Varanda...

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Varanda...

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:07:25

Relembrando a primeira mensagem :

Varanda
Situada no encontro entre as vidraças e a madeira escura, a varanda é adornada para o espaço. Por estar em uma altura elevada, 267 metros, para ser exato, é possível obter a visão dos mais altos prédios de Manhattan.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Varanda...

Mensagem por Alexia Von Helling em Sab 14 Set - 17:19:22

Party
Com: Emily, Billie; humor: preocupada; vestindo; isto.


Uma das coisas que me deixou mais arrasada quando descobri que Eden estava internada, era o porquê dela ter sido internada.
Suicídio.
Uma das piores dores, talvez fosse essa. Saber que alguém que você conviveu desde pequena, achou que a melhor opção estava na morte. Mesmo que ela não tivesse morrido, ela queria isso. E isso dói. Ainda mais quando não se sabe o que está acontecendo com aquela pessoa, quais foram os motivos que fizeram ela preferir morrer.
Eu não fazia ideia do que estava acontecendo na vida de Eden e Emily.
Por anos, nosso único meio de contato fora o telefone. E todos sabem que certas coisas não se dizem por telefone. Nos primeiros meses, continuamos na mesma. Queríamos nos manter informada de tudo, absolutamente tudo que acontecia com a gente. Mas com o passar do tempo, simplesmente nos afastamos. As conversas mudaram de duas horas, para, no máximo, cinco minutos.
Doía perceber que minhas irmãs se tornaram estranhas pra mim.

Quando eu recebi a notícia que Eden havia fugido do hospital para ir à uma festa, eu fiquei confusa. Não consegui sentir raiva, embora a Emily estivesse quase soltando fumaça pelo nariz. Mas eu tinha certeza que esse era só mais um dos efeitos por termos nos afastado. Se eu não tivesse ido para TASIS, se continuasse com as minhas irmãs, provavelmente estaria até pior do que Emy. Mas estava confusa porque, além de não saber o que estava acontecendo com a Eden, eu não sabia o que levara ela a deixar o hospital.
Eu fiquei dia e noite ao lado da sua cama, esperando que acordasse, esperando o momento que poderia abraçá-la, conversar com ela. Então ela foge. Fuge de mim. Me trocou por uma festa.
Não! Acho que não é justo meu drama, afinal a troquei por TASIS. Preferi me afastar das minhas irmãs do que dizer "não" aos meus pais.
No final, eu estava decepcionada comigo mesmo.

Eu e Emily seguimos para a festa dos Morteri, que aliás, eu nem sabia quem eram. Mas sabia dessa festa, afinal tinha marcado de me encontrar com o garoto problemático do shopping nela. Agora eu já nem sabia se ia vê-lo.
Nós duas estávamos no elevador, num momento muito tenso. Eu não consegui encontrar nada para dizer a ela. Por fim, apenas segurei sua mão com delicadeza. Queria que ela soubesse que eu ainda era eu. E queria ter a certeza que ela ainda era ela.
-Venha, vamos à caça de Eden! - falou ela, quebrando o gelo, quando o elevador parou. Eu apenas acenei com a cabeça e a segui até o apartamento. Embora fosse fácil descobrir onde estava rolando a tal festa.

Confesso que fiquei um pouco impressionada. Eu nunca fora numa festa como aquela. Me senti um peixe fora d'água. Forcei a vista e tentei enxergar as pessoas ali. Só vi vultos. Somente se eu chegasse bem perto de alguém, poderia distinguir seu rosto. Como acharíamos a Eden ali? E ela era esperta. Não foi a toa que conseguiu fugir do hospital. Pensei que seria fácil achá-la, quando Emily deu a sugestão. Mas agora, ali, naquela escuridão toda, concluí que seria impossível. Porém, o que adiantava desistir? E ela precisava voltar para o hospital. Ela estava mal. Aqui, tudo que ela poderia fazer, só ajudaria a piorar seu estado. Foi com esse pensamento que eu criei determinação para encontrá-la.
Então, porque eu realmente tinha muita sorte, fui atingida por um jato de tinta fosforescente. Assustada olhei o estrago e, mesmo me sentindo completamente deslocada, não fiz nenhum esforço para me limpar. Não adiantaria. Foi então que percebi que Emily tinha soltado a minha mão e saído em busca de Eden sozinha. Na verdade, fiquei satisfeita com isso, pois assim teríamos mais chances de encontrá-la. Fui pelo lado contrário ao que Emily seguiu.
Enquanto procurava minha outra irmã, acabei reparando nas outras pessoas que estavam na festa. Muitas estavam bêbadas, outras dançando, se pegando, ou tudo ao mesmo tempo. Desviei para o bar e pedi ao garçom - um sujeito bonito de cabelos e olhos escuros -, um cocktail qualquer. Eu não era de beber, mas tem a primeira vez para tudo, e eu precisava ficar desperta. Provei. Até que não era tão ruim, só amargo. Voltei à busca, com o copo na mão.

Parei em um canto e dei mais um gole na bebida. Precisava raciocinar.
Onde a Eden estaria?
Minha mente ficou em branco total.
Esqueceu que não a conhece mais?
Bufei. Isso seria mais fácil para Emily. E se eu a encontrasse, não saberia o que fazer. Arrastá-la para fora? Chamar Ems? Abraçá-la? Xingá-la?
Eu ainda estava decepcionada comigo para poder xingá-la. Eu não tinha esse direito. Mas será que conseguiria ser calma e protetora ou bancar a dramática? Arrastá-la era a opção que restava.

Tornei a andar e forças as vistas, tentando distinguir um rosto conhecido.
Foi então que aconteceu.

Eu senti algo gelado agarrar de repente meu calcanhar. Uma voz conhecida disse:
-Chegou, Amorzinho!
Eu não consegui raciocinar. Assustada, dei um passo para trás e acabei escorregando.
A água gelada me atingiu como se fosse milhões de facas espalhadas por todo meu corpo. Ergui os braços e tentei subir, mas não conseguia.

Perdi os sentidos.
Escuridão.

Eu não sabia nadar.



Alexia Von Helling
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Atrás de você.
Irônica
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Edward Vane em Sab 14 Set - 18:48:22




The Great Party







Não tinha nenhum interesse naquelas garotas, a maioria já estava acompanhada por alguém. Seu interesse até que poderia ser despertado, mas só depois de uns goles de vodca. Só naquela postura que estava, e bebendo calmamente no copo. Já era uma breve diversão para ele. Ele não conhecia ninguém, ainda mais com aquelas roupas escuras e todas aquelas tintas fosforescentes sobre o corpo de cada um. Nem sequer se importou de colocar um pouco de tinta sobre seu corpo, aquela roupa já estava ótima e ele não tinha intenção de sujá-la com alguma coisa. O bar tinha uma iluminação média, e as bebidas não precisavam ser pagas, ele achava. E não teria problema se o mesmo pagasse depois. Requisitou que o garçom voltasse e pediu que o servisse de mais vodca. Quando ele se afastou e recolheu o copo, Edward sentiu-se entediado e começou á tamborilar os dedos no balcão, á espera do garçom.

Assim que o garçom voltou com outro copo de vidro, servido até a metade com vodca e o entregou para Ed, ele sentiu um alívio dentro de si. Já podia beber de novo, ficar alguns minutos sem fazer nada era horrível. Ele era energético, ativo e não gostava de ficar parado, só observando.  Apanhou o copo que o garçom deixou sobre o balcão, e quando ele iria levar até seus lábios para deliciar-se com a bebida. Uma mulher tomou o copo de sua mão, em uma atitude ousada, que o deixou surpreso. Olhou dos pés a cabeça aquela mulher que havia lhe interrompido de beber, e as coisas estavam de fato, ficando interessantes.  Ela usava uma roupa que alguns considerariam 'vulgar, mas não para Edward, ele considerava 'Sexy', Encarou aquela mulher, olhando-a nos olhos, e desviou por um momento a atenção para seus lábios de cor de vinho. Deu um sorriso malicioso em direção á garota no momento que ela tomou sua bebida, e logo após ela disse. - Se importa se eu beber um pouco? - Edward sorriu. Definitivamente, ela era uma mulher bonita e atraente. E que teve muita sorte de tomar sua atenção naquele momento.    Levou a mão esquerda no queixo dela, e ali deslizou seu dedão. - E você, se importa de beber comigo? - retrucou.   Chamou um garçom novamente com um gesto de mão, e quando ele se aproximou, pediu. - Mais dois, por favor.-

Quando o garçom se afastou, ele voltou á observá-la. Hm, como ela era bonita mesmo. Nem sequer podia comparar a beleza dela com as garotas quentes da Inglaterra. Desfez-se daquela postura inclinada para o balcão. E virou em sua direção, deixando apenas o braço apoiado naquele balcão de madeira do bar, para que daquele modo, pudesse encará-la, e observá-la de um jeito melhor.   - Você esta afim de jogar um jogo interessante? - Escutou atento quando as palavras saíram de seus lábios sedutores. Jogos, Edward era apaixonado por mais diversos tipos, ainda mais aqueles que envolviam sedução, e até alguns joguinhos que envolviam causar certas confusões, mas ele raramente fazia isso. Apenas pensava: " Não vou ficar causando confusão, quando eu posso me divertir com mulheres " .  Só que naquela noite, tudo estava liberado. E não reconhecia nenhum motivo para que não causasse certo ódio em algumas pessoas. E em jogos de sedução, que ele sempre soube jogar -e foi considerado um excelente jogador- era um tipo de jogo que o fazia sentir bem, e desejado. Um tipo de jogo que ele gostava de jogar. Não pensou duas vezes antes de responder a garota, que tinha um cheiroso perfume. - Jogo interessante? Hmm... Talvez seja o que eu mais queria essa noite.- respondeu, encarando a mulher de maneira charmosa. O Garçom voltava com dois copos de vidro e os deixava sobre o balcão, para os dois. Então, Edward se lembrou que deveria ser um pouco educado, e apresentar-se a garota que havia acabado de conhecer. - E.. prazer, Edward. - Não precisou esticar sua mão para cumprimentá-la, seu olhar para a mulher á sua frente já era um cumprimento bem atencioso.




Com: Katherine.



Edward Vane
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L'amour... J'préfère de temps en temps, je préfère le goût du vin.
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Connie D. Lochlainn em Sab 14 Set - 23:53:33



do you wanna go?

A garota passou a língua nos lábios, umedecendo-os. Olhou-se pela ultima vez no espelho do elevador - ela trajava um vestido preto, um tanto curto, com um salto da mesma cor, como havia sido proposto pelo tema da festa, uma Paint Party - que já havia parado, e depois seguiu para o apartamento 3033. As batidas da música já podiam ser ouvidas do corredor. Ela apressou o passo,por fim, adentrando no local. Seus olhos rodearam o local escuro a procura de um certo alguém. Sera que ele não estava ali? Pensou enquanto o procurava. Quando a loira se deu conta, ela já havia sido levada pela multidão que se agitava na pista de dança. No meio da pista encontrou algumas amigas de escola, as cumprimentou, mas logo em seguida se afastou, andando em direção ao bar. Sentou-se em um banco -Um Bloody Mary -Ela pediu ao garçom á sua frente. A garota girou o corpo em direção a pista de dança e procurou por ele, mais uma vez. Pegou o copo e deu um gole na bebida. Sentiu o liquido quente e ao mesmo tempo ardil, descer em sua garganta. Fechou os olhos por um momento, degustando o liquido.  As bastidas da música eram tão fortes, contagiantes e ela não havia ido ali para acabar a noite em um bar, como uma garota solitária. Aquilo não combinava com a pessoa que ela era, fora de seu padrão. Então a loura largou o copo encima do balcão, e se dirigiu ate a pista de dança. Juntando-se as pessoas na pista, a garota deixou-se esquecer quem era, voltando a ser a velha Meegan. Ela dançava sem se preocupar, seu corpo se movia por vontade própria, no ritmo da música. Os jatos de tinta foram rompidos, sujando pouco a garota que parecia não se preocupar.  As pessoas ao seu redor riam uma das outras, que assim como ela, pareciam estar se divertindo.

just go

Tks Maay from TPO
Connie D. Lochlainn
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[...]Qualquer lugar[...]

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Re: Varanda...

Mensagem por Bruce Austin Ohlweiler em Dom 15 Set - 1:18:01



Dance, Dance Baby!
Drink up it's last call.

Dai você esta ocupado de mais olhando pro nada com cara de tacho, não faço a minima ideia do que se refere essa expressão mas é bem usada pelo povo que eu conhecia, é, conheci dai tive que dar uma fugida e apareci por aqui e todo aquele blá blá blá ridiculo que a maioria das pessoas faz em um post desse que não tem nada haver com a realidade, tipo pessoas normais postam pequeno e tudo mais, pra que um post tão grande? Ta dando a luz é isso? Quiridos já vi gente dando a luz em menos de dez linhas então não enche meu saco.

Mordi meus lábios sentindo uma leve vidração subindo por minhas costas e sussurrando em meu ouvido.  Após a fuga dela levei minha mão até o ouvido, ela tinha essa mania sempre ir no meu ouvido bom, pra ferrar com a vida sabe? Tenho sutil problema de dor de cabeça e apreço em festa e quem esta lá? A garota que normalmente me da dor de cabeça. Digo, ela tem uma cabeça em caus, estou estudando o caso dela ainda, ainda vou ser psicologo e vou salvar essa ai de virar uma velha caquetica e cheia de gatos. Me virei olhando pra ela com cara de sério, estava com a impressão de ter um copo na mão antes de me virar, mas ele não estava mais, será que já estou mais pra lá do que pra cá? Fiquei olhando a nanica com um salto de setenta centimetros que normalmente usava para parecer mais alta, que realmente era estranho já que nem assim conseguia.

- Tem alguma coisa rosa pingando da sua bunda. - Fiz o comentário depois de dar uma olhada no chão atrás dela, só espero que ela não esteja um pouco naqueles dias porque realmente seria constrangedor. Umedeci os lábios lentamente levando meus braços em volta dela e a abraçando fazendo-a girar no ar, esperando que tivesse alguma coisa pra bater na cabeça dela - pq sim- pra ver se essa ai garra jeito de homem, mas não tinha. Alguns seres ficaram nos olhando, tinha esquecido que a moça ai era uma das pervertidas queens desta bagaça. Dei um beijo em sua bochecha branquela, ela precisava de um solzinho, daqui a pouco estava igual ao cara do filme, brilhando igual a purpurina se bem que esta fasta esta precisando de um brilho.  

- O que foi? Com alergia de alguma coisa? - Comentei sobre seus olhos avermelhados, mas provavelmente eu já imaginava o que ela iria falar, sabe gente emo fazendo o que? Emice obvio, aposto que estava em casa e só resolveu aparecer por aqui pois estava quase se cortando com aquela gilete velha que tinha os pelos do suvaco. -q Mas fora isso ela era uma pessoa normal, só estava me perguntando que diabos eu vou fazer se meu chefe me pega sendo lindo por aqui. Hm.

Bruce Austin Ohlweiler
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Off.
WSA

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Re: Varanda...

Mensagem por Eckl Dohrn Morteri em Dom 15 Set - 1:36:46


Almost drunk here
A cada batida do electronic house, meu coração saltava de uma alegria que me fora proporcionada pelos copos e mais copos de uísque. Extrapolando o assunto em pauta, eu ainda não compreendi por que motivo os Dohrn Morteri não possuíam fábricas de uísque, pois eu sinceramente duvido que exista família mais apreciadora dessa bebida que a minha. Enfim, uísque, sex on the beach, blueberry dream e muitas outras que eu já não sabia o que ingeria. Meus sentidos estavam alterados, minhas emoções ultrapassavam a barreira do ridículo. Sim, do ridículo. Eu abria sorrisos sem motivo, dançava de maneira estranha e não me preocupava, como de costume, em preservar minha imagem.

No escuro divertido que estava minha festa, pessoas se trombavam e, de repente, um cheiro inebriante e particularmente hipnotizante tomou conta do ambiente. Era um perfume que muito me estimulava. O odor me deixava ardente de um modo enlouquecedor e a cada segundo ele se aproximava mais e mais e eu me instigava e, por um momento, pareceu que a música se acelerava e o perfume se aproximava e eu me excitava e a morena dona de tal odor esbarrou em mim com força. Sorte que eu a amparei e ela segurou em meus ombros. Nossos olhares se encontraram e ela se foi tão rápido quanto veio.

Por alguns instantes, achei que tivesse visto Emi passando por mim enquanto eu tentava recobrar a consciência. Imaginação, talvez. A realidade vindoura não era nem um pouco agradável. O meu irmão, que nos últimos dias, com meu passado vindo a me atormentar, se tornara o principal alvo de todo meu ódio que insistia em estar canalizado, vinha em minha direção. Tentei me virar e sair dali, mas o fluxo da multidão não me deixou. Minha pele começou a esquentar, minha cabeça começou a doer, meus punhos, de repente, se fecharam com força ao ver que Edgar se aproximava com seu típico sorriso desdenhoso e completamente desagradável. - Ei, Eckl, me ajude a encontrar Emily, huh? Vou beijá-la, e tal... - Tenho certeza que ao ouvir isso, algumas veias em meu pescoço triplicaram de tamanho. Meus dentes se apertaram tanto que senti dor. O efeito alegre do álcool se esvaiu e a imagem de Edgar e Emily abraçados, rindo maliciosamente enquanto suplicas eram gritadas em meio a lágrimas.

***************

Emily e Edgar adentraram o apartamento enquanto eu assistia Everybody hates Chris na sala. Ao ouvir os risinhos desdenhosos, aumentei o volume da TV e tentei me concentrar nela. Edgar capturou o controle remoto que estava perto de mim e desligou o aparelho.

- Puta merda, Edgar! Eu estava assistindo, seu idiota. - Bradei zangado. Emily me abraçou por trás e de imediato o toque dela me acalmou. O amor é mesmo um fator contribuinte para a idiotização de um garoto.

- Calma, cunhadinho. - Sussurrou ela em meu ouvido. - A gente tem uma ideia muito divertida. - Falou em uma voz arrastada se posicionando agora ao lado de Edgar, que a abraçava pela cintura. - Sabe a garot... - Interrompi a garota e fui em direção ao bar da sala.

- Qualquer ideia que venha de vocês dois só pode ser confusão, Emi. - Falei sério me servindo de um copo de uísque. Bebi um gole. - E eu te aconselho a não seguir ideia nenhuma desse ai. - Apontei para Ed com desdém.

- Relaxa, Eckl, vai ser divertido! Só que a gente vai precisar de você...

***************

A voz de Emily foi desaparecendo em fade out enquanto eu voltava à realidade. Ed ainda estava a minha frente. Uma fúria quase incontrolável tomou conta de mim e meus punhos se fecharam mais forte ainda a ponto de ferir minhas mãos.

- Por que você não morre, Edgar? Por que não vai procurar alguma dessas idiotas bêbadas suscetíveis a seus truques vagabundos de sedução? Ou vai querer que eu te arrebente como sempre no meio de todo mundo? - Cada palavra saiu de minha boca tremida e embebeda em ódio. Edgar continuou a sorrir desdenhoso. Aquele sorriso me causava calafrios e micro impulsos de agredi-lo ali, na frente de todos. Ele sorriu mais alto e os impulsos maximizaram. Avancei contra Edgar não por aquele momento, mas por toda uma vida e o empurrei com força. - É melhor você sair de perto, Ed.
Alchool can change me. That's what I get for being so damn stupid!
Thanks Maddoll @ TPO
Eckl Dohrn Morteri
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Manhattan
You know, right?
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Eden Von Helling em Dom 15 Set - 7:20:14

Hey, does anybody of you two wants to give a shelter to a drug addict girl? Thank you anyway.
Finding a shelter...

Há um momento onde sabemos que batemos mesmo no fundo e onde é impossível avistar qualquer tipo de luz. E era assim que eu me sentia, em pânico e fugitiva num banheiro pequeno, onde pessoas batiam constantemente à porta para entrar. À minha volta, não havia por onde escapar. Um espelho, que refletia um reflexo assustador. O meu. Um lavatório sujo, uma retrete com vómito e no geral um típico WC de uma festa de bêbados da alta sociedade. E a porta por onde entrara. Mais nada. Sabia que, se me conheciam minimamente, as minhas irmãs já estariam naquele mesmo apartamento, cheirando todos até encontrar quem exalava um odor maior a cocaína. Estava completamente irrequieta, presa entre a espada e a parede. Tinha medo que arrombassem a porta, já que parecia estar-se a formar uma fila do outro lado da mesma. Pensava, mas não me ocorria nada. Podia sair do banheiro e do apartamento a correr e procura um lugar qualquer para dormir. Mas era demasiado arriscado, não tinha onde, nem como. Não tinha dinheiro nenhum, estava com fome e, embora completamente sedenta, impedia-me de beber água daquele lavatório completamente imundo. E algo era certo: não podia ficar ali para sempre. Se durasse mais cinco minutos naquele cubículo podia considerar-me uma garota de sorte.

Então ouvi, a clara voz feminina e bela de Samira, com um sotaque exótico, ténue e sensual, que tentava persuadir-me para sair. Podia ser uma armadilha para me enfiar logo no hospício. Ou simplesmente queria mesmo ajudar-me e talvez dar-me um abrigo. Uma outra voz soava, também de menina, mas não reconheci de quem. Inspirei fundo, expirei lentamente. Rodei a maçaneta vagarosamente. Não sorria, não chorava. Nem pensava. Só queria comer, dormir e descansar. Ou morrer.

Então o tempo parou por meros segundos. Samira e uma menina muito bonita que reconhecia de outras festas. Elas olhavam ambas para mim, provavelmente indignadas com o meu estado pálido, fraco e doente. Limitei-me a ficar parada, enquanto tudo passava à minha volta como que em câmara lenta. Elas podiam fazer o que quisessem comigo. Nem queria mais saber. Foi então que, de uma maneira inesperada, a egípcia me envolveu num abraço caloroso e reconfortante, enquanto passava a mão pelos meus cabelos e dizia que tudo ficaria bem. Eu não me mexia, nem dizia nada. Acabara de ultrapassar qualquer fronteira que ainda podia ter existido entre a realidade e irrealidade. E agora fora-me deixada uma sensação de vazio.

Acordei quando vi Lexi a olhar em volta, dentro da multidão na varanda. Os seus cabelos entre o ruivo e o louro eram facilmente distinguidos, assim como a sua beleza tão charmosa e incomum. Os meus olhos tornaram-se mais esbugalhados, o ritmo da minha respiração aumentou e mordi os lábios. Ela estava, definitivamente, à procura de alguém. E eu sabia quem era essa pessoa. Peguei no braço de Samira e, por razões que nem eu mesma entendia bem, da outra menina morena. Fechei a porta do banheiro com um estrondo -que mal se ouviu- e tranquei-a.

- Temos de sair daqui. Estão à minha procura e não tenho para onde ir- Disse, percorrendo o cômodo com os olhos pela centésima vez. Descarada e sem rodeios, como a Eden de antigamente, olhei para ambas as meninas- Preciso de um abrigo, pelo menos por esta noite. Alguém se oferece?- Vi as duas garotas a olharem-se mutuamente, confusas, e esperei ansiosa por uma resposta, enquanto batia o pé impacientemente, roía as unhas e cerrava os dentes de forma compulsiva. Era triste como o meu destino estava nas mãos daquelas pessoas esborratadas de tinta que eu praticamente não conhecia. Nem sabia o que faria se elas não me ajudassem. E isso era sufocante.


notes: finding shelter ; tags: Sam & Rachel; wearing: this; Thanks Maay From TPO.
Eden Von Helling
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Somewhere, somehow.
*-*
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Lunna Hill Kowalczyk em Dom 15 Set - 11:29:17


Just a little game
Meus orbes encararam os dele. A forma como ele pegara em meu queixo deixou-me um tanto inebriada, aquilo era bom. Vitima perfeita? Ou lobo em pele de cordeiro? Aquele rapaz tinha algo que chamava a minha atenção, mas não sabia como definir. Um sorriso atraente abriu-se em meus lábios ao ouvir sua pergunta. - Pensei que não iria fazer o convite.

Enquanto ele fazia o pedido ao garçom, pude notar cada traço de seu corpo e a forma como seus lábios se moviam  quando falava. Não fez questão de disfarçar seu olhar intenso quando o mesmo voltou sua atenção para mim. 

- Jogo interessante? Hmm... Talvez seja o que eu mais queria essa noite - um jogador, agora as coisas estavam sendo mais agradáveis. Cheguei perto do mesmo colocando a mão sobre a gola de sua blusa, deslizando a ponta dos dedos sobre a blusa. Assim que a bebida foi entregue, fitei os copos e em seguida seus olhos. - Que tal streep drink? - perguntei maliciosa.

Além de bebidas, música, dança e pegação, uma festa deve ter apostas para nos estimular. Desafios.  Só de olhar para aquele rapaz eu sabia que ele concordaria, pois a palavra "tédio" estava escrita bem no meio da testa.

O garçom sorriu e foi pegando dez copos pequenos e a tequila. Ele me conhecia de longa data, sabia todos os meus jogos e tudo que precisava para começá-lo. Peguei o copo de vodca solvendo todo o líquido e deixando o copo de lado para fitar Edward que acabara de se apresentar. - Senhorita Perfeição, prazer. - falei com humor na voz.

Brian como sempre era rápido, já havia posto cinco copos para mim e cinco para meu novo parceiro. Colocou a bebida alcoólica enquanto eu pousava as mãos sobre minha cintura.

- Iremos fazer cinco rodadas, em cada uma vamos ver que vira mais rápido, quem perder terá de tirar a roupa de dar para o vencedor, sem direito a devolução. - o tom de desafio soou, e sabia que ele iria se interessar.

Como eu sou uma pessoa muito prendada, virei-me para o balcão e comecei a pegar cada copo e virar o líquido pela minha garganta, engolindo com rapidez. Ao chegar no ultimo tirei o excesso de tequila de meus lábios e sorri zombeteira, erguendo a mão em sua direção- Pode começar a tirar sua blusa. - sabia que tinha roubado, mas aquele jogo não tinhas regras. Eu não tinha regras.


Edward x Bedida x sugestão

  
  
  
clumsy @ sa!


Lunna Hill Kowalczyk
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Sendo Alone q
Quer mesmo saber?
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Thomas Grindscor Alascer em Dom 15 Set - 14:34:04



"Redefinindo a natureza,acrescentando riqueza, beleza e dimensão. "
:3

Ela parecia nervosa com a súbita aproximação. Durante a dança, Juliet pisa em meu pé, e não consigo, por mais que tente, evitar um sorriso quando a mesma se desculpa.
- Relaxa. – Digo girando nossos corpos com o ritmo da música – Se concentre e deixe a melodia te levar. – Estava tentando dar uma de professor, já tinha tido várias aulas de dança com meu pai que era valsista quando o mesmo ainda não tinha nos abandonado. Foi uma época muito difícil, e que eu nem quero me lembrar.
A música lenta e calma logo cessa dando espaço ao rock pesado, que eu sinceramente preferia. Então continuo a dançar a nova música, de frente para Juliet e olhando seus olhos, por mais incômodo que seja.
O wisk já estava quase no fim, mas não liguei, não iria parar a dança por uma bebida boba. Então fico por ali, dançando com a francesa e com um copo vazio na mão.

clothes: [url=link do set]this (clica!) [/url]# tags:  Juliet # music: nome da música.  # Thanks Maay From TPO.
Thomas Grindscor Alascer
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New York City
Posso ser o que você quiser
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Rachel Horowitz-Berry em Dom 15 Set - 14:45:33




Rachel Berry Está na festa dos Morteri, Com Samira e Eden Trancadas no Banheiro.
Está Vestindo Isto
e Está Ouvindo Sweet Escape - Gwen Stefani.  
Helping a stanger


Era irônico o fato de todas as festas algo surpreendente acontecia comigo, e mais irônico ainda era o fato de em duas dessas situação uma mesma pessoa esta envolvida. A morena desconhecida, no momento em que ouvi passos se aproximarem me virei, suspirei aliviada pensando em explicar que havia alguém ali dentro do banheiro, talvez desacordado, foi quando vi a garota, no mesmo instante acontecimentos da festa a fantasia tomaram todo meu consciente. Aquilo ainda seria algo que com certeza voltaria a me perturbar. Antes que falasse algo a garota começou a bater na porta e chamar alguém pelo nome, Eden. No instante em que ouvi esse nome fiquei paralisada fitando a porta. Eu já havia visto este nome em algum lugar. Pressionei minha mente na tentativa de lembrar algo familiar aquele nome mas nada vinha, era como um borrão, uma fumaça aparecia com o nome da garota e outras palavras mas logo desapareciam. Ainda encarava a porta na esperança de lembrar quem era Eden, talvez realmente não conhecia ela, talvez fosse apenas impressão minha. - Ah, você conheci quem está ai dentro. Já faz um tempo que estou aqui e ninguém responde. - Aquelas palavras escaparam entre meus lábios, percebi a Reação da garota mudar, agora ela parecia séria e preocupada. As batidas na porta se intensificaram, ela chama a garota tentando contém a calma mas parecia algo difícil para ela. Talvez a tal Eden fosse alguém importante, para deixa-la naquele estado.

Um clarão penetrou meus olhos e me despertou dos meus próprios pensamentos. A Luz de dentro do banheiro iluminou o corredor que estava meio escurecido dando um ar isolado aquele lado da casa. Eu e a garota ao meu lado olhamos ao mesmo momento para a porta que ia se abrindo lentamente e dando visão ampla daquele local e de quem estava ali. Fitei a garota a minha frente e não contive em abrir os lábio surpresa, agora lembrava de onde havia visto ela, Eden Von Helling a garota que estava no hospital de acordo com o Blog da Secret, era indiscreto o modo em que o blog relatava a vida dos outros, ainda mais momentos tão frágeis como este. Eu observava a garota perplexa, ela parecia doente, seu rosto pálido e desgastado demonstrava isso. Eden estava ao lado da porta ainda segurando a maçaneta, parecia amedrontada com algo, ela não parecia bem mesmo. De repente a garota se afundou sobre os braços da morena, com certeza elas já se conheciam e tinha uma ligação forte, a Loira parecia mais segura com a presença da garota. A Loira fitou algo, ou alguém no meio da multidão que se assolava sobre a varanda, sua feição mudou, parecia ter se assutado com algo, havia ficado alerta, rapidamente ela puxou a garota com quem estava abraçada para dentro do banheiro e logo após me puxou também. Fiquei sem esbouçar reação alguma, eu não sabia o que fazer, parecia uma completa estranha numa situação delicada com aquela. Respirei fundo, o nervosismo foi assolando dentro de mim, eu não sabia nada sobre o que realmente estava acontecendo, isso só me dava o papel de desconhecida e talvez intrometida na história.

Eden trancou a porta e parou a nossa frente, ela pedia abrigo, parecia estar fugindo de alguém. Era constrangedor da minha parte estar envolvida numa suposta fuga onde nem ao menos conhecia a garota. Olhei para a Morena que também me olhou no mesmo instante, parecíamos dividir o mesmo pensamento confuso. Olhei mais uma vez para Eden, ver aquela garota me dava um aperto no coração, não era comum eu ver fatos com pessoas tão jovens iguais ao dela e isso me dava um receio maior, eu precisava ajuda-la, não deixaria ela ali naquele cômodo imundo nas condições em que se encontrava. - Eu lhe ajudo ... Não hesitei a falar, aquelas palavras foram conscientes, o efeito do Álcool agora era mínimo não controlava mais meus atos. Olhei para Eden que me encarou, vi um certo brilho no olhar da garota. - Podemos ir para minha casa, eu moro no Brooklyn, é meio longe mais poderá ficar por lá. - Abaixei a cabeça pensando naquilo, eu queria realmente ajudar Eden e o fato dela ser uma completa estranha não amenizava o sentimento de compaixão que sentia por ela. Olhei para a Garota ao meu lado que se mantinha imóvel, ela me encarou por uns instantes, depois encarou a Eden e por um momento pude vê-la revirar os olhos e relaxar os ombros como se estivesse se rendendo a algo. Ela retirou o celular da bolsa e começou a dedilhar a tela, logo após pôs o telefone sobre a orelha. Não sabia ao certo para quem ela estaria ligando, Eden ao contrário de mim arregalou os olhos, parecia assustada, talvez ela soubesse para quem a garota iria ligar. Dei um passo indo para o lado de Eden assim ficando de frente com a morena esperando a resposta para a reação da garota ao meu lado. - Pra quem está Ligando ? - Por um momento Hesitei em perguntar mais Eden parecia nervosa de mais, era preocupante. A Morena me olhou e deduziu o por que dá pergunta após olhar para Eden que a fitava apreensiva. - Para o meu Motorista, pedirei que as leve para seu apartamento. - Não olhei mas senti um suspiro de alivio vindo da garota ao meu lado. Liberei um sorriso mínimo com o canto dos lábios para a garota  minha frente, eu ainda não a conhecia direito e o primeiro momento que nos vimos havia sido numa situação desagradável, mas ela parecia ser uma boa pessoa. Olhei para Eden ao meu lado e dei um sorriso simpático para a mesma, logo partiríamos para o Brooklyn, talvez no caminho eu conversaria com ela e tentaria entender mais a situação em que estava prestes a me envolver.

Rachel Horowitz-Berry
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The city that never sleeps.
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Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Billie C. Thénardier em Dom 15 Set - 14:50:38

O que eu fiz!?
Com: sua interação; humor: o que está sentindo; vestindo;[ Thanks Maay; From TPO


Alexia se assustou e acabou caindo na piscina. Mas para meu azar, seu corpo se chocou contra minha cabeça, o que me deixou meio zonzo. Assim que retorno a superfície procuro Alexia por todos os cantos do quadrado d’água. Onde estava ela? Não conseguia ver a cabeleira loira da garota.
Em um dos cantos da piscina, pude ver ela, seus cabelos boiando. Mas sua cabeça ainda estava submersa! Nado até ela com a velocidade mais elevada que conseguia. Pego a garota pelos ombros, e assim que ela sobe a superfície, respira fundo, para o meu alívio.
Estava tão extasiado, que não hesitei em lhe dar um abraço.
-Você está bem? Me desculpe. – Digo em seu ouvido ao meio do abraço.
Me sentia muito mal. Não foi realmente a minha intenção fazer com que ela se afogasse, nem mesmo que caísse na água. Só queria dar um susto básico. Se eu realmente queria sair no blog, acabei de conseguir.
Levo Alexia até a pequena escada da piscina. Assim que pisamos no chão de pedra ela se deita no chão, e alguém nos joga duas toalhas. Coloco uma delas em torno de seu ombro e me seco. Assim que me sequei por completo, vesti minha roupa. Esperei que as atenções saíssem de nós e me sentei ao lado de Alexia, que nem se mexia, para o meu espanto.
-Alexia? Está bem mesmo?


Billie C. Thénardier
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Em um canto.
Te querendo. :3
ESPS

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Re: Varanda...

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