido para quem observa, mas não era. Pus o telefone para tocar algumas horas antes da festa, assim teria tempo de fazer tudo de necessário e iria tranquila para a tal festa.

Estava perdida num sonho que mais me parecia um pesadelo, ouvia um barulho conhecido no fundo de minha mente, algo me dizia " Pule da cama, acorde" mas a preguiça era como uma corda invisível que me prendia no sonho contra a minha vontade. Me forcei a acordar daquele sonho ruim, a luz acima da cama ofuscou minha visão, no mesmo momento fechei os olhos e comecei a tatear pela cama o objeto retangular que deveria ter me acordado, meu celular. Achei o aparelho em algum lugar a minha direita, pus a mão de frente ao rosto protegendo meus olhos da claridade que a luz tinha. Apertei o botão para desbloquear a tela, dentro de mim eu repetia freneticamente para ainda ser cedo. Agora sim parecia um dia normal, já estava atrasada para a festa, quer dizer não literalmente a festa ainda não havia começado, pelo horário dado no convite faltava ainda uma hora para seu início, mas com certeza eu ultrapassaria esse limite para me arrumar por completo. Ainda deitada na cama vislumbrei as cenas seguintes, eu levantaria correndo da cama o que me causaria uma possível queda, me arrastaria até o banheiro e me arrumaria feito louca para ir a uma festa onde provavelmente não iria fazer nada de tão interessante. Esse pensamento me fez mudar ação, não chegaria tão cedo, faria diferente, chegaria na festa a hora que fosse necessário até por que não aguardava ninguém por lá.

Me encarei de frente do espelho do banheiro, estava sentada numa cadeira pondo meus sapatos pretos. Me levantei e pude me contemplar por inteiro, gostando do que via. Aquele vestido preto e curto não era tão comum para mim mas eu parecia estar bem naquele modelito. Após meu banho demorado como era de costume vesti um vestido de tom escuro com um detalhe no pequeno decote e um sapato da mesma tonalidade. Me maquiei sem muito exagero, o essencial para deixar meu rosto marcante e não vulgar. Agora ajeitava o cabelo, fazendo uma traça cascata numa parte e deixando o resto cair até o meio das costas. Peguei sobre a bancada de mármore um perfume da Chanel, aquele cheiro doce de flores era marcante e apaixonante, o toque final.

Sai do loft e peguei o elevador descendo para o saguão, provavelmente a festa já havia começado. O elogio de Mart, o recepcionista me fez sentir segura por um momento, e de um certo modo constrangida. Sai do prédio, vislumbrando a rua movimentada, era diferente você sair na rua arrumada, você via tudo de um outro jeito, ou talvez fosse apenas coisa da minha mente. Peguei um táxi a caminho de Manhattan, já conhecia o endereço por conta da ultima festa que fui, era irônico o fato de todas as minhas festas terem sido no mesmo prédio.
Cheguei no tão conhecido prédio, aquilo já me soava familiar. Entrei para dentro do saguão bem decorado e passei direto para o elevador. A casa andar que o elevador subia era um peso que sentia no estomago, antes do elevador chegar ao andar da festa respirei fundo, varrendo de minha mente de qualquer pensamento inútil ou que me fizesse se sentir atordoada. Dei alguns passos e parei na porta do apartamento. Novamente respirei fundo e adentrei ao local sendo guiada por uma mulher, talvez a empregada até a varanda do apartamento.
O Local estava completamente escuro, com luzes piscando por todo o lado. Em algumas partes pude ver pessoas com uma coloração sobre as roupas, tinta de neon. Cerrei os olhos tentando achar algum rosto conhecido, estupidez da minha parte, não conhecia tantas pessoas ainda. Fui caminhando segura pelo grande e escuro local, meu andar firme disfarçava o incômodo que sentia. Após ter alguns flashes de luzes ao meu favor consegui avistar a mesa de bebidas. Caminhei até lá tentando projetar o local em minha mente para não me perder por ali. Por fim cheguei ao balcão e pedi uma bebida forte para o homem por detrás do balcão que me olhou com uma expressão surpresa. Dei de ombros e peguei o copo no balcão levando-o aos lábios e bebendo aquele liquido, Uisque, deduzi, o liquido foi queimando minha garganta e me causando um calor atordoante no estômago, ignorei o mal estar que senti por uns instantes e levei outro gole do liquido aos lábios, tentaria aproveitar aquela festa já que as ultimas não foram tão proveitosas da minha parte.  
tagged: Bebendo algo na festa dos Morteri Vestindo Isto.
location: Varanda do Apartamento 3033
with: Myself
credit: avaland
Rachel Horowitz-Berry
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The city that never sleeps.
I don't know, you dare find out?
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Re: Varanda...

Mensagem por Bruce Austin Ohlweiler em Qui 12 Set - 0:58:24



Dance, Dance Baby!
Drink up it's last call.

Para um garçom no meio da festa nada poderia ser pior que alguém da escola no meio do tumulto que segue-se. Minha mão segue com uma bandeja no meio do povo que parecia não saber da onde brotar, alguns até mesmo brotando dos cantos obscuros da tal varanda onde enfiaram um circo de adolescente com seus rabos pegando fogo. Corri para o banheiro assim que pudi, percebi que a coisa estava ficando feia lá fora e ficar de pinguim de um lado pro outro com uma bandeja não ajudaria em nada. Desabotoei o blazer e o tirei ficando de colete preto e uma camisa de manga curta em tom verde por baixo e tirei de algum lugar um calção jeans, bom, já estavam de all star, de qualquer modo não gosto de coisas aparentemente feitas do nada, mas esse meu nada vai salvar a noite. Ou não claro. Alguém bate na porta do banheiro escondo a bandeja atrás da privada e me encontro tocando as taças que antes estavam nela no lixo, claro, depois de beber . Uma garrafa de champanhe na mão e lá sai eu.
Deixei o banheiro deixando alguém molhado de champanhe, bom o ser reclamo, mas como alguém poderia reclamar de champanhe? Não sei, acho que quem deveria ter limpado o chão do banheiro deveria ter sido um tal garçom que estava meio ocupado bebendo da bebida, mas fora isso, acho que ninguém nem me notaria na festa, pra falar a verdade nem mesmo estava afim de trabalhar, isso deve explicar porque minha confusão trocando de roupa no banheiro. Não sei, acho que deveria mesmo ganhar um troféu por trocar mais rápida de roupas em banheiros de festas, não que eu fizesse isso em toda festa, como se eu fosse em alguma gosta para curtir. Lembro-me vagamente da ultima festa em que meus "colegas" apareceram e lá estava eu de pinguim.
Encontro-me caminhando lentamente até uma das vidraças olhando para a cidade, ainda estava limpando lentamente as gostas de champanhe que tinham acabado por serem derramadas por mim em um outro cara no qual não fiz questão nenhuma de dar uma olhada, vai que era um de meus colegas adoráveis. Acho que apenas larguei o expediente extra para aproveitar a vista, só espero que ninguém se lembre que era um garçom no inicio desse desastre.

Bruce Austin Ohlweiler
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Off.
WSA

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Re: Varanda...

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Qui 12 Set - 16:07:49


we're ashes on the ground

Don't you ever say I just walked away


Eu reconhecia aquela ação: ímpeto. Notei em seus olhos quando ele largou a bebida  em cima da bancada e avançou como se já passasse da hora de eu aparecer — “Prefiro isto” — Dissera ele antes de me conduzir para longe do bar. Resposta vaga, e eu odiava respostas vagas. Ele me conduzira justamente para onde eu havia proposto agora pouco. Larguei meu copo no mesmo lugar que ele praticamente despejara o dele e acompanhei-o por entre todos os que dançavam cobertos de tinta quando chegamos até o centro, exatamente o meio, da pista de dança. Edgar parou e apontou seus olhos diretamente para os meus; Seus olhos eram tão penetrantes que eu me sentia ameaçada, porém instigada a desafiar o perigo. Apenas nós estávamos parados, todos os outros dançavam ao nosso redor vibrantes e elétricos. Minha respiração parou antes mesmo que ele me tocasse, apesar de tudo minha expressão era de surpresa, ou talvez de receio; Ele se aproximou e em pouco tempo meu corpo já estava completamente junto ao dele, e eu senti seus braços envolverem meu corpo e em poucos segundos meu coração se acelerou;

Foi quando seus lábios tocaram os meus beijando-me calorosamente, retribuí o beijo, mas não exatamente da mesma forma; ele era arrebatador, ardoroso e eu o beijava delicadamente, terna e doce. Jatos de tinta vieram de todos os lados manchando-nos de tinta colorida e fosforescente.  Edgar era de certo modo ameaçador e até mesmo eu sentia-me intimidada perto dele, medo que eu nunca sentira perto de ninguém, talvez fosse por isso que eu me sentia tão temerosa perto daquela figura sombria. Eu não entendia porque, mas perto de Edgar sentia-me desconfortável; na verdade, eu sabia porque só não entendia. Eu sabia que o meu retorno não era agradável, eu não tinha vontade de corresponder aquele beijo, na verdade até mesmo o meu motivo por estar naquela situação era constrangedor; Terminei o beijo sem sequer mover-me — Até mais, Edgar — Eu disse, fria como o gelo minha voz soava baixa e calma. Saí fitando o chão com as mãos juntas a meu corpo. A primeira vez em muito tempo que Barbara Bertrand abaixava a cabeça por alguém e se retirava desgostosa de seus atos. Em poucos passos eu já estava na porta dos Morteri, partindo com uma pontada de decepção em meus pensamentos; Apertei o botão do elevador para o último andar, depois eu enviaria algum torpedo avisando Aimée de minha saída. Desta vez eu havia ido longe demais, e eu nunca descera tão baixo, este nunca foi o meu nível; Talvez eu estivesse arrependida ou talvez apenas decepcionada; Quando as portas do elevador se fecharam levei minha mão à cabeça sentindo-me um objeto, um reforço, um acessório e por mais difícil que seja de se acreditar: Sentia-me Culpada.





POST:??? • CLOTHES: ThisLISTENING: Wrecking Ball  - Miley Cyrus• NOTES: I felt... Guilty

>
Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Varanda...

Mensagem por Eden Von Helling em Sex 13 Set - 8:31:13

I got trouble, trouble, trouble. Always knockin’ at my door. Yes, I’m a whole lotta trouble baby.
I've got trouble.

Arrependi-me do que estava a fazer rapidamente. Era de noite, mas New York era ainda um conjunto de focos de luz incandescentes e intermináveis. Nunca fora grande adepta de Bronx, portanto acabei por me perder naquela imensidão de caminhos movimentados. Uma loira suja, cansada, cheia de olheiras, a cambalear, drogada, suicida, famosa, a chorar, sem sapatos e com uma bata de hospital. Eu enveredara claramente por bons caminhos... Quando me aproximava de alguém para pedir direções de Manhattan, era sempre ignorada. Tudo bem, um táxi não deveria fazer mal... Excepto para quem não tinha dinheiro absolutamente nenhum.
Círculos, carros, prédios, luzes, policias desconfiados, pessoas a olhar fixamente e finalmente uma rua que reconheci como perto da minha casa. Segui o caminho, aliviada por não ter de andar mais descalça por uma rua cheia de irregularidades. Pouco depois, entrei em casa. Abençoada chave de emergência debaixo do tapete de entrada!

Estava escura e vazia. O seu cheiro era agradável e característico do lar das Von Hellings. Inspirei e sorri por breves segundos, até me aperceber da minha situação, atirar-me para a cama e chorar descontroladamente. O que é que eu fizera comigo mesma e porquê? Lágrimas jorravam dos meus olhos, soluçava, caretas contorciam a cara... Foi um choro muito feio. O travesseiro ficou húmido. Cessei todo o barulho quando tive uma ideia. Levantei-me da cama, com o semblante totalmente humedecido, e procurei um x-ato pelo escritório. Sorri de uma forma doentia e comecei a cortar-me, enquanto sorria e chorava de uma maneira deveras bizarra. O sangue começou a cair tal como as lágrimas, mas ainda em maior quantidade. Mordi a língua e deliciei-me com a dor. Eu merecia isso. Era tão mais fácil do que a dor emocional... Eu estragara-me. E este seria o meu castigo. Morrer era uma salvação demasiado boa. Eu não a merecia. Fiquei assim minutos infinitos, até que o meu antebraço estava completamente cheio de cortes e sangue. Fui buscar álcool e passei pelas feridas, entornando-o sem pudor. Mordi de tal maneira a língua da dor, que a minha boca ficou a saber a sangue. Lágrimas, sangue. Sangue, lágrimas. E o que resta de uma garota que outrora, há tanto tempo atrás, brincara às bonecas e fora muito feliz.

Vestira o meu vestido preto mais simples, acompanhado de botas de salto alto da mesma cor. Penteara o cabelo rápido, mas continuava uma tragédia. Nem me lembrava da última vez que tomara banho. Ah, pois, quando me suicidara na banheira. Apenas tivera de tempo de lavar a cara e o braço antes de chegar à party, numa tentativa de esconder o que andara a fazer a mim mesma. Mas continuavam lá, os cortes que se tornariam cicatrizes desta tremenda batalha comigo mesma.
Um passo de cada vez, cheguei à casa dos Morteri, onde retornara ao caminho da droga da última vez. Respirei fundo e entrei. A música e a sua batida contagiante soava muito alto. Estava escuro, tintas brilhavam. Era difícil reconhecer fosse quem fosse. No momento em que coloquei um pé na varanda, atiraram-me jatos de tinta. Primeiro fiquei ultrajada, até me lembrar que esse é que era o propósito da festa. Alinhei e fiz o mesmo. Como eu invejava todas estas pessoas sem problemas reais... Que iriam para casa com os seus amores e família e tudo continuaria. E eu? Não tinha para onde ir. Se fosse para casa, encontrar-me-iam... Amigos? Enfiar-me-iam num manicômio. Tive de apenas viver o presente, a noite ainda era uma criança. Em casos de indecisão, sempre me podia atirar da varanda abaixo.

Precisava urgentemente de uma bebida, sem mais demoras. Apressei o passo e cortei a multidão, o que contribuiu para ser novamente encharcada de tintas fluorescentes. Sentei-me numa das cadeiras altas e apontei para um shot. Bati com os dedos na mesa, impaciente. Finalmente este chegou. Peguei nele com o punho, olhei para o lado e bebi. Calma... Engasguei-me e comecei a tossir descontroladamente. Eu não a reconhecera com a ausência de luz, barulho e tintas. Mas era ela. Era Samira. Cuspi o shot e fui a correr para dentro de casa, infiltrei-me no banheiro e tranquei-o. Comecei a arfar, completamente desorientada, com mil pensamentos a atravessar-me a cabeça. "Talvez ela não me tenha visto; Fuck, Sam vai enfiar-me num hospício; Ela vai ligar a Ems; Onde está Ems mesmo?; Porque é que eu vim a uma festa se estava internada e com máquinas num hospital?; Concentra-te... É melhor fugir; Não dá, para onde?; O que eu faço?; Ajudem-me"- Isto era apenas um fragmento do turbilhão que aumentava loucamente na minha cabeça confusa e perdida.


notes: trouble & party ; tags: everybody; wearing: this; Thanks Maay From TPO.
Eden Von Helling
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Somewhere, somehow.
*-*
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Billie C. Thénardier em Sex 13 Set - 12:09:47

Piscina? Porque não?
Com: sua interação; humor: o que está sentindo; vestindo;[ Thanks Maay; From TPO


Mark se vira nervoso, mas quando nota quem era o “agressor” relaxa o semblante e me fita.
-Isso são horas, mocinho? – Diz com a típica feição irônica Mordeck.
Mark sempre fora assim, desde pequeno, quando conseguia influenciar todos os amiguinhos a fazerem o que ele quisesse.
O garoto faz outra brincadeirinha que me faz revirar os olhos e me puxa para o centro da pista. Lá estava mais movimentado, as pessoas pareciam mais agitadas, e eu, ainda um pouco ressabiado me contive. Garotas de preto me rondavam , isso estava ficando interessante. Começo a dançar, uma dança normal, lenta em alguns momentos convenientes e outrora mais veloz.
Vou até o bar rapidamente e pego mais um copo de vodka, de novo pura, me dava nos nervos aquelas pessoas que –para parecerem rebeldes- ficavam misturando vodka com outras bebidas não alcóolicas.
Volto para i meio da pista, e no mesmo instante dúzias de jatos de tinta colorida é jogado contra nós. Fico todo sujo e colorido, meu peito manchado de azul fluorescente –bem no símbolo do AC/DC- e minha calça manchada de vermelho e verde. Não ligo muito, levando em conta que estava ciente do que aconteceria na festa.
Não consigo controlar a ansiedade de encontrar Alexia. Naquela escuridão total era quase impossível, mas eu esperava trombar com ela por aí. Tomo um gole da minha bebida, e sinto um leve ardor na garganta. Volto à minha dancinha, enquanto olho em volta –mesmo não querendo-.
Minhas pernas já começavam a doer, estava sozinho. Mark sumira e Alexia, nem cheiro. Me sento em um degrau, perto da piscina. Espera, piscina? Interessante. Chegou a hora de causar ,não deixaria Mark dar a desgraça de sua presença sozinho. Me levanto e arranco minha claça, jogo-a no chão e faço o mesmo com a jaqueta, e a camisa. Fico só de cueca e corro para pegar impulso. Assim que estava a poucos centímetros da piscina, pulo na mesma . Assim que meu corpo entra em contato com a água –extremamente gelada- me arrepio, mergulho com os olhos abertos e volto à superfície. E é aí que a encontro, andando por ali, nado até a margem da piscina e para minha sorte ela estava perto, ponho a mão molhada em seu calcanhar.
-Chegou, Amorzinho!


Billie C. Thénardier
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Em um canto.
Te querendo. :3
ESPS

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