Varanda...

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Varanda...

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:07:25

Relembrando a primeira mensagem :

Varanda
Situada no encontro entre as vidraças e a madeira escura, a varanda é adornada para o espaço. Por estar em uma altura elevada, 267 metros, para ser exato, é possível obter a visão dos mais altos prédios de Manhattan.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Varanda...

Mensagem por Alexia Von Helling em Dom 15 Set - 19:29:22

Party
Com:, Billie; humor: assustada; vestindo; isto.


Eu não conseguiria descrever certamente o que aconteceu naquele momento. De repente eu fui puxada para cima e tirada da água. Comecei a tossir e respirar com certa urgência.
Senti braços fortes me abraçando e a voz do Billie me perguntando se estava bem. Quando consegui recuperar os sentidos, afundei o rosto no peito do garoto e senti poucas lágrimas descer pelo meu rosto.
Eu odiava água. Mar. Piscina... Definitivamente não era comigo.
Meu coração batia desesperadamente, como se ele soubesse que por um instante esteve bem próximo de parar.
Apesar da proximidade do garoto, eu sentia frio. Muito frio.
Billie me puxou para a escada da piscina, que eu subi o mais rápido que eu conseguia. Embora estivesse ansiosa para me afastar daquela maldita piscina, eu ainda estava abalada demais para sustentar meu corpo. Portanto, assim que saí dali, acabei desabando no chão. Continuei tossindo e agradeci grandemente pela toalha que o ruivo enrolou em mim. Quando a apertei contra meu corpo, foi que reparei em um corte na minha mão esquerda. Sangrava, mas nem dor eu conseguia sentir. Limpei o sangue com a toalha e pressionei o corte. Provavelmente eu apertara a taça do Cocktail com muita força e ela se quebrou na minha mão.
Poderia ficar pior? Estava tudo dando errado. E mesmo abalada, humilhada, molhada, assustada e machucada, eu precisava continuar na busca por Eden. Mas na verdade tudo o que eu queria era fechar os olhos e desaparecer.
Billie sentou ao meu lado e pareceu preocupado comigo. Se eu tentasse brigar com ele, eu não conseguiria. Certamente é o que eu queria fazer, brigar com aquela peste por ter me jogado na piscina. Mas estava tão fraca e arrasada que nem falar eu estava conseguindo, e também não poderia descontar no garoto tudo que estava acontecendo comigo. Também não ia cair nos braços do garoto e começar a chorar. Respirei profundamente e criei forças não sei de onde para responder-lhe:
-Não, tudo bem. - sussurrei . Me apoiei nele e me levantei. - Bom, pelo menos me limpei da tinta que me atingiu quando entrei nessa bagaça. - falei, dando de ombros, tentando olhar as coisas pelo lado positivo.
Olhei dentro de seus olhos e suspirei.
-Ei, eu posso considerar a possibilidade de te perdoar por tentar me assassinar -brinquei -, se você me ajudar em uma coisa aí. - esperei que ele respondesse então expliquei que estava buscando minha irmã, que ela precisava ser encontrada, mas ocultei o motivo. Disse como ela era e com sua resposta, voltei para dentro da festa.
Mesmo toda molhada e enrolada numa toalha, eu não estava nem ligando para o que as pessoas iriam pensar. Dei três passos e fui atingida no rosto por outro jato de tinta. Billie riu e eu tirei a tinta dos olhos com a ajuda da toalha.
Maldito dia.

Alexia Von Helling
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Re: Varanda...

Mensagem por Billie C. Thénardier em Dom 15 Set - 19:55:36

Procura incessante
Com: sua interação; humor: o que está sentindo; vestindo;[ Thanks Maay; From TPO


Um alívio imenso se aflorou em mim, assim que a garota me informou que estava bem. E fiquei ainda mais feliz, quando descobri que a garota não estava zangada comigo, e até estava brincando!
Eu não sabia o motivo, mas o bem estar dela me alegrava bastante. Pode ser porque se ela não estivesse bem, a culpa seria toda e inteiramente minha. Mesmo não sendo a minha intenção, eu ocasionei e isso, e iria sim assumir a minha parcela da culpa –que era completa.-
A garota me pede ajuda com a sua irmã, que segundo ela estava internada e havia fugido do hospital para vir à festa dos Morteri. Ela me leva para procura-la, e um jato de tinta vermelha atinge m cheio seu rosto. Depois daquele susto, era bom voltar a ser o bom e velho Billie Joe Greak Mordeck, então não escondo um sorriso.
Continuamos a andar pela festa em busca da...como era mesmo seu nome? Eden. A garota era realm,ente boa em se esconder, ela não estava em lugar algum da festa. Mesmo com a enorme dificuldade em distinguir as feições das pessoas, eu e Alexia estávamos chegando bem perto das pessoas, em busca de ver mais nitidamente seu s rostos. Nenhum deles era Eden
Eu tinha a desconfiança de que essa garota estava no interior do apartamento. Só esperava que ela não tivesse fugido de novo. Então vou em busca de Alexia.
- Alexia, acho que ela está dentro da casa. – Digo erguendo as sobrancelhas e puxando a garota para dentro do apartamento.
Percorremos todo o interior da casa e não vimos nada. Me sento no sofá e Alexia se senta ao meu lado.
-Não vamos desistir. – Digo me levantando.




Billie C. Thénardier
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Em um canto.
Te querendo. :3
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Re: Varanda...

Mensagem por Chenault Murdoch Bertrand em Dom 15 Set - 20:37:34

Who run the world? Bertrands!
Com: Aimée; humor: Sarcastica; vestindo; isto(clica!).

   Já devia ser pra lá de dez horas na noite, talvez muito mais. A casa poderia estar vazia se não fosse por mim e pelos empregados. Cherrie estava em uma viagem, algo que era bastante comum, minhas irmãs estavam em uma festa e eu girava o convite dessa mesma festa em minhas mãos. Eu deveria ter ido junto com minhas irmãs, mas por algum motivo havia optado por ficar em casa. Não havia sido uma boa escolha e eu sentia a necessidade de sair de casa, para ir para qualquer lugar que fosse.
Larguei o convite sobre a cama. Eu iria precisar dele, mas só depois de me vestir. Levei mais alguns minutos da minha noite me arrumando, eu realmente estava mais do que atrasada para aquela festa, mas não me importava. O melhor fica sempre para o final, e eu, claro, chegaria no final. Passei uma maquiagem não muito marcante, apenas destaquei meus olhos e os lábios com um batom vermelho. O sorriso tomou meus lábios.
Olhei o celular em cima do criado mudo e optei por não mexer nele. Eu não precisaria de um celular naquela noite e além do mais, estaria bem perto de casa. Caminhei até o closet, em busca de um sapato. Não que eu fosse perder meu tempo procurando um sapato legal, eu apenas olhei rapidamente as prateleiras de sapatos  esperando que o meu escolhido estivesse ali me esperando.
- DOLOOOORESSS! – Minha voz era tão alta que talvez até os vizinhos do andar de baixo pudessem ouvir. – Cadê o meu Betsey? Eu preciso dele para ontem. – A empregada logo se precipitava para procurar o sapato. – Se você puder não ser uma lesma eu agradeço.
Talvez eu estivesse sendo grossa demais, mas quem ligava? Eu não e ela estava bem acostumada com a Barbie que era mil vezes pior que eu. A empregada entregava os sapatos em minha mãos, sua expressão ainda era de surpresa, como se ainda esperasse que eu fosse a Chenault simpática e doce que não gritava com os outros, nem dava ordens tão severas. Mas eu havia mudado, na verdade havia voltado a ser quem sempre fui, até o ocorrido em Paris.
Virei de costas para Dolores após pegar o sapato e me dirigi de volta ao quarto. Sem virar o rosto para olhá-la, deixei que minha voz soasse serena, mas ainda como uma ordem. – Já pode ir, não preciso mais de você aqui.
- Sim, senhora. – ela respondia enquanto saia do quarto.
Dei minha produção por finalizada, nada mais faltava. Roupa, sapato, maquiagem e o cabelo solto com duas mechas caídas sobre os ombros.  Girei em meu eixo para conferir os mínimos detalhes e tudo parecia estar perfeito. Aquele noite eu precisaria de motorista, a festa era no mesmo prédio onde eu morava. Sai do apartamento e o elevador me esperava. Alguns andares abaixo e já estava no corredor do apartamento dos Dohrn Morteri. O som era alto do lado de fora do salão e eu agradecia por não chegar ao meu apartamento. Caminhei em direção a porta aberta. Tudo era escuro na varanda do grande apartamento, apenas com uma luz negra.  
Adentrei ao apartamento e tirei minha jaqueta, a deixando com um dos empregos que estavam ali. Eu não precisaria dela e a noite estava um tanto quente, ainda mais com tanta gente em um mesmo lugar. Deixei que minha visão de prolongasse pela varanda quando cheguei a mesma. Minhas irmãs estavam ali em algum lugar e eu pretendia encontrar elas, ou pelo menos uma delas. Aimée. Foi a primeira de minhas irmãs que eu pude avistar e claro eu poderia reconhecer aquela loira em qualquer lugar.
Ela parecia estar com algum garoto, não que isso fosse me impedir de me aproximar. Prolonguei meus passos e em instantes estava bem ao lado de minha irmã. Pus minhas mãos sobre a cintura parando ao lado da loira e abrindo um sorriso de canto enquanto fitava seu rosto.
- O que anda rolando de bom nessa festa? – percorri meu olhar por todo o lugar. - Espero não me arrepender de ter saído de casa essa noite.
Disse as últimas palavras em um tom mais baixo, talvez ninguém ouvisse ou talvez ouvisse, realmente isso não importava. Eu tinha um motivo para estar naquela festa e esperava conseguir cumprir com meu objetivo. Voltei a olhar minha irmã e logo o rapaz que estava perto dela, me esforçando para manter a expressão simpática, afinal, não queria deixar ninguém com medo de mim, não por enquanto.

Chenault Murdoch Bertrand
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Re: Varanda...

Mensagem por Emily Von Helling em Dom 15 Set - 20:52:56


Like a Fight Club -sqn

 Listening: Playlist Aleatória; Wearing: this;  With: Eckl and Edgar; Where: Paint Party;

Começava a me arrepender da ideia de ter liberado Aimée e Samira da missão de caçar Eden pela festa. Não contava com a possibilidade de estar um breu total. Suspirei fundo e continuei a caminhar pelos lugares escuros do apartamento. Minha garganta já estava seca e pedia um gole de uma bebida qualquer, de preferência a mais forte do bar, mas eu não cedia. Queria estar sóbria e furiosa o suficiente para encarar minha irmã e lhe dizer umas boas verdades. Doesse a quem doer. Tamborilei meus dedos pelo corrimão da escada. Estava com o pé apoiado sobre o primeiro degrau. Será que ela estava lá em cima? Duvidava muito. Primeiro porque ninguém tinha autorização para subir sem um dos anfitriões e segundo, porque ela não conhecia o andar de cima. Ao contrário de mim. Eu conhecia bem, até demais.

Suspirei e dei meia volta, tentando ter uma visão periférica de todo o ambiente. Era muita gente, muito barulho e pouca luz. Os vultos que eu conseguia distinguir eram pouquíssimos. Consegui notar duas figuras com uma espécie de manto branco sobre o corpo. Os vi se aproximarem do sofá e depois que se acomodaram, andei calmamente até onde estavam. Reconheceria aqueles cabelos até mesmo assim, no escuro. Mas é claro que antes de me aproximas, não pude deixar de ser atingida por uma quantidade significativa de tinta. Okay, acho que já deu né? Pelas minhas contas, deveria estar parecendo um arco-íris já.

Olhei perplexa para a garota sentada e a vontade de rir passou rapidamente. – Alexia, esqueceu da nossa missão? – Revirei os olhos e me sentei no braço do sofá. Há quanto tempo eu não fazia isso? Meu pensamento voou para longe dali. Lembranças de risos, abraços e beijos naquele sofá me fizeram suspirar profundamente e balançar a cabeça. É, talvez a ideia de tomar alguma coisa não fosse tão ruim assim. – Se cuide, vou continuar procurando. Depois nos falamos, ok? – Sorri para a garota e a deixei ali. Sabia o quanto estava sendo dura com ela. Alexia não tinha culpa das minhas falhas. Ela era a filha perfeita e deveria continuar sendo assim. Talvez quando encontrasse Eden, tivesse mais tempo para descobrir o motivo de sua volta.

Vaguei um pouco mais pelo local e... nada. Será que eu estava errada? Eden talvez não estivesse ali. Talvez eu estivesse enganada e não tinha me dado conta. Eu não conhecia mais minhas irmãs, não conhecia mais ninguém. O que estava acontecendo? O mundo que eu havia construído, perfeito e calmo, estava implodindo e eu não percebia. Precisava de um pouco de ar e é claro, de uma bebida forte. Segui até o bar, me dirigi ao garçom e delicadamente fiz o meu pedido, o mais forte uísque escocês que ele tivesse. O copo com a dose prontamente estava a minha frente eu lhe agradeci. Mas antes que pudesse bebericar do liquido forte e tão ansiado, algo me chamou atenção.

Duas figuras de enorme semelhança pareciam a ponto de se engalfinharem como gatos em plena pista de dança. Eckl e Edgar estavam bastantes próximos um do outro. E eu tinha plena certeza que um deveria estar mais embriagado que o outro. As pessoas pareciam não notar o que se passava, ou talvez não se importassem. Danika não parecia estar por perto e quem sabe, nem aparecesse. Resolvi me meter naquela confusão. Como sempre. Coloquei o intocado copo sobre o balcão e a passos rápidos me aproximei dos dois. Antes que a briga realmente começasse, resolvi intervir, e me coloquei à frente de Edgar. Bloqueando qualquer atitude estúpida que Eckl pudesse tomar. Eu sabia quem venceria aquela ‘luta’. Eckl. Ele era mais forte e com certeza não bateria em retirada. Mas ele devia ter seus motivos, não? E até que não seria nada mau ver Edgar apanhar.

Coloquei as mãos sobre o peito de Eckl, tentando o afastar de seu irmão. – Hey, calma ai! O que está acontecendo? – Estava com certo temor dos motivos de tal enfrentamento. Será que era algo relacionado ao nosso passado? Tentei afastar tal pensamento e continuei a encarar aqueles olhos azuis. O cheiro forte da bebida já me informava cinqüenta por cento do motivo dos dois querer se enfrentar ali mesmo. Eu já estava cansada de tudo o que estava acontecendo. Procurar Eden já não estava mais no topo da minha lista de prioridades daquela noite. Eu necessitava ser informada do motivo dos dois brigarem. Eu me senti novamente como há tempos atrás, quando eu estava sempre entre os dois, tentando protegê-los de si mesmo. Senti a agitação do outro infeliz às minhas costas e me virei para Edgar. – Dá pra parar ou tá difícil? – O sorriso desdenhoso se fez presente e me arrependi de tentar apartar aquilo tudo. Edgar talvez merecesse apanhar e muito.

Credits to Rapture

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Re: Varanda...

Mensagem por Alexia Von Helling em Dom 15 Set - 22:01:17

Party
Com:, Billie; humor: indiferente; vestindo; isto.


Procuramos, procuramos e procuramos. Cheguei a pensar se Eden estava realmente na festa. Até a Emily tinha desaparecido naquela escuridão. Eu não queria admitir, mas estava perdida e quase desistindo de encontrar Eden naquele breu. Foi então que Billie se aproximou e deu a sugestão de procurarmos dentro da casa dos Morteri. Antes que eu pudesse dizer que não tinha tanta certeza, ele já me arrastava para dentro do apartamento. A solução foi considerar sua ideia e procurar mais ainda.
Exploramos boa parte do apartamento dos Morteri, coisa que eu considerei indelicado de fazer, afinal, nem quem eram essas pessoas eu sabia. Por fim desabamos no sofá da sala, eu exausta, o corte na mão começava a arder intensamente. Mas não iria deixar que o Billie visse. Não queria ninguém preocupado comigo. Billie se levantou do sofá, disposta a continuar na busca. Avaliava as possibilidades, quando alguém abriu a porta. Desviei meus olhos rapidamente na direção de quem entrara.
Era Emily. Ergui as sobrancelhas ao ver seu vestido que um dia já fora preto, todo colorido em razão das tintas. Ela me deu um sermão por estar sentada ali.
-Só parei para raciocinar, Emily.
Falei, coçando a cabeça. Droga! Emily também não tinha nenhuma pista sobre onde estaria Eden. Minha irmã mais velha se despediu e saiu da sala.
Me levantei e espreguicei.
-Essa é Emily, minha irmã. - falei com indiferença para Billie. -Cara, por favor, vamos para com isso? Já procuramos em todo canto desse apartamento. Eu estou cansada, quase fui morta, e continuar buscar não está levando à nada...
Eu realmente não sabia o que fazer, e esperava que Billie entendesse meu lado e não ficasse me julgando. Agora eu tinha certeza de apenas uma coisa: eu realmente estava furiosa com Eden.

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Re: Varanda...

Mensagem por Samira Kavanagh Grigori em Dom 15 Set - 22:35:05


Look me here again.
Nenhuma movimentação. Nada. Meu coração disparou em um velocidade que eu julgava impossível.  Preocupada, estava muito preocupada. Bati novamente na porta, desesperada. Um barulho chamou minha atenção, a porta estava sendo destrancada, e seguida aberta aos poucos. Suspirei pesadamente ao ver a figura de Eden cansada. Os seus cabelos bagunçados, ao redor dos olhos olheiras cinzas de cansaço... Aquilo apertou meu coração de um jeito que não percebi quando me aproximei dela, envolvendo-a em um abraço terno, passei as mãos pelos fios loiros acariciando-os suavemente. - Tudo vai dar certo... Eu sei que vai. - sussurrei em seu ouvido, contente por estar perto dela e triste pelo estado que a mesma se encontrava.

Ela afastou-se de mim, puxando-me para dentro assim como a outra garota, fechando a porta. Pelo jeito ela estava assustada, com medo, fugindo, fugindo de toda a dor que a realidade trás. Suspirei, cruzando os braços rente ao peito, escutando-a. A mesma queria abrigo, mas primeiramente deveria se recuperar! Não queria que seu estado se agravasse. Olhei para seus pulsos notando cortes que ainda não foram cicatrizados... Mordi o lábio contendo uma possível bronca, não queria assustar ela, pois a loira confiara em mim a ponto de me deixar entrar naquele banheiro.

A garota se pronunciou, e eu a encarei com a expressão séria. Aquilo era contra tudo que eu desejava, não queria concordar, não queria participar daquilo. Fitei Eden novamente, seu rosto abatido... Ela precisava comer algo, ficar tranqüila, descansar e talvez assim pensasse melhor. Revirei os olhos convencida de que aquilo poderia ajudá-la de alguma forma, pois o ambiente apático do hospital só nos trazia mais depressão. 

Coloquei as mãos no meu bolso achando meu celular e discando o número de telefone de Johnny. Cada toque deixava-me mais ansiosa e quando ele atendeu finalmente um suspiro de alivio saiu de meus lábios. Avisei que precisava dele para levar algumas amigas para casa, porém tive que interromper o que dizia para responder o questionamento da morena que estava ao lado de Eden, amedrontada. - Para meu motorista, pedirei que nos leve para seu apartamento. - um suspiro de alivio saiu dos lábios pálidos da loira. Sorri fracamente voltando a falar com meu motorista, informando todas as coordenadas e desligando finalmente o celular.

No fundo sabia o quanto Emily e Alexia deveriam estar desesperada atrás dela, mas não podia forçar e muito menos trancar a mais nova no banheiro. Iria acalmá-la, tranqüilizar e aproveitar um momento de distração para mandar algum SMS ou até mesmo ligar para Emily. Suspirei pesadamente, estava com tantos sentimentos juntos que não sabia o que fazer, era um misto de tudo um pouco. Fitei a morena e me toquei de que a mesma nem sabia meu nome.

- Samira, prazer. - disse para a garota. Com os últimos acontecimentos não tivemos tempo de nos apresentar, porém naquele momento teríamos que deixar a conversa de lado. Abri a porta do banheiro esperando que todas saíssem e fui ao lado delas, mas algo, ou melhor, alguém chamou minha atenção. Uma loira passou perto de nós dançando, nesse momento meu coração disparou. Meegan! não acreditava que era ela depois de dois anos. Muitas lembranças voltaram ao meu subconsciente e eu me senti suja, imunda por tudo que havia feito com ela.

- Vão na frente, Johnny está esperando vocês no estacionamento em um Audi preto. Irei logo atrás. - avisei, afastando-me delas e indo em direção da loira.

Todas as pessoas tem um passado sombrio da qual temos medo de revelar, o meu era tão podre que merecia ser enterrado comigo em um buraco fundo, aonde nunca mais se tem a possibilidade de saída. Nesse momento estava desenterrando  parte do meu passado ao me aproximar da loira, parando na frente da mesma.

- Meegan. - falei em um sussurro, chamando sua atenção. Meus orbes acastanhados encararam as íris claras que expressavam surpresa. A minha vontade era de abraçar minha melhor amiga, dizer que havia voltada para ficar, mas minha voz tinha sumido juntamente com a minha coragem. Estava sem reação.
.
Samira estava com Eden#Rachel#Megs saindo do apartamento e usava essa roupa. Observação: post feito pelo celular, possíveis erros gramaticais e esse template foi feito pela clumsy do SA

Samira Kavanagh Grigori
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Re: Varanda...

Mensagem por Billie C. Thénardier em Dom 15 Set - 22:55:11

De volta à festa
Com: sua interação; humor: o que está sentindo; vestindo;[ Thanks Maay; From TPO


Assim que me levantei a irmã de Alexia entrou no cômodo. Era uma garota muito bonita – mesmo toda manchada de tinta colorida-e nada parecida fisicamente com Alexia.
As duas conversaram um pouco sentadas ao sofá. Eu fiquei meio que sem reação, aliás, eu não deveria intervir ou comentar em nada. Os problemas da família delas não são da minha conta, então fiz o mais sensato: Fiquei calado, escutando até que a garota saiu.
- Essa é Emily, minha irmã – Disse Alexia. Seu tom parecia preocupado, e ao mesmo tempo farto de aquilo tudo que estava acontecendo. Pelo que ela me disse a irmã dela havia tentado se matar. Me parecia que nenhuma daquelas irmãs eram normais.
Alexia não queria mais buscar pela sua irmã, então sugiro:
- Alexia, vamos curtir a festa! – Digo pondo uma mecha loira sua atrás de sua orelha direita. – A noite já está no fim, temos que aproveitar!- Não dou a oportunidade de ela responder. Saio puxando-a pelo apartamento até a varanda. O ar gélido invade meu corpo, o que me faz tremer por alguns instantes. Assim que pisamos na pista de dança, fortes jatos de tinta são jogados contra nós, me ponho na frente de Alexia, com o intuito de protege-la, o que da certo!
Começa a dançar, e a garota com aparência fria e severa começa a se mostrar aos poucos. E o mais significativo, a sorrir.



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Re: Varanda...

Mensagem por Alexia Von Helling em Seg 16 Set - 0:24:36

Party
Com:, Billie; humor: culpada; vestindo; isto.


Sem que eu pudesse reagir, protestar ou negar, Billie já me arrastava para a pista de dança da varanda. Eu não sabia dançar. Não sabia "curtir". Mas a verdade é que eu estava precisando disso, afinal, por mais que eu nem desse atenção à isso, eu era uma adolescente.
Mais jatos de tinta e o Billie me protegeu com seu corpo. Não tive como não sorrir daquilo. Foi quase, quase, fofo. Gargalhei do estado dele após o ataque de tinta. Parecia um arco-íris.
Então era hora de dançar e eu realmente não sabia como fazer aquilo.
Sabia muito bem, ao ver em filmes, que a solução para quem não sabe dançar é simplesmente seguir a música. Então eu dei passos quase imperceptíveis, tentando seguí-la. Passei a mão pelo cabelo e constatei o que imaginava. Estava completamente embaraçado. Meu rosto estava sujo de tinta. E pra piorar, eu continuava com a toalha enrolada nos ombros, e assim continuaria por um tempo. Eu deveria estar horrível. Mas tudo bem.
Aos poucos soltei o braço e aliviei o semblante. Depois tentei imitar drasticamente a dança bizarra do Billie. Eu não estava me soltando ainda. Precisava de uma ajuda à mais. Puxei Billie para o bar e pedi um whisky, tendo o cuidado de segurar a taça com a mão que não estava machucada.
-Acho que preciso disso - falei e o ruivo concordou.
Enquanto eu tomava a bebida amarga, foi tornando-se mais fácil e divertido dançar.
Na boa, eu nunca faria aquilo. Mas era só uma vez. Uma vez em toda a minha vida. Será que eu não poderia ter um momento só de diversão? De minha própria diversão?
Olhei para Billie e sorri. No fundo me sentia culpada, como se eu realmente não tivesse o direito de me divertir enquanto minha irmã estava sabe-se lá onde. Mas eu também estava feliz como nunca me senti antes.

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Re: Varanda...

Mensagem por Edward Vane em Seg 16 Set - 0:30:46




The Great Party







Notou que ela era um pouco abusada, e convencida. Do jeito que ele gostava nas garotas que ele conhecia, só que garotas raras tinham esse dom misturado com sedução e alguns toques mais picantes.  Naquele bar que havia, talvez era o único ponto com uma iluminação um pouco mais adequada. Sendo que todo o resto da festa eram ás escuras. Logo, eu e ela ficaríamos bem destacados na varanda. Aquela multidão e aquele barulho eram estrondosos. Sendo assim, Edward se aproximou um pouco mais da moça. Para que, além de puder escutá-la melhor, poderia observá-la mais de perto.

Riu bem baixinho, de uma forma que parecia que na verdade ele estivesse sorrindo. O momento de risada causada pela resposta dela: " Senhorita Perfeição, prazer "  E não é que aquela garota o intrigava? Tinha medo do que poderia acontecer por isso, ela tinha uma personalidade semelhante á dele e isso era ótimo. Garotas extremamente raras tinham o talento para deixar Ed intrigado. O que será que ela tinha de tão especial que ele conseguiu enxergar?  Ele queria descobrir.

Por um momento, achou que já a conhecia. Era tão extraordinário o modo que pareciam íntimos ou falando coisas bobas de uma hora para outra, e era tão incrível o modo que ele tinha disponibilidade para olhá-la. E o mais magnífico ainda, é que era incrível o modo que se conheceram, e o modo que conversaram. Isso foi tão espontâneo, que fez Edward duvidar de certas coisas, mas, acima de tudo. Cautela.

Experimentou os toques dos dedos dela na gola de sua camisa, enquanto a encarou. Estariam conversando sobre uma possibilidade de jogarmos juntos, uma possibilidade que logo em seguida, virou um fato real. "Que tal um Streep Drink " sugeriu Katherine. Edward sorriu, revirando os olhos. Talvez fosse pelo motivo de estarem no único local iluminado da festa. Mas, aquilo poderia ficar escuro não? Para combinar com o redor.  

Ele chamou o garçom que por algum motivo desconhecido, aparentava conhecer Katherine. E o pediu que desligasse as luzes do bar. Alguns segundos se passaram quando o mesmo tocou em um interruptor, e as lâmpadas que estavam sobre eles apagaram. Deixando tudo em uma completa escuridão. E só podiam ver vultos ao longe, mas como ela e Edward estavam perto suficiente um do outro. Não haveria problema, pois ele a conseguia enxergar perfeitamente por causa de uma das luzes azuis da festa que criavam vários efeitos para a noite.

Aquela atitude que tomou ao pedir do garçom que o mesmo apagasse as luzes, queria dizer que era óbvio que ele havia aceitado a proposta da bela jovem á sua frente. Admirava á beleza que ela tinha, não podia ver a cor dos seus olhos de uma forma clara. Mas podia sentir o perfume agradável inundando seu redor com magnificência.  

O garçom colocou um total de dez copos de tequila sobre o balcão, para Edward e Katherine. Ela sugeriu que eles fizessem cinco rodadas, e quem perdesse deveria entregar uma peça de roupa para o ganhador. - Quanta criatividade.. - falou baixo, sorrindo. Gostou da sugestão, e iria participar.  De repente, surpreendeu-se quando a viu tomar a bebida que continha nos cinco copos com uma tamanha rapidez e agilidade. - Ei, isso não vale. É trapaça! - disse, cutucando ela com um olhar malicioso.  Ed havia pensado que haveria alguma regra ou algo do tipo. A última vez que participou de uma 'brincadeira' assim, foi em uma festa que ele foi que até hoje não costuma contar certos detalhes.  Ela o ordenou que tirasse sua camisa pelo fato dela ter vencido, oque realmente foi trapaça. - Dane-se aqui está escuro mesmo. - sorriu revirando os olhos. Retirou seu casaco o deixando sobre o balcão, o casaco não seria dado. Apenas a camisa. Ele ergueu os braços um pouco, deixando-os na altura dela e desafiou. - Porque não tira a camisa pra mim?  -

A seguir, ele estalou os dedos e respirou um pouco. E tomou todo o líquido alcoólico que estava dentro dos copos, de maneira bem rápida. Mais não em uma velocidade superior do que a Katherine havia feito.  Respirou um pouco, umedecendo os lábios com a língua e agitando sua cabeça de forma positiva. Aproximou-se de Katherine deixando que seu corpo se encostasse no dela, e sussurrou pausadamente no seu ouvido. - Porquê precisamos jogar esse jogo, quando eu queria ter todas as suas roupas de uma vez só? - disse de uma forma que ela pudesse escutar claramente devido ao barulho.  Já estava começando á ficar um pouco calor ali, a multidão já estava energética.  




Com: Katherine d'Alembert



Edward Vane
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L'amour... J'préfère de temps en temps, je préfère le goût du vin.
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Re: Varanda...

Mensagem por Aimée Murdoch Bertrand em Seg 16 Set - 13:06:18


"I even go after the girl that messed my ass with pink paint, but I'm bigger than that. Until I saw the bar, the only place clearer. And what was in the bar? HA! I had to laugh. Chenny pointed to the bar, with the same mischievous smile. Until the bar lights went out. But I had seen too late."

Smile like devil. Power and Control
Power and control, I'm gonna make you fall. Power and control, I'm gonna make you fall. I'm gonna make you fall, We give and take a little more, You can't have peace without a war, Without a war, without a war.
– Tem alguma coisa rosa pingando da sua bunda. – Ótimo, primeiro comentário era tudo o que eu queria ouvir. Nunca vou entender porque ele me olhava daquele jeito, parecendo que estava me estudando. Ok, eu era sim um caso a ser estudado, mas Bruce não precisava me olhar com aquela expressão inquisidora. – Um ser insignificante esbarrou em mim e sujou minha bunda de tinta rosa florescente, como se eu já não chamasse atenção suficiente. – Dei de ombros como quem não quer nada. Ainda iria acabar com aquele projeto de pessoa que estragou minha camuflagem. Blerg. Abraço não, abraço não! Abraçou-me mesmo diante dos meus protestos mentais e corporais, no caso eu me debati, mas ele era mais forte do que eu apesar de ser franzino. Ou não. Não gostava de abraço, não gostava de contato físico, me restringia a um aperto de mão e beijo no rosto e olha lá, mas aquele ali gostava de me irritar, sempre me abraçando e girando no ar, me fazendo parecer uma boneca de pano. Passei os braços pelo pescoço dele, não por querer, mas por segurança. Vai que ele de repente me soltava e daí não seria apenas eu a cair de cara no chão. Ainda estava irritada por ele ser tão alto. Fiquei ligeiramente tonta, parte porque ele me girou e outra parte porque eu não estava me alimentando direito. Essa coisa de ter um nó na garganta que não te permite comer é terrivelmente terrível. Deu-me ainda um beijo no rosto que me fez corar. Apesar de tudo, Batman era legal e tinha um jeito (torto) diferente de me fazer sentir melhor.  

Ele tinha mesmo que notar tudo isso em mim? E meus olhos estavam realmente vermelhos desse jeito? Tá, deveria estar porque né? Uma semana chorando por motivos que eu ainda não consigo lembrar sem baquear. Forcei minha mente a não visitar aquele cômodo escuro de lembranças felizes. Passei a ponta da língua nos lábios, revirando os olhos distraidamente. – Alergia de gente, né? Principalmente quem pensa que é estrela sem saber brilhar. Puff. – Complicado. Eu jamais poderia falar para ele: “olha, estou chorando porque fui abandonada com uma carta linda e um relicário perfeito quando finalmente pensei estar tudo certo.” Tobias, não me faça lembrar ele, por favor. Mais ainda. Estalei o pescoço para um lado, mordendo os lábios dessa vez. – Batman, preciso de diversão. Não quero voltar a beber, você sabe que não me dou bem em beber socialmente e se for pra beber eu beberei pra valer e não é essa a intenção hoje. – Palavras que queriam dizer “infernizar alguém sim ou claro?” Dei uma olhada em volta enquanto rodeava o corpo do indivíduo, parando de frente a ele. Mas não conseguia reconhecer ninguém naquela birosca. Exceto por Edgar e Eckl que estavam debatendo. Eu sabia o quanto aquilo era normal, então nem me preocupei. Até ver Emily ali. Lembrei de Eden, fugida. Eu deveria estar procurando por ela também. Só que se eu a encontrasse, coisa boa não teria, então decidi me abster dessa missão. E também que ficar perto de Samira me remetia à Tobias, e eu não queria mesmo lembrar dele. Tarde demais mais uma vez. Bom, se tivesse briga entre aqueles dois, eu seria a última pessoa a me enfiar no meio. Não por não me importar, já que Eckl era um amigo que eu apreciava muito, mas por saber que sairia com pelo menos um olho roxo e eles já estavam vermelhos demais.

O que anda rolando de bom nessa festa?. – Santo pai, alguém me abraçou por trás pela cintura e falou no meu ouvido. Assustei a priori porque estava alheia demais tentando encontrar alguma diversão, mas reconheceria aquela voz há mil quilômetros de distância. Agora sim, as coisas iriam ficar interessantes. Dei uma olhada cúmplice para Chenny postada ao meu lado e sorri daquele jeito que ela conhecia bem, como quem quer aprontar. – Estou tentando convencer o Batman a me levar para divertir. E você sabe bem que tipo de diversão estou precisando, mana. – Notei o olhar dela para ele e mordi a bochecha internamente. Eles não se conheciam, lembrei. – Chenny, esse é o Batm... ops, Bruce meu pseudo-amigo. – Mentira, ele era meu amigo mesmo, só que costumávamos nos “amar” de um jeito torto, quase ódio. Coisa pouca. – Bruce, essa é minha irmã mais velha, Chenault. Acho que é possível ver a semelhança entre nós. Enfim. – Odeio falar demais, escrever demais, mas é necessário explicações. Eu até iria atrás da menina que sujou minha bunda com tinta rosa, mas eu sou maior do que isso. Até que enxerguei o bar, o único lugar mais claro. E o que tinha no bar? HA! Tive que rir. Apontei o bar para Chenny, com o mesmo sorriso travesso. Ela sabia bem o que eu apontava. Até que as luzes do bar se apagaram. Mas eu já tinha visto, tarde demais. Trocamos um novo olhar cúmplice até que meus orbes encontraram Bruce. – Vamos, acho que encontrei o que preciso. E você vai comigo, querendo ou não! – Sorri maleficamente. É excitante como o destino me ama.

with:Batman and Chenny; vestindo: clothes; notes: I smiled evilly. It's exciting as destiny loves me.; original de Skaôi © Source Code; modificado por Maay;
Aimée Murdoch Bertrand
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