Varanda...

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Varanda...

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:07:25

Relembrando a primeira mensagem :

Varanda
Situada no encontro entre as vidraças e a madeira escura, a varanda é adornada para o espaço. Por estar em uma altura elevada, 267 metros, para ser exato, é possível obter a visão dos mais altos prédios de Manhattan.


Thanks to +Lia atOps
Secret
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Re: Varanda...

Mensagem por Bruce Austin Ohlweiler em Seg 16 Set - 20:46:27



Dance, Dance Baby!
Drink up it's last call.
E todo aquele blá blá blá continuava na nossa volta e a música só parecia piorar e nada melhor que uma loira menstruada pingando rosa pelo chão para melhor  a noite, tive que rir da expressão dela, aquela que diz o quanto ela estava adorando todo aquele contato físico.  Entre sorrisinhos falsos e música ruim aparece outro ser celestial, mentira percebi só pelo jeito em que enfiou a mão na cintura de sua irmã que ela estava de tpm, porque realmente duvido muito que alguém seja assim o dia todo com esse clima falso exalando até da calcinha. Ta brincadeira não pude notar que a semelhança entre elas era quase que nula, alguém precisava emagrecer. E eu já estava até torcendo para que ela tivesse enfiado a mão na parte rosa, para iluminar o caminho desses seres.

- Prazer, Bruce, pseudo-amigo da menstruada ai. - Sorri tentando se segurar pra não perguntar porque ela estava com aquela cara de quem estava segurando um peido, mas fora isso ela parecia ser legal, ou não claro, sério prefiro gente com cara emburrada do que sendo falsa, já encontrei muita gente assim e virei amigo de uma, que coisa não? Ainda estava rindo quando acabei por ser puxando até o bar, como de um costume muito chato da parte dela, mas tudo bem. Nem digo o que parece um gigante parecendo ter uma coleira por uma nanica que usa salto 70 cm pra conseguir apertar no botão do elevador.
Parei no meio do caminho para dar uma olhada no meu celular, enquanto revirava as mensagens ia tropeçando no pessoal até encontrar as duas não tão gêmeas assim, apenas consegui responder um "Depois, Evey." E consegui derrubar alguém no chão. Parabéns pra mim, mas como não sou igual as doidas que estava seguindo ajudei o rapaz a levantar, engraçado você ajuda alguém e a pessoa vira a cara e nem diz alguma coisa sobre a ajuda. O pessoal daqui é meio sem educação. Me aproximei de Aimée e peguei o copo que ela estava segurando, dei um sorrisinho que dizia "Obrigado" e dei um gole que fez o copo ficar seco.

- Mais. - Disse revirando os olhos como se eu fosse mesmo conseguir beber, digo, nem sei o que me deu agora para dizer isso ou para pegar no copo da outra, acho que fiquei bolado, falando nisso não lembro onde enfiei o celular, mais um motivo para beber. É ferrou a vida de vez.
Bruce Austin Ohlweiler
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Off.
WSA

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Re: Varanda...

Mensagem por Eden Von Helling em Ter 17 Set - 12:37:34

You helped me so much without knowing me, even when I looked like a piece of crap. Thank you!
What's your name?

Ninguém das três pessoas naquele banheiro parecia entender a situação com que nos deparávamos. Não era todos os dias que uma completa estranha com aspeto literalmente mortificado pedia abrigo a pessoas que mal sabia o nome. O tempo de espera por uma resposta que previ ser negativa era eterno. Todos os segundos eram passos em que Emily e Alexia se aproximavam de mim. O espaço de um "tiquetaque" poderia significar a diferença entre a liberdade e o hospício. E isso era demasiada pressão para um menina de dezasseis anos, que tinha tudo para ter a vida perfeita e que porém estava o mais longe possível disso...

Finalmente a morena de nome desconhecido pronunciou-se. Ela ajudar-me-ia, oferecendo-me um abrigo na sua casa em Brooklyn. Perfeito! Era longe e tudo. E decerto que ela teria um meio de transporte eficiente até lá. Consegui rodar apenas o suficiente dos cantos dos meus lábios para ser considerado um sorriso mínimo. Fiquei deveras alarmada quando vi a presença de um telefone nas mãos de Samira. De certeza que ela iria ligar a Emily ou a Alexia, e aí eu ficaria completamente condenada! A minha respiração aumentou a velocidade, comecei a olhar fixamente para os dedos dela, que marcavam um número, o suor e os gritos a ameaçar virem ao de cima. Na minha cabeça um plano mental traçava-se: atirar o telemóvel ao chão, abrir a porta com um empurrão, correr, correr e correr sem parar até estar no outro lado de New York. Ridículo, inverosímil. No meio dos pensamentos desnecessários, a garota de belos cabelos castanhos perguntou o que me perturbava: Para quem Samira ligava. Não passava do seu motorista, que nos guiaria a casa. Suspirei de alívio. Estava a fugir e uma das pessoas que me procuravam era agora minha aliada. Naturalmente, o meu nível de confiança já fora maior. E o mais irônico de tudo isso era... Eu drogara-me por vários fatores, sendo o maior a minha orientação sexual: lésbica. Samira fora quem me levara a descobrir o que era, embora ela não soubesse. Com essa rejeição (que nem existiu, pois ela só soube que eu existia quando lhe entornei uma bebida), começou a minha depressão. E, por causa da depressão, viera o suicídio. Depois deste, a fuga. E a seguir? Manicômio. E com um calafrio conclui que Samira fora muito indiretamente a causa de tudo isto... Não. Era apenas eu. Eu e os meus demônios. Tentava dar a culpa a alguém, mesmo que essa pessoa fosse a minha maior paixão. E apenas isso era uma prova gigante de como estragada eu estava.

A viagem até ao carro era quase uma entrega fácil a quem me procurava. Teríamos de agir rápida e agilmente. Espreitei pela fechadura da porta: não havia sinal de ninguém conhecido. Mas também não era fácil, dadas as pessoas todas pintadas e bêbadas, que nesse estado ficariam irreconhecíveis. Mordi os lábios e anuí positivamente. Destranquei e abri a porta do banheiro, agarrando suavemente o pulso da menina sem nome e acelerando por dentro da multidão. Samira parou, dizendo que já lá ia ter. Fosse qual fosse o motivo, era bom que fosse forte. Ignorando isso, abri a porta e carreguei umas cem vezes no botão elevador, batendo com o pé e olhando para todo o redor nervosamente. A morena olhava-me entre o receio, a preocupação e a confusão. Sim, nada disto deveria fazer sentido para ela. A porta do elevador abriu-se e apontei para o seu interior, ficando nós as duas lá. Evitei olhar para o espelho e a descida passou-se de forma silenciosa e tensa.

Depois de sair do prédio, foi apenas uma questão de atenção e tentar ver alguém com aspeto de motorista próximo ou dentro de algum carro. Um homem vestido a rigor para o cargo aguardava encostado a um veículo. -Johnny?- Perguntei, curiosa. Ele anuiu e abriu a porta dos bancos de trás. Apesar do meu estado, não esqueci a etiqueta. Ofereci licença para a menina entrar antes, tomando eu o lugar seguinte. O motorista fechou a porta e aguardámos que Samira chegasse. Era egoísta eu não fazer nem dizer nada à pessoa que me ofereceria um abrigo. Embora socializar fosse a última coisa que eu quisesse naquele momento, tinha de me esforçar. Johnny continuava lá fora, encostado ao carro, aguardando Samira. Olhei para a garota misteriosa, que fixava o vidro. Emiti uma gargalhada abalada, curta e cansada, atraindo o olhar dela.

- Como é que te chamas, mesmo?- Perguntei, esboçando um sorriso tímido.


notes: finding shelter ; tags: Sam & Rachel; wearing: this; Thanks Maay From TPO.
Eden Von Helling
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Somewhere, somehow.
*-*
ESPS

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Re: Varanda...

Mensagem por Edgar Dohrn Morteri em Ter 17 Set - 17:13:07

Malign.
we are different.
Edgar sentira-se enérgico. Bebericara do cálido líquido, suas palavras ecoavam em pensamentos. Percebera, então, o quão correta foram suas ações: atingira Eckl com perícia, descobrindo um antigo, mas eficiente, modo de o nocautear. Emily sempre fora um complexo tópico para discussões. Edgar chegara a cobiçá-la profundamente, ambos eram parecidos, ocasionando discórdia e torturas alheias. Um perfeito casal, afinal. De modo claro, Eckl progredira ofendendo o modo eficiente de sedução de Edgar, o mesmo apenas gargalhando. Exalara todo o descaso de si com uma audível e agonizante gargalhada. Quando, por fim, cessara, sentira o impulso agressivo, indo ao encontro do chão.

Levantara repentinamente, ignorando os vestígios dolorosos em seu corpo. Era sabido que Edgar possuía modos de induzir dor evitando brigas corporais, as mesmas sendo tão práticas quanto. Sorrira com doses elevadas de maldade, as íris violentas e profundamente azuladas possuíam anormal brilho, o mesmo também de pura malícia. "Ora, ora", dissera usufruindo duas passadas curtas, o sorriso permanecendo forte e inexpressível em seu semblante. "Vou beijá-la assim, olhe", as seguintes ações de Edgar faziam alusão de um beijo.

Eckl fechara os punhos, pronto para agredir Edgar. O garoto, ciente de tamanha infantilidade e, da mesma, adquirindo prazer, apenas sorrira, hábil para ignorar as doses de dor futuras. E fora quando Emily surgira. Sua presença causara conforto em Edgar, que, já nada risonho, apenas a fitava com descrença. O poder da adorável garota ocasionara lembranças desgostosas e, por fim, era pego devaneando:

"Lembrara-se de quando era cobiçado por metade da população escolar: garotas suspirando ao vê-lo passar, escrevendo-lhe recados, lhe importunando, caídas ao mundo ilusório. Edgar possuía, como todo e qualquer adolescente popular, um grupo: Eden, Eckl, Emily e Danika. Eram típicos adolescentes ricos: participavam de festas, enchendo-lhes de bebida e, ocasionalmente, drogas. Eden e Eckl eram os mais afastados do restante do grupo, apenas os acompanhando, não participando ao todo. Danika, possuindo elevada idade, era considerada como bêbada nata, assim como o gêmeo Edgar. Emily, dona de características simplórias e definidas, era a principal companhia de Edgar.

Em um momento de extremo descaso, o gêmeo topara com um alguém que lhe importunara com anotações em seu "querido diário", o mesmo sendo furtado por um estudante qualquer e publicado. Houvera ingerido quantidades razoáveis de álcool, acarretando em ações indignas para um adulto responsável, porém, fora capturado por um líder escolar. Revoltado por não ter concluído o "plano", decidira se juntar ao restante e praticar um joguinho."

Edgar se esquecera do trevoso ambiente em seu redor. Bebericara do líquido encontrado no interior do material vidroso, o fazendo duas ou três vezes. Emily era encontrada defronte com Eckl, dando-lhe as costas. Lembrara-se, então, do que dissera em momentos anteriores para o  irmão: "Eu vou beijá-la". Em um impulso repentino, agarrara-lhe o delineado corpo, trazendo-o para junto de si, logo levando seus lábios cálidos ao encontro dos de Emily.
@Chris
Edgar Dohrn Morteri
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Re: Varanda...

Mensagem por Connie D. Lochlainn em Ter 17 Set - 17:27:23



do you wanna go?

Voltei para o bar, pegando mais um copo. Esse já deveria ser o quarto? Ah, fuck! Virei o copo de uma vez só, ingerindo todo o liquido ardente. Passar da conta as vezes não faz mal. Sorri para o barman -Outro -Pisquei pra ele. Peguei o copo e voltei para a pista, me juntando a uma galera do colégio.
-I'm bulletproof, nothing to lose. Fire away, fire away -Comecei a cantar, sem deixar de dançar. Coloquei a mão sobre a cabeça, sentindo uma certa tontura. Bebi o resto da vodka e andei em direção ao bar. Antes que eu pudesse chegar lá fui surpreendida por alguém, um alguém que não via a bastante tempo, Samira. Arregalei os olhos levemente. O que ela esta fazendo ali? E ainda mais depois de tudo oque ela havia feito, como teve a audácia? Em um rápido FlashBack me lembrei da ultima vez que a vi, antes dela partir sem se despedir. -Não sabia que tinha voltado -Disse em um tom ríspido. A encarei por algum tempo. Ainda tinha esperança de que nós pudéssemos voltar a ser oque eramos antes, boas amigas, mas talvez fosse tarde demais.

just go

Tks Maay from TPO
Connie D. Lochlainn
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[...]Qualquer lugar[...]

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Re: Varanda...

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Ter 17 Set - 19:14:18


Here comes the master

Go call the police. Go call the governor, I bring the trouble, that mean the trouble's on



O elevador finalmente chegou à cobertura. O que antes parecia ser uma curta distância agora pareciam milhas. As portas se abriram e num rompante relaxei meus braços antes presos cruzados sobre meu tórax; uma de minhas mãos bateu contra um móvel qualquer que levou um grande pedaço de minha unha — Ah não você só pode estar brincando comigo! — Arranquei o restante da unha quebrada e não demorou para que meus olhos se mergulhassem em lágrimas. Com passos pesados — Basicamente esperneando —  Andei até as escadas murmurando soluços enquanto uma tímida gotícula rolou de meus olhos alcançando a ponta de meus lábios. Subi metade da escada quando ouvi um bipe vindo do sofá escondido entre as almofadas, curiosa, me virei descendo os degraus calmamente e localizando uma de minhas bolsas Chanel, abrindo-a e verificando seu interior. O que bipava era meu Ipod alertando bateria fraca, rolei os olhos ao me dar conta da inutilidade da situação; O aparelho me fez lembrar de meu celular que eu sentira vibrar à pouco mas ignorara o chamado: Era apenas a SMS de resposta de Aimée à minha saída da festa, seguida de outra SMS que dizia que Chenault à havia encontrado — Elas devem estar se divertindo tanto...— Pensei comigo mesma. Neste momento me dei conta da grande bobagem que eu estava fazendo, eu estava longe da maior festa do final de semana e nem sequer por um motivo justificável, enganando-me ao pensar que chorava por minha unha quando o motivo era muito mais assustador do que eu podia imaginar, um motivo que me abateria se eu não contra atacasse. Mas quem era essa afinal que estava em meu lugar? Aonde eu colocara a minha coroa? Orgulho? Prepotência? Quem era essa, afinal? Barbara Bertrand nunca abaixaria o nariz para ninguém. Peguei a Alça da bolsa e coloquei em meu ombro guardando, ou melhor, despejando meus pertences sem me importar quando notei o meu canivete suíço, certamente essa bolsa fora usada num dia de armações do qual eu não me recordava, mas de todo jeito era exatamente o que eu precisava; Retirei a fina lixa de metal para consertar minha unha quebrada que em pouco tempo estava perfeita novamente. Andei até uma das mesas da sala de estar pegando uma garrafa de uísque despejando o líquido num copo e virando de uma só vez colocando o copo de volta em seu lugar. Ergui a cabeça e caminhei rumo à porta passando em frente à um grande espelho; Fiz uma pequena pausa para bagunçar meu cabelo e soprar um beijo para meu reflexo. Ah sim, essa é a Queen Barbie que eu conheço.

Voltei ao apartamento do Morteri sem nem precisar indicar meu convite novamente. Alguns passos à frente e eu já estava no mesmo ambiente escuro-neon de não muito tempo atrás. Parei num ponto mais alto olhando todos da festa com um sorriso presunçoso nos lábios, com a cabeça erguida comecei à caminha por entre as pessoas que ao me verem passar abriam passagem, e para as que não viam bastava pigarrear alguns tons mais alto para que eles se dessem conta. Ouvi indícios de discussão em algum canto da festa: Eckl e Edgar completamente bêbados discutindo. Se não fosse estranho eu aplaudiria agora mesmo; mas afinal mal me importava, não tinha o que ganhar com isso por enquanto. Não foi difícil achar as duas figuras loiras tão conhecidas olhando para o mesmo ponto como quem enxerga uma oportunidade — Cheguei, vadias. — Às surpreendi com uma das mãos no quadril, imponente, meu rosto transbordava arrogância, como não fazia há um bom tempo. — E antes das contestações, Barbie chegou oficialmente agora, melhor não perguntar porquê — Incrivelmente as duas não pararam de olhar para o mesmo ponto, olhei interessada para trás compreendendo o motivo de tantos olhares, encarei minhas irmãs com um sorriso de satisfação — Se vocês estiverem pensando no que eu estou pensando, acho melhor preparar minha câmera.



POST:??? • CLOTHES: This • LISTENING: Work Bitch - Britney Spears• NOTES:I'm back Bitches!

GarotaG- GL;
Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Varanda...

Mensagem por Juliet Marie Hotchner em Ter 17 Set - 21:06:49

Dance

Un monde égoïste, une guitare à la main une liste de composition et de la liberté, c'est pourquoi je suis comme ça aujourd'hui.

Tagged: Thomas
Vestindo: This
Local: Festa dos Morteri

Mesmo após o pequeno incidente, Thomas não pareceu se importar muito que eu tivesse pisado em seu pé. Acabei por simplesmente me deixar levar no ritmo, embora tenha esbarrado em algumas pessoas enquanto dançava e pedido perdão extremamente envergonhada. Eu simplesmente não levava jeito para qualquer tipo de dança, afinal não tinha tido nenhum tipo de aula quando menor. Acabei por desistir de dançar e simplesmente ir até o canto da festa, não olhando para ver se Thomas me seguia. Não era porque eu não sabia dançar que eu ia impedi-lo de se divertir.
Thanks Babydoll @ TPO
Juliet Marie Hotchner
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Partout sur la planète
La femme ne devrait pas trouver un homme pour la protéger, mais une manière de se protégeant.

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Re: Varanda...

Mensagem por Thomas Grindscor Alascer em Ter 17 Set - 22:03:14



"Redefinindo a natureza,acrescentando riqueza, beleza e dimensão. "
Post aqui
Título

Juliet se distancia, e caba por ficar parada em um dos cantos da enorme varanda. Não entendo muito bem, mas não iria ficar sozinho ali. Vou atrás dela e paro ao seu lado, apoiando meus pés  na parede.
- E então...? – Digo meio encabulado.
Para falar a verdade, o que eu realmente queria era beijar aquela boca. Estava tão perto da minha, e ao mesmo tempo tão distante. Não sei se tinha coragem suficiente para fazer isso, mas nesse momento ela veio ao meu favor.
Subitamente  me movo e fico de frente para ela, mas minhas pernas travam, então fito seus olhos por alguns segundo e me aproximo mais. Nossos lábios se tocam, e meus braços automaticamente se movem para o entorno de sua cintura. A puxo para mais perto do meu corpo aprofundando o beijo.
Finalmente eu fiz o que desejava por toda a noite. Sentir seu calor era reconfortante, e sua pele ao contato com a minha me fazia arrepiar.
Solto a garota e olho em seus olhos com seu corpo ainda em meus braços. Não consigo dizer uma só palavra sequer, sorrio, não um sorriso ensaiado, um sorriso de verdade, de quem está feliz e não poderia ter um dia melhor.
Não consigo me segurar novamente e volto ao beijo, tão bom e intenso quanto o anterior.


clothes: [url=link do set]this (clica!) [/url]# tags:  Juliet # music: nome da música.  # Thanks Maay From TPO.
Thomas Grindscor Alascer
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New York City
Posso ser o que você quiser
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Rachel Horowitz-Berry em Ter 17 Set - 22:37:14




Rachel Berry Está na festa dos Morteri, Com Samira e Eden No Estacionamento
Está Vestindo Isto
e Está Ouvindo Hello, Goodbye.  
New Guys in my Home.


Eu continuava desnorteada com aquela situação e era notável que as outras duas moças estavam como eu. Por um ponto eu sabia, assim como todos os visitantes do Blog de fofocas mais visitado e temido pelas pessoas que Eden havia tentando suicídio mas não entendi o por que dá fuga da garota. Todas ali estávamos apreensiva, eu dividia os olhares entre as duas moças sem saber ao certo o que fazer naquele momento. Por fim a morena a minha frente rompeu o silêncio que pairava pelo local, uma apresentação, com aquela confusão toda havia me esquecido completamente que mesmo sendo totais estranhas eu e a garota já nos conhecíamos. Samira, por fim soube seu nome, as palavras diretas e educada da garota se repetiam em minha mente com um eco distante. Pisquei os olhos algumas vezes despertando de meus próprios pensamentos. Um sorriso no canto dos meus lábios se formou, assenti com a cabeça como se estivesse processado a informação. - Prazer, Rachel. - igualmente a garota, fui direta e simples, aquele momento não seria uma boa hora para apresentações formais, precisávamos sair dali e rápido ou com certeza algo aconteceria, podia ver isso no olhar aflito de Eden que pairava centenas de vezes pelo banheiro como se buscasse algo que a reconfortasse.

Me sentia estranha no momento em que sai do banheiro abafado, o ar gélido e fresco preencheu meus pulmões, havíamos ficado um certo prazo de tempo ali tentando achar uma maneira impercebível de passarmos sem sermos vistas. Primeira coisa que deveríamos fazer era agir normalmente, sem hesitar entrelacei meu braço esquerdo no braço de Eden tentando passar a imagem de sermos conhecidas. A Loira apertou meu pulso delicadamente e fomos caminhando rapidamente dentre as pessoas borrifadas por tinta e com cheiro de Álcool, varri o olhar pelo local tentando achar algo alarmante a nossa presença, inútil não conhecia quase ninguém por ali. Ouvi a voz de Samira abafada entre a musica alta, um aviso que logo iria para nosso destino. Virei minha cabeça tentando olhar para a morena que desapareceu dentre a multidão, sendo quase esticada por Eden até o elevador onde a garota apertava o botão freneticamente como se quisesse apressar seu efeito, estávamos a um triz de sermos vistar e tínhamos que agir rápido.

Por fim havíamos saído do prédio, eu ainda sendo guiada por Eden, não havíamos trocado uma palavra se quer no elevador, o silêncio e o clima tenso e preocupante jazia entre nós. A garota observou atentamente o local até achar um homem que claramente parecia ser o motorista indicado por Samira. Após sua confirmação de ser realmente a pessoa as portas traseiras se abriram. Eden me cedeu a passagem e eu entrei dando um breve agradecimento pela educação. Jhonny fechou as portas e novamente o clima tenso pairou no local. Eu fitava minhas mãos tentando organizar minha cabeça que me perturbava com vários pensamentos ao mesmo tempo. Vi uma certa movimentação do lado de fora do veículo, o motorista parou no mesmo lugar onde estava anteriormente da minha chegada com Eden. Continuei fitando o estacionamento vazio, uma penumbra tornava o lugar isolado. Uma risada baixa, forçada e abafada me chamou a atenção, a garota havia emitido, me virei no mesmo instante fitando-a em meio a sombra que estava no lado de onde ela havia sentado.
- Rachel, desculpe não me apresentar, Eden. Como está se sentindo ?- Estava meio sem jeito de falar com ela, tudo havia sido tão rápido que não pensei em socializar com a garota. Sorri de forma gentil tentando passar o mínimo de conforto que me restou para tranquilizar a garota.  

Rachel Horowitz-Berry
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The city that never sleeps.
I don't know, you dare find out?
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Alaric C. Todd em Qua 18 Set - 2:00:59

- - - -
Ajikdo kkulliji anha Yes I'm a pretty boy!


Ainda estava deitado em minha cama, não sabia se iria ou não a festa que teria aquela noite. Dei um longo suspiro e me levantei da cama, olhei para meu quarto que estava meio que sem graça. Andei pelo quarto na esperança de encontrar algo para se fazer, mas parecia que ele estava sem graça. Meus desenhos todos estavam colados na parede e eu não estava nenhum pouco animado para desenhar. Andei ate o guarda roupa pegando uma camisa preta, minha calça jeans escura e minha bota escura.Fui na frente do espelho, dei uma pequena bagunçada no meu cabelo, abri um sorriso com minha satisfação de como ele tinha ficado. Andei ate a porta do meu quarto e sai, indo em direção do local da festa.

Depois de uma caminhada pensativo e lenta, finalmente cheguei. Entrei no local e logo me lembrei o porque de eu não gostar de festas, muita gente, muito barulho, so me faziam se sentir mais excluído. Bati em minha própria testa e me encostei numa parede do canto. Olhando para o chão e batendo os pés lentamente.


Alaric C. Todd
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Num sei x.x
Alegre(?)
Universitários

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Re: Varanda...

Mensagem por Evey Benner Hartmann em Qua 18 Set - 2:53:13


 Seus lábios tocam a fria borda em que a bebida estava servida. Um sorriso lendo e sórdido aparece em sua face depositando o copo em uma mesa de centro, sentando-se em um dos sofás próximos a piscina. Alguns garotos e garotas estavam lá e com um olhar de desconfiança a olhavam, estava tirando uma folga dos dias agitados e como de um maravilhar o descaso finalmente tocava-lhe as têmporas as massageando lentamente enquanto ouvia piadinhas sem graça alguma do mesmo rapaz.
Seus lábios se pressionam e o pedido para que o jovem pegue sua bolsa para ver se havia alguma mensagem ou chamada perdida, pegou o celular e desbloqueou a até e como de um costume nada favorável o garoto que mora junto com ela uma mensagem respondeu como se, Evey fosse um de seus "peguetes", riu imaginando que se vesse ele li iria estragar sua noite e por fim não deixaria o rapaz tão alto quanto ele não costuma ficar.
Estava descalça e aproveitou que a criança que antes lhe acariciava as têmporas fizesse massagem em seus pequenos pés. Ainda havia olhares de gente que não fazia a minima ideia de quem eram as ordens e porque ele as seguia sem questionar. Novamente pegou o copo com a bebida gélida e levou aos lábios lentamente degustando com um sorriso e sutis murmurinhos prazerosos.  

Obs: Aberta a interações. MP-me.
Evey Benner Hartmann
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Adulto

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Re: Varanda...

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