Varanda...

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Varanda...

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:07:25

Relembrando a primeira mensagem :

Varanda
Situada no encontro entre as vidraças e a madeira escura, a varanda é adornada para o espaço. Por estar em uma altura elevada, 267 metros, para ser exato, é possível obter a visão dos mais altos prédios de Manhattan.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Varanda...

Mensagem por Lunna Hill Kowalczyk em Qua 18 Set - 11:00:52

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Seu perfume embriagava-me de uma forma diferente, na verdade ele em todo fazia isso. Em meio a escuridão, só podíamos ter o tato e o olfato como aliado para saber o que se passava, pois o barman desligou as luzes como Edward tinha pedido. Qual era a intenção dele ao pedir isso? E por que? Estava curiosa, para ser específica, muito curiosa

 - Ei, isso não vale. É trapaça! - assim que o ouvi a suposta bronca, não pude deixar de dar uma risada fraca. Joguei meus cabelos para o lado brincando com as pontas, fitando seus olhos com intensidade, aproximando seu rosto ao lado do dele, sussurrando em seu ouvido - Eu nunca jogo limpo. - e era a mais pura verdade. Todos me conheciam pela "trapaça", e sinceramente, estava pensando em colocar ela palavra como meu sobrenome.. 

Edward solicitou para que eu tirasse sua camisa, erguendo os braços. Como sou uma pessoa boa decidi ajudá-lo nessa tarefa difícil. Coloquei as mãos na barra da blusa, tocando com as pontas dos dedos propositadamente em sua pele, erguendo a blusa lentamente, deslizando o pano em seu peitoral, braços e por fim a cabeça. Peguei minha nova peça colocando de lado.  

O rapaz virou-se bebendo todos os copos de tequila, e eu, eu tentava enxergar seu corpo em meio a escuridão. - Que pena que esta tudo escuro... - disse em um tom falso de desapontamento. Se não dava para ver, dava para tocar o que era mim vezes melhor.

Ele virou-se grudando seu corpo com o meu. Fiz questão de grudar minha cintura na dele, meu peito no dele, deslizando as mãos sobre seus braços, sentindo-o. Não tinha vergonha na cara, estávamos em uma festa, e aproveitar não arrancaria nenhum pedaço. Mordi o lábio, fitando suas orbes, ouvindo suas palavras. Não sei se era a contato, o cheiro, a voz ou os lábios dele que chamavam minha atenção, mas em um ato expontâneo coloquei as mãos em sua nuca, levantando-me na ponta nos pés, roçando meus lábios contra o dele, encaixando-os e chupando sua boca com volúpia. Não sabia se seria correspondida, e não me importava, só queria fazer aquilo e muito mais.


Edward x Beijo

  
  
  
clumsy @ sa!

Lunna Hill Kowalczyk
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Re: Varanda...

Mensagem por Edward Vane em Qua 18 Set - 12:48:48




The Great Party






Sentia o toque dos lábios intensos dela em contanto com o seus. Ela o beijara de maneira espontânea, com os corpos encostados um no outro da mesma maneira que havia acontecido com o lábio de ambos. Sentiu toda a intensidade e fervor quando ela chupou seus lábios de maneira frenética enquanto ele a beijava e vice-versa.  Levou as mãos até a cintura dela, onde a segurou em seu quadril puxando para si naquele beijo, encostado seu peitoral despido ao encontro dos seios dela.


Enquanto experimentava o toque de sua língua, deu alguns passos á frente, pressionando o corpo dela contra o balcão. Sentindo fervor e excitação. Enquanto continuava á mordiscar o lábio inferior dela de leve deslizando sua língua pelo mesmo. Afastou seu rosto devagar do dela aproximando-a do pescoço da jovem, com a respiração ofegante para que ela pudesse ter a sensação desejada. E ergueu-se numa postura á altura dela, encarando-a nos olhos, disse quando inclinou-se na direção dela, murmurando no seu ouvido. - Eu ainda não sei seu nome, Senhorita perfeição. -


Sorriu pra ela de modo contente, quando lembrou-se que ela era muito trapaceira naquele jogo que haviam se divertido, e que fez Katherine se apossar de sua camisa. Olhou para a moça de modo desconfiado, ao mesmo tempo brincalhão. - Como será que vou sair daqui, sem camisa? - questionou para ela, esperando alguma resposta que iria satisfaze-lo.


Agradeceu á si mesmo pelos pensamentos, por encontrar Katherine aquela noite, aquela garota lhe intrigava por alguns motivos, e superava suas expectativas. Teve muita sorte pelo que os destinos se traçarem naquela noite, talvez fosse realmente um novo começo para ambos. E ela teria muitas oportunidades para apresentar a "geração nova" de Nova York, além do lado divertido da cidade que ela conhecia e ele iria fazer questão de acompanhá-la.


Requisitou ao homem que trabalhava no bar, o mesmo que havia desligado a iluminação do loca. Que trouxesse mais dois copos de tequila para dividir com a garota nova, que havia acabado de conhecer, e muito bem. Ainda mais que ela era uma garota que pouco se encontrava, criativa, e sexy. Cheia de ideias para joguinhos de sedução. Algo que Edward sentia muita atração e desejo. Permaneceu á encará-la quando havia feito a questão anterior, esperando a resposta.



Com: Katherine d'Alembert



Edward Vane
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L'amour... J'préfère de temps en temps, je préfère le goût du vin.
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Re: Varanda...

Mensagem por Samira Kavanagh Grigori em Qua 18 Set - 22:30:46



I don't know how to lie.
 Não sabia explicar a confusão que estava dentro de mim. Sentimentos.  Culpa. Perante a Meegan eu abaixava minha guarda, não conseguia ser forte, não conseguia encará-la como se não tivesse feito nada, aliás, este era um dos motivos da minha partida tão repentina: fugir dos problemas.

Ficamos a nos encarar por um momento, momento este que parecia horas. Esperava que a mesma me abraçasse que dissesse que estava preocupada comigo, que iria dar tudo certo e voltaríamos a ser como era antes. Eu esperava isso, mas o que eu recebi foi algo que me desapontou. 

-Não sabia que tinha voltado. - encolhi os ombros, dando um suspiro pesado antes de começar a falar, antes de colocar a mascara da mentira para que não á magoasse para não me magoar.

- Também senti a sua falta. - respondi com sinceridade, e quando percebi estava abraçando-a com carinho. Só queria minha melhor amiga comigo, queria desabafar, pedir perdão, dizer que não prestava em vários idiomas, mas o máximo que consegui foi apoiar meu rosto em seu ombro e fechar os olhos. - Eu passei por tanta coisa, não sabe o quanto queria te ver, mas não sabia como te procurar... - eu sabia e muito bem como procurar ela, mas jurei nunca mais pisar em sua casa, ainda mais com ele lá dentro.

O celular vibrou em meu bolso, e martirizei quem estava estragando aquele momento. Afastei-me dela pegando o aparelho, notando no visor uma nova mensagem - Johnny perguntava onde eu estava. Respondi que era para ele seguir em frente, dando o endereço da casa de Rachel, assim iria ir no meu carro para seu apartamento. Coloquei o celular de volta no bolso, encarando Megs com um sorriso fraco nos lábios. O clima estava tenso.

- O que a loira mais gostosa do colégio faz no meio da pista de dança bebendo como se o mundo fosse uma merda? - questionei. Cruzando os braços com um sorriso de canto. Estava desconfortável, nervosa, sentindo um enjôo estranho. Era assim que me sentia quando agia como uma hipócrita.

.
Samira estava com Megs no meio da  pista e usava essa roupa. Observação: post feito pelo celular, possíveis erros gramaticais e esse template foi feito pela clumsy do SA

Samira Kavanagh Grigori
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Fazendo filhinhos sz
Hm...
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Re: Varanda...

Mensagem por Aimée Murdoch Bertrand em Qua 18 Set - 22:38:52


"We got 'n' differences, Caitlyn, thank the gods. And one of them is that you steal candy from a baby, I'd rather take the meat from the lion's mouth." I smiled triumphantly. " I'll be waiting you in the pool area, sisters. The air was a bit thin here." Continued, flipping my blond hair back as she turned and gave her back to them, walking prepotentemente out of space.

You'll never forget my name
Power and control, I'm gonna make you fall. Power and control, I'm gonna make you fall. I'm gonna make you fall, We give and take a little more, You can't have peace without a war, Without a war, without a war.
Barbie. Assim que ouvi sua voz meus lábios se abriram em um largo sorriso, e mais maroto do que anteriormente. No entanto, não desviei meus orbes do local escuro além do corpo de Barbie, local que Chenny também fitava fixamente. – Se vocês estiverem pensando no que eu estou pensando, acho melhor preparar minha câmera. – Minha irmã disse, virando-se para onde nossos olhares se encontravam. Mordi os lábios e finalmente olhei para ela, instantaneamente satisfeita por tê-la ali. Ainda não entendia porque ela tinha saído, mas o importante era que estava de volta. Havia tanto que não fazíamos nada juntas e agora, finalmente, tínhamos um novo desejo em comum. Não sei como um copo de alguma bebida parou em minhas mãos, mas logo senti que Bruce tirava-me dele. Bom, tanto faz, eu não queria beber nada mesmo. – Pensando bem, Batman, acho melhor repensar sobre ir comigo. Eu não me demoro. – Falei para ele, ignorando seu pedido de “mais”. Apenas mais um olhar trocado entre minhas irmãs e eu e já sabíamos o que seria feito. Não havia nada melhor do que conhecer alguém a ponto de ler suas expressões e entender com perfeição.

Juntas, colocamo-nos a caminhar por entre a multidão colorida, que até parecia estar começando a cansar de dançar, se observarmos que o fluxo na pista de dança estava diminuindo. Ainda bem, porque assim eu não era manchada demais por toda aquela tinta florescente colorida sem a intenção. Na verdade, eu acho que as pessoas estavam se afastando de nós de propósito. Ah, como é bom gente que tem consciência de onde fica diante da hierarquia. As passadas eram prepotentes e combinava com a firmeza da certeza do que eu estava prestes a encarar. Já perto do bar, os vultos formavam-se com mais clareza, mas eu não queria estar no escuro. Ela precisava me ver. Parei a três passos deles, colocando uma das mãos na cintura e estalando o dedo, ensaiando em meu rosto um dos meus melhores sorrisos, cheio de um sarcasmo invejável. – Luzes! – Minha voz saiu acima da música e instantaneamente meu comando foi atendido por alguém. Obrigada deuses pelos bons funcionários, amém. Arqueei as sobrancelhas diante da surpresa que meus olhos encontraram. A garota lá, que eu não me lembrava o nome, nem ao menos fazia questão, estava postada de frente a mim mas de costas para o balcão do bar, cercada por uma figura forte, com cerca de um metro e oitenta de altura, talvez um pouco mais. E ele estava despido de camisa. Essas pessoas hoje em dia não tem vergonha na cara mesmo. Passei uma das mãos em meus cabelos, jogando-os para um lado enquanto fixava minha íris azulada no projeto de gente do Lower East Side. Toquei o ombro do rapaz, chamando sua atenção para que ele virasse para mim, tornando-me então visível aos olhos da garota. – Sentiu minha falta, Caitlyn? – Ou ela se chamava Karolyne? Argh, não importa. Fitei o rapaz desconhecido desde os sapatos que ele usava até a ponta de sua cabeça. Franzi o cenho, não fazendo nenhuma questão de esconder que eu realmente o estudava. – Parece que seus níveis estão ficando sutilmente melhores, Caitlyn. Já os seus, rapaz, sinto dizer que não tem um bom gosto. – Apontei para a moça escorada no bar, fazendo menção ao gosto a que me referia. Voltei meu olhar para ela, mantendo o sorriso falso. – Essa não é a roupa que você estava usando na última festa, no meu terraço? Nossa, fico feliz que tenha conseguido tirar a mancha que deixei. –  Um riso baixo escapou e uma luz parecia ter me iluminado enquanto minha mente trabalhava rapidamente em algo. Virei-me para o rapaz desconhecido, caminhando até ele e pondo a mão em seu ombro, passeando ao redor de seu corpo enquanto a ponta dos dedos de minha mão deslizavam por suas costas até o outro ombro. – Meu nome é Aimée Bertrand, e você nunca esquecerá. – Sussurrei em seu ouvido, mordendo levemente o lóbulo de sua orelha. Parei de frente a ele, deslizando ainda a palma da mão no abdômen despido do rapaz, em seguida colocando minhas duas mãos infiltradas em seus cabelos lisos, puxando alguns fios de forma sutil e pondo-me na ponta dos pés, fechando os olhos antes de tocar levemente meus lábios entreabertos nos dele, deixando o seu inferior entre os meus e mordendo-os sem força alguma. Ao soltar, suguei seu lábio superior colocando pressão e selei nossos lábios de forma demorada, movendo-os em seguida em um beijo lento, deliciando meus lábios nos dele de forma rápida. Encerrei o beijo, abrindo os olhos devagar e fixando os olhos diretamente nas íris acastanhadas do rapaz por um instante curto. Soltei-me dele lentamente, abrindo um sorriso malicioso enquanto ainda o fitava curiosamente, lançando ao rapaz uma piscadela safada.  – Temos ‘n’ diferenças, Caitlyn, graças aos deuses. E uma delas é que você rouba doce de criança, eu prefiro tirar a carne da boca do leão. – Sorri triunfante. – Espero vocês na área da piscina, irmãs. O ar ficou meio rarefeito por aqui. – Continuei, jogando meus louros cabelos para trás enquanto girava e dava as costas para eles, caminhando prepotentemente para fora do espaço.

with:Barbie, Chenny, slag and unknown ; vestindo: clothes; notes: My name ís Aimée Bertrand, and you'll never forget that.; original de Skaôi © Source Code; modificado por Maay;
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Re: Varanda...

Mensagem por Chenault Murdoch Bertrand em Qui 19 Set - 13:46:35

Don’t be a drag, just be a Queen!
Com: Aimée; humor: Sarcastica; vestindo; isto(clica!).

  Aimée havia feito as apresentações, mas eu realmente não me importava em conhecer o seu pseudo-amigo. Bruce? Eu não me preocuparia, até o final da noite eu já teria esquecido aquele nome. Algo chamou a minha atenção, a voz tão conhecida, desde quando eu era criança. Alguém que deveria estar naquela festa, mais por algum motivo parecia ter saído dela e resolvido voltar.  Barbara. Eu sorri ao ver minha irmã se aproximar de nós. Eu agora me sentia ainda mais desejosa do que havia planejado fazer. Depois de anos nós estávamos ali de novo, as irmãs Bertrand acabando com a vida social de quem entrava no caminho de qualquer uma das três.
Iniciei minha caminha junto a Aimée, que estava na frente, e Barbie. Nós seguíamos em direção ao bar, mas eu não estava afim de tomar nada muito forte, não por enquanto. Peguei uma taça de vinho disposta na bandeja de um dos garçons que passava por mim. Não que eu gostasse tanto de vinho quanto gostava de Martini, mas o melhor sempre fica pro final, então o Martini ficaria para depois.
Levei a taça aos lábios bebericando o líquido quase vermelho. O gosto meio doce tomava minha boca e descia por minha garganta, eu poderia estar bebendo algo melhor e mais forte, com certeza precisaria mais tarde. Voltei minha atenção a Aimée, ela se aproximava da garota que eu imaginava ser a responsável pela mancha em sua roupa na última festa. Não que isso importasse, nós podíamos sujar qualquer roupa e jogaríamos fora, sem apegos, tínhamos tantas. Mas aquela garota havia se metido com uma Bertrand e todos sabem, a Bertrand nunca deixam que nada passe em branco. Mexa com uma Bertrand e verá a fúria e vingança de três leoas.
De repente a luz passava a iluminar as pessoas a minha frente. Minha irmã mais nova se aproximava do rapaz que parecia acompanhar Katherina. Era esse o nome dela? Tanto faz, ela era apenas mais uma garota que seria esmagada pelos nossos Louboutin. Mantive-me ao lado de Barbie, enquanto apenas observava Aimée se dirigir a garota. Girei a taça de vinho e minha mão e tomei um minúsculo gole, agradecendo ao deus Dionisio por ter pelo menos vinho naquela festa. Não pelo gosto do vinho, mas por outros motivos.
Aimée beijou o garoto que acompanhava Katherina, que se dane o nome dela, eu estava surpresa com a ação de minha irmã. Arqueei uma das sobrancelhas e eu podia saber que a garota ficaria bolada o suficiente com minha irmã para tentar fazer algo com ela. Eu não deixaria é claro. Aimée disse que nos esperaria na piscina e eu me precipitei em direção a Katherine, eu tinha algo a fazer e isso deveria ser feito antes que minha irmã de afastasse. Dei os meus primeiros passos e sussurrei baixo para Barbie.
- Acho melhor ligar sua câmera, gatinha.
Ergui minha cabeça e caminhei, um passo de cada vez, minhas pernas se cruzavam lentamente. Os passos eram calmos e eu sabia que só pelo jeito de andar eu já era superior aquela garota. Ignorei o rapaz sem camisa próximo a ela. Essas pessoas de Nova Iorque deveriam ser mais civilizadas. Parei a frente de Katherine, ainda com a cabeça erguida. Eu sabia me postar em frente a uma pessoa e todos os anos sendo a garota boazinha não tinham me feito esquecer como era ser a menina má.
- Antes que pense em se vingar de minha irmã, olhe bem com quem está se metendo. – mantive a expressão seria e o olhar intimidador. – Acho melhor não se meter mais com nenhuma Bertrand ou fazemos na sua vida um inferno. – Pronunciei as últimas palavras em um tom mais baixo, porém ainda mais ameaçador. – Não se esqueça, somos nós quem ditamos as regras, não seja tola de se meter com quem pode acabar com a sua vida em um estalar de dedos.
Dei um passo a frente, estava ainda mais próxima dela. Estavamos a poucos centímetros de distancia, eu a encarava como se pudesse acabar com ela em apenas um piscar de olhos. Deixei que minha taça se virasse em direção dela e o líquido semi-vermelho caiu sobre a roupa dela.
- Ops, desculpa. Como eu sou desastrada não? – O sorriso em meu rosto era tão sarcástico quanto podia ser. Olhei para a taça em minha mão que agora já estava ereta mais uma vez, o líquido estava pela metade. Voltei a fuzilar seus olhos após dar um passo para traz, na intenção de não molhar meus sapatos com o vinho. – Espera, ainda tem um restinho.
O sorriso agora era não falso e sarcástico, meus olhos eram brilhavam, aquilo era uma espécie de diversão para mim. Não esperei que se passasse nem um minuto desde que tinha jogado o vinho na roupa dela, não podia deixar que ela se afastasse, Imediatamente ergui minha mão com a taça até o alto da cabeça dela e virei a taça. O líquido se derramou pelo cabelo dela o molhando e deixando com cheiro de vinho. Estiquei a mão com a taça na direção do garoto que a acompanhava.
- Segure isso para mim. – ele segurou, afinal, ninguém é maluco de desacatar uma ordem de uma Bertrand.
Aproximei meu rosto apenas um pouco de Katherine, meu olhar voltava a ser intimidador e minha voz soava como uma ordem. Grossa e clara, era a maneira que eu costumava ser com quem não gostava.
- Não precisa me agradecer, seu cabelo está bem melhor assim, mas dispenso o agradecimento. – Afastei meu rosto e dei um passo para traz, me virando de costas e começando a caminhar em direção a área da piscina. Olhei por sobre o ombro para garota pela última vez.


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Re: Varanda...

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Qui 19 Set - 19:18:58


What you said? She ain't no diva.

I'm  a diva. I’m a I’m a Diva. Na na na, diva is a female version of a hustla!



Acho que não me lembro de tê-las visto tão felizes por me ver, o sorriso das minhas irmãs eram sadicamente irradiantes. — Pensando bem, Batman, acho melhor repensar sobre ir comigo. Eu não me demoro. — Ela disse para o garoto do lado, eu nem sequer notaria que ele estava ali se Aimée não se dirigisse a ele. Trocamos um olhar e nenhuma sílaba precisava ser dita para que compreendêssemos para onde seguir, Aimée foi na frente e eu gesticulei para que Chenault fosse logo atrás, eu precisava ficar por último agora. Passos firmes e petulantes foram dados em direção ao bar, andávamos da mesma maneira; Meu olhar era desdenhoso, fora do comum, meu nariz nunca ficava tão empinado quanto quando eu iria sabotar, contive um largo sorriso situações como essa pediam rigidez até mesmo na expressão. — Luzes!  — Aimée se dirigiu ao Barman estalando os dedos; Eu tinha certeza de que ela aprendera essa comigo; as luzes se acenderam num instante. Finalmente pude encarar a pobre figura, Katherine; Na minha posição eu deveria conhecer com quem eu estava lidando, sem tempo para cinismo barato. — Sentiu minha falta, Caitlyn?  Parece que seus níveis estão ficando sutilmente melhores, Caitlyn. Já os seus, rapaz, sinto dizer que não tem um bom gosto.  Essa não é a roupa que você estava usando na última festa, no meu terraço? Nossa, fico feliz que tenha conseguido tirar a mancha que deixei.  — Aimée disse, mantive meu olhar sóbreo, sem oscilações mas quando eu vi minha irmã beijar o garoto que parecia ser o acompanhante da coisinha eu tive de sorrir; deleitei-me com a cena, deixara meu celular à postos e logo comecei à capturar os momentos. — Temos ‘n’ diferenças, Caitlyn, graças aos deuses. E uma delas é que você rouba doce de criança, eu prefiro tirar a carne da boca do leão. — Amy disse ao terminar o beijo se virar e dizer que nos esperaria na piscina. — Acho melhor ligar sua câmera, gatinha. — Quem falava agora era Chenault, naquele tom de voz de anos atrás, quase chorei pela emoção de ter minha irmã mais velha de volta; Minha vontade era de pular e gritar, mas contive a exaltação mantendo o olhar arrogante sem desviar a mira de Katherine por nem um décimo de segundo, suas reações eram aparentes mesmo que ela tentasse camuflar e seu aborrecimento era um espetáculo. Chenault deu alguns passos para a frente — Antes que pense em se vingar de minha irmã, olhe bem com quem está se metendo. Acho melhor não se meter mais com nenhuma Bertrand ou fazemos na sua vida um inferno. Não se esqueça, somos nós quem ditamos as regras, não seja tola de se meter com quem pode acabar com a sua vida em um estalar de dedos.  — Minha irmã deixou que boa quantidade da taça de vinho que estava em suas mãos se derramasse na garota que se já estava aborrecida, ficaria ainda mais. — Ops, desculpa. Como eu sou desastrada não? — Segurei o riso. Logo depois ela despejou o resto da taça nos cabelos da menina, vingança bem distribuída. Ela deu o último recado para a garota encharcada e deu as costas se retirando para a piscina. Por Deus, como eu estava agradecida pelos celulares com câmera naquele momento. Bloqueei meu celular guardando-o em minha bolsa, agora era eu quem assumia; jogo de gente grande.

Eu não tinha motivos contra a garota em questão, mas à partir do momento que ela quis mostrar suas asinhas para uma de minhas irmãs, havia mexido com a colméia inteira. Passos pacientes para frente e a garota ainda observava Chenault se retirar, meu olhar era de desdém tão intenso que eu olhava a pobre coitada como se ela fosse o ser mais nojento da face da terra, a criatura mais desprezível. — Eu só vou falar uma vez e é bom você olhar para mim quando eu disser, pedaço de lixo suburbano. — Minha voz era firme, arrogante. E eu falava sério, sem sarcasmo ou ironia nem mesmo cinismo. — Acho melhor você parar de bancar a Dora Aventureira se metendo com minhas irmãs, porque eu conheço bem esse seu tipo que quer se promover atacando quem tem mais status. Pois bem, da próxima vez que você se meter à besta com uma das Bertrand, sim Bertrand, e nem adianta fingir que não entendeu porque você não é nem tão tapada assim e  sabe muito bem que o B maiúsculo do nosso nome vale mais do que, veja bem... Você! — Olhei a garota da cabeça até os pés com uma das sobrancelhas arqueadas e um sorriso que agora sim era cínico —Eu espero que você tenha entendido bem que o lugar de gente como você, é limpando o chão que eu piso. — Agora eu sorria, sorria de pena da garota encharcada que me encarava com aquela cara detestável de pouca fortuna. — Pode ir chamar seu cafetão, ou suas amiguinhas, pode ir chamar a polícia, pode ir chamar o Governador. Porque nesse jogo eu sou o governador, e eu faço as regras e se você sair da linha, projeto de vadia, eu piso em você. — Estalei os dedos bem na frente dos olhos da garota — Olhe por onde anda. — Disse dando meia volta jogando meus cabelos para trás me retirando com passos ainda mais confiantes  pegando uma taça de cosmopolitan de um dos garçons. Caminhei até a área da piscina onde estavam minhas irmãs que conversavam juntas — Uh-oh, game over pra vadia! — Dei uma gargalhada alta me virando e fazendo sinal para que minhas irmãs me seguissem — Vamos sair daqui, me acompanhem. — Andei por entre as pessoas da festa até uma área com muitos bancos e pufes, me joguei em um deles pegando meu celular e enviando tudo diretamente para a Secret.  Minhas irmãs vinham chegando e sem deixar de olhar para o celular pronunciei — Eu tento ser gentil, eu juro eu tento, mas quando se tratam dessas vadias de baixo nível eu não consigo me conter, elas já deveriam saber o que é bom pra elas, assim elas parariam de mexer conosco.




POST:??? • CLOTHES: ThisLISTENING: Diva - Beyoncé• NOTES: Uh-oh game over to the bitch!

Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Varanda...

Mensagem por Lunna Hill Kowalczyk em Sex 20 Set - 20:35:47

Nothing important, just three little bitchs.
O beijo foi lento, quente e provocante com as mordiscadas que dava em seu lábio inferior e superior. Nossas línguas se entrelaçavam em uma dança suave, envolvente. Minhas mãos estavam sobre suas costas, arranhando de forma atraente para estimular o rapaz, que agora, empurrava-me deixando minhas costas contra o balcão e meu corpo contra o seu.

Assim que o beijo parou para que pudéssemos recuperar o fôlego, aproveitei para morder seu lábios inferior, puxando-o entre os dentes de um jeito travesso, e soltando em seguida. Continuei com as pálpebras fechadas aproveitando aquele momento, só nosso. Suspirei pesadamente, quando a respiração do rapaz ficou contra meu pescoço, o que fez meu corpo se arrepiar.

- Katherine, muito prazer. - apresentei-me, abrindo os olhos e fitando suas orbes escuras de forma intensa. Passei a língua em volta dos lábios ainda sentindo o gosto dos lábios do rapaz. Definitivamente, encontrei uma companhia agradável.

- Se depender de mim vai sair daqui sem nenhuma peça de roupa. - respondi com malícia. Acho que ser bem comportada na frente daquele rapaz seria a ultima coisa que faria naquela noite.

Edward solicitou bebida para o barman, o que eu agradecia mentalmente, pois sentia que ia precisar dessa bebida. Inclinei no balcão pegando o copo com o líquido alcoólico, foi então que ouvi aquela voz fina e irritante por trás das minhas costas. A primeira coisa que fiz, obvio, foi perder meu tempo com a bebida alcoólica, levando o copo nos lábios e apreciando o sabor forte da mesma. Como tinha previsto, iria precisar dela por vários motivos e uma delas era de ficar bêbada para esquecer a dor de cabeça que o perfume dela me causava.

- Diria que é um prazer em revê-la, darling, mas sei que você detesta mentiras. - lhe respondi, virando-me para a mesma com um sorriso extremamente cínico nos lábios, assim como o tom das minhas palavras. Estava louca para ver o que ela faria, empolgada. 

Brinquei com o copo, girando-o enquanto o líquido rodopiava por dentro do vidro. Cada palavra que ela dizia fazia eu abria um sorriso ainda mais largo. A situação era cômica: ela tentando me tirar do sério, falando coisas que eu realmente não dava a mínima importância.

Observei a mesma chegando perto de Edward e beijando-o. Levei o copo aos lábios dando um gole na vodka. Sinceramente, ela resolveu seguir os meus passos (ou tentar), pois agiu da mesma forma que eu na festa anterior. Isso me desapontou.  Era tão retrô... Usar comigo isso era um ato babaca. Estava com tédio, muito tedio. Coloquei as mãos sobre a boca, bocejando.

- Na onde aprendeu a ser essa bitch desqualificada? Em algum beco do Brooklyn?Lamento te dizer, mas precisa aprender com os melhores. - fitei-a dos pés a cabeça. Coitadinha.  

Como eu havia pensado, e tinha certeza ela só iria me provocar e sair, sair como uma covarde. Realmente pensava que sairia alguma coisa interessante naquele projeto de loira, só achava, fazer algo surpreendente dela era muito difícil, não tinha neurônios suficiente para processar alguma coisa original. 

- Já acabou o showzinho? Uou, realmente estou impressionada. Ousa se comparar a mim e faz absolutamente as mesmas coisas que eu, ou tenta,  queridinha, porque você precisa de muito mais que isso para subir ao meu nível. - respondi a mesma, apoiando os cotovelos no balcão. 

Sai uma entra outra, argh, fiz churrasco com a única vaca da arca de noé para ter de suportar aquela gentinha azeda. A segunda é a tediosa seilá o que porque realmente não lembro do nome dela. Vou chamá-la de tédiozinha, soa fofo.

 - Que lindo, ela trouxe o prostíbulo todo. - disse dando uma risada bem humorada, e eu estava dando uma risada de verdade, sem ironia ou cinismo. 

A garota se aproximou de mim, parecia que faziam uma filinha para terem de me importunar. Ok, vamos ver o que essa tem para oferecer. Eu virei o copo, bebendo o restante da vodka e depositei ele sobre o balcão, apenas fitando-a nos olhos, encarando sem desviar um segundo. Um sorriso de canto brotou nos lábios carnudos, e comecei a ouvir ela, e sinceramente, o apelido convinha da dona, oh garota sem sal.

O legal disso tudo era que nenhuma sabia se defender sozinha, outra coisa interessante delas: a covardia era de família. Eu não me intimidei, elas nem dava medo em uma mosca, imagine se davam medo em mim? 

- Acabou o discurzinho chato? - pousei as mãos sobre minha cintura. - Primeiramente: Ser tedioso é da natureza das bitchrands, ou fizeram curso profissionalizante? - perguntei com ironia. - Segundo: eu não sigo regras, eu quebro elas, honey. Se acha que todo esse papo merreco vai me assustar, engana-se vai apenas me estimular mais e mais. 

Estava amando tudo aquilo. Uma loira falsificada pior que a outra. Então, ela se aproxima joga todo o vinho dela sobre mim. Tedioso. Fiz isso diversas vezes, e já levei, confesso. A garotinha sem sal tentou como sua irmã me tirar do sério. Quantas vezes eu tenho que repetir que precisa bem mais do que isso?

- Oh como você pode ser tão má? Sujar minha roupa favorita dessa forma, tão cruel. Acho que vou chorar. - fiz um teatrinho dramático, minha expressão mudou repentinamente, os olhos cerrados, os lábios trêmulos de angustia, toda a cena de pura hipocrisia. Ergui meu rosto orgulhosa, mordendo os lábios para conter o riso. - Estou realmente com medo de você, vou pensar duas vezes antes de mexer com as bitchrands, vai que um mafioso aparece e derruba uísque na minha roupa? Pois não sabem se defender sozinhas, acho que vão acabar contratando alguém para fazer o trabalho "sujo". 

Agora era o terceiro round, a que se denominava queen bitch tomou as dores, grande novidade, elas eram tão previsíveis que tudo que diziam e faziam me dava sono. Mordi o lábio de forma lenta, com um olhar brincalhão nas  orbes acastanhada, ouvindo a xexelenta queen falar. Elas deveriam ter um problema na voz, algo parecido porque o tom era irritante assim como elas.

- Se aparecer? Só de olhar para si me dá pena, espera o momento perfeito para se intrometer se sentindo a superior, mas no fundo é um neném querendo colo e atenção. - sorri de canto. - Não querida, prefiro chamar vocês de Bitchrands, combina mais com a índole da família.

Fitei minhas unhas que eram mais importantes que aquela suzie... Esse era o apelido? Dane-se eram todas do mesmo pasto. Não contive a risada, tinha que gargalhar e de fato aconteceu. Dei um suspiro longo para conter o riso.  - Acho que anda assistindo muito ao canal da disney, porque esta fantasiando demais, Suzie, seu governo caiu faz tempo junto com sua coroa, só você que não se toca disso. Aliás, como eu disse para a sem sal ali, eu não sigo regras de ninguém, muito menos de uma cadela no cio como você.

A azeda estalou os dedos, e segurei um riso, levando as mãos á boca. E lá se vai ela saindo se achando a ultima bolacha do pacote... Acho que ninguém avisou para ela que a ultima bolacha é a que sempre esta estragada. 

Mas se achavam que iam sair vitoriosas depois de todo o blá blá blá tedioso que tive que suportar, estavam muito enganadas. - Vou resolver um assunto, espere por mim. - disse para o rapaz e desapareci. Sorri maldosa ao notar um rapaz com uma mangueira que injetava tinta fosforecente, aquilo me deu uma ideia... Fui até ele e pedi com educação que me emprestasse, sim eu sei ser educada quando estou de bom humor. Com a mangueira em mãos só foi se aproximar, mirar e pow! A tinta foi na direção das três que estavam próximas a alguns pufes, pintando seu cabelo, sua roupa, seus sapatos, enfim, elas brilhavam em tudo. Não queriam atenção? Pronto, fiz um favor.

- Vocês pareciam tão pálidas que resolvi dar uma corzinha para ver se melhora essa cara de songa de vocês... - essa era a diferença de brincar com uma delas e comigo, eu não deixo me abater por ameaças, ainda mais de pessoas que eu quero tanto o bem, para a sorte ou puro azar eu não era do tipo que abaixa a cabeça e vai embora. Eu faço acontecer. 

Virei-me indo em direção do rapaz, mas parei abruptamente os passos, fitando-as sobre o ombro. - Um aviso: as estrelas que brilham mais fortes, são as que queimam mais rápido. - disse com desdém desaparecendo entre a multidão.

(...)

- Você deve ter notado o quanto NY é interessante. - falei ao me aproximar do rapaz, com um sorriso atraente nos lábios. - É apenas o começo de muitas coisas que posso lhe mostrar. - peguei a blusa dele sobre o balcão, dando um sorriso travesso nos lábios. - Se quer recuperar sua blusa, terá que me acompanhar. - levei minhas mãos sobre seu queixo. Passei a língua nos lábios carnudos deixando-os úmidos. - Afinal de contas, a noite é uma criança.

Soltei seu queixo e andei na frente, caminhando até a porta do apartamento e saindo do mesmo. Sabia que ele me seguiria, até porque iria mostrar o verdadeiro significado da palavra diversão.



ENCERRADO.

Edward x Bitchrands x fun

  
  
  
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Re: Varanda...

Mensagem por Aimée Murdoch Bertrand em Sex 20 Set - 23:45:36


"Do not EVER compare myself to you, bitch project. The simple fact that I'm not a bitch from the suburbs who buys clothes in thrift store and have to pick up trash on the street to pay for college. Emulate his footsteps? HAHA, very, very funny. I already know you're the type who does not have discretion to choose who to kiss, and calls itself the homewrecker, then I really think you imitate? PLEASE, spare me. I did not imitated, dear. I showed you how. With class, something you have not even remotely.

You just hate us 'cause you ain't us
Power and control, I'm gonna make you fall. Power and control, I'm gonna make you fall. I'm gonna make you fall, We give and take a little more, You can't have peace without a war, Without a war, without a war.
Ela podia até demonstrar que não estava se sentindo nada, mas quem não conhece que a compre. Credo, aquele projeto de suburbana eu não queria nem de graça. Pior que ela nem sabia brincar. Puff, criatividade estava em falta ali. Palavras tolas e completamente sem nexo. – Na onde aprendeu a ser essa bitch desqualificada? Em algum beco do Brooklyn? Lamento te dizer, mas precisa aprender com os melhores. – Ouvi as palavras dela com tanto desprezo que até fingi vomitar, fazendo a típica careta de nojo que ela me dava. Argh. Não suportei, tive que dar uma gargalhada bem alta e estrondosa antes de me dirigir àquela criatura saída dos becos. – Pra começar, só vejo uma frequentadora de becos aqui, e estou olhando pra ela nesse exato momento. Eu sei que é difícil não ter uma casa decente pra ficar. Espera, não, eu não sei. A única coisa que sei é que o beco é seu lugar. Aliás, Gramática faz bem às vezes, sabia? Tipo, aprender a falar corretamente. Não existe “na onde”, querida. Você deve ter passado de ano dando para os outros, e em troca eles fizeram suas provas em alguma escola pública por aí, porque não vejo nenhum, nenhum tipo de educação em você. – Eu deveria escolher inimigas com mais critério, a falta de criatividade da garota em respostas para tentar me irritar estava me dando mais nojo ainda. E vem ela dizer que eu estava imitando? Outra gargalhada, não conseguia suportar o quão patética ela era. – Não me compararia NUNCA a você, projeto de vadia. Pelo simples fato de que não sou uma cadela do subúrbio que compra roupas em brechó e tem que catar lixo na rua pra pagar a faculdade. Imitar seus passos? HAHA, muito, muito engraçado. Eu já sei que você é do tipo que não tem critério pra escolher quem beijar, e se auto-intitula de destruidora de lares, então acha mesmo que eu te imitaria? POR FAVOR, me poupe. Eu não te imitei, querida. Te mostrei como se faz. Com classe, coisa que você não tem nem de longe. –  Pisquei pra ela com todo cinismo que continha em mim. Tem gente que não sabe se colocar em seu devido lugar. Eu tinha certeza que minha expressão era de nojo, já que eu não tinha outra sensação perante aquela garota idiota que se acha a última gota de água do deserto, mas não passa de um camelo precisando de um banho. Aliás, ela tinha uma grave semelhança com camelos, nojenta e corcunda. Aí sim, joguei os cabelos para trás e me retirei. Não suportaria mais um minuto perto do projeto de stripper. Ela era apenas um projeto, em tudo.
Uh-oh, game over pra vadia! – Assenti quando minha irmã falou, sorrindo com desdém. – Projeto, né? Porque nem pra vadia ela serve. – Segui Barbie para fora da área da piscina, voltando para onde estava a estrutura metálica da festa. Ali encontramos alguns pufes e não hesitei em sentar em um deles. Peguei meu celular e comecei a verificar meus e-mails, minhas redes sociais. Curtidas master no instagram na foto do look que usei para ir àquela festa. Fã clube da Aimée? OMG, eu nem sabia que eu tinha um fã clube. Okay, depois eu verificaria aquilo, agora eu precisava comemorar, então guardei o telefone dentro de minha bolsa novamente. Pela primeira vez em semanas, sentia-me tão bem que seria capaz de virar a noite acordada. Nada melhor do que um belo xeque-mate. – Acho que estamos precisando escolher melhor, manas. Tá ficando cada vez mais monótono as respostas e reações delas. Não se fabricam mais pessoas com criatividade suficiente para nos fazer ter o mínimo de esforço. Puff. – Peguei um copo de água com um garçom que por ali passava, bebendo parte do líquido cristalino, quando vi algo que quase me fez jogar a água toda fora. Tive que respirar fundo várias vezes e engolir devagar para não engasgar. Apontei com a cabeça para minhas irmãs a figura (Katherine) na área da piscina jogando tinta em algumas meninas que por ali estavam. Soltei uma risada desdenhosa, acompanhada pelas outras louras ao meu lado. – Aquela ali faz tudo pra chamar a atenção. Sabe o sentimento que eu tenho por ela além do nojo? Pena. Eu realmente sinto pena. Coitada. Dei de ombros e terminei minha água, deixando o copo em algum lugar qualquer. Não se passaram nem mesmo cinco minutos e meu telefone vibrou na bolsa. Uma ligação de um número que eu não tinha gravado. Enfim, atendi a ligação, sem fazer questão de sair do lugar onde estava, afinal, a música ali nem estava tão alta.
A garota do outro lado da linha deveria ter dito por favor pelo menos trinta vezes até que eu disse tudo bem, chegamos em meia hora. Guardei o celular e olhei para minhas irmãs, revirando os olhos. – Querem nossa presença na festa dos Rutherford e não aceitaram um não como resposta. Eu já topei por nós. Precisamos de uma festa com convidados de porte mais alto. Vamos. – Comuniquei ás minhas irmãs e já me levantei, esperando-as para que saíssemos juntas, uma ao lado da outra. Chegamos assim, iríamos embora assim. Afinal, três Bertrand’s juntas exaltam os contextos da classe alta.
Turno Encerrado

with:Barbie, Chenny, slag and unknown ; vestindo: clothes; notes: You can't with us, project of bitch; original de Skaôi © Source Code; modificado por Maay;
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Re: Varanda...

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Sex 20 Set - 23:57:08

OFF: Minha resposta é baseada no post  original  da Katherine que foi lançado e postado aqui e ficou um bom tempo dizendo Piscina.  
Final do Post no qual eu me baseei:



You’re a Stupid Hoe.

I'm Angelina, you Jennifer, C'mon bitch, you see where Brad at?




Era impressionante como algumas pessoas conseguiam atingir níveis estratosféricos de idiotice. —  Se aparecer? Só de olhar para si me dá pena, espera o momento perfeito para se intrometer se sentindo a superior, mas no fundo é um neném querendo colo e atenção.  Não querida, prefiro chamar vocês de Bitchrands, combina mais com a índole da família.  — Olhei com pena a garota que realmente achava que estava abalando com um sorrisinho descarado, só acho que ela não notou que estava toda lambuzada de vinho como uma Stripper de quinta de uma boate vagabunda. Tampei a boca segurando o riso ao ouvi-la dizer “Só de olhar para Si me dá pena” Alguém conta pra essa garota que ela acabou de dizer que sentia pena dela mesma? E de novo, ela que sai por aí beijando os namorados da outras, usa aquelas roupas de garota de programa, vai com qualquer um pra cama e sou eu quem quer chamar a atenção e tenho índole de vadia? Alguém poderia doar aulas de sentido e coerência para esta garota? Apenas ignorei, era perda de tempo esfregar na cara dela as dimensões de sua burrice. —  Acho que anda assistindo muito ao canal da disney, porque esta fantasiando demais, Suzie, seu governo caiu faz tempo junto com sua coroa, só você que não se toca disso. Aliás, como eu disse para a sem sal ali, eu não sigo regras de ninguém, muito menos de uma cadela no cio como você. — OH MEU DEUS! ela me chamou de Suzie! Estava oficialmente rebaixada á níveis abaixo dos meus pés, ela era tão original como uma Louis Vuitton made in china. E por mais que ela quisesse insistir, eu ainda era maior e melhor que ela, ela poderia fingir que não reconhecia meu poder, mas eu não à culpo; Era só vontade de se sair superior, uma vadiazinha a mais ou a menos pra me idolatrar não faz falta. Arqueei a sobrancelha ao ouvir o : “Cadela no cio” Bom, mais uma vez, não era eu que saia me arrastando atrás de qualquer macho por aí, ela soava como uma retardada mental falando, como aqueles macacos quando são testados que ficam tentando enfiar o quadrado na abertura do triângulo, mas era isso mesmo que ela me lembrava! Um Macaco! Um chimpanzé! Quando saí tive de me segurar pra não cair na gargalhada.   (...) Lembrava-me da discussão do bar à pouco com a Macaquinha de saias enquanto me preparava para enviar os conteúdos para Secret; Estava quase finalizando o E-mail quando notei a cena mais cômica da festa, talvez do ano. A pobrezinha, naquele escuro todo fora à piscina jogar tinta fluorescente em três garotas loiras que estavam por lá; Mal sabendo que já havíamos saído há séculos e já estávamos bem distantes, a pobre coitada depois de dar seu showzinho nada original saiu se achando a campeã das campeãs... Disparei uma gargalhada escandalosa de pura dó olhando para minhas irmãs e logo depois para as garotas encharcadas de tinta que não faziam ideia do que acontecera. Jogar tinta numa paint party como vingança e ainda errar o alvo; TÃO ABSURDAMENTE ESTÚPIDA! Além de vagabunda e retardada, era cega. Tive de apagar alguns caracteres da minha mensagem e citar o acontecido. A garota não era digna nem da minha pena, deixaríamos para que ela saísse se sentindo por cima e quando ela visitasse a Secret: SURPRISE! Quando finalmente consegui cessar minhas gargalhadas pisquei para minhas irmãs sabendo que havíamos mandado a macaquinha de volta pro seu habitat. As Bertrands estavam de volta, e com força total.

Aimée recebeu uma ligação, um convite para outra festa que supostamente não podia ser negado já que Aimée já aceitara por nós, e já que tudo o que havia para fazer naquela festa já havia se completado, saímos de braços entrelaçados lado á lado ainda dando gargalhadas numa união invejável que nem todos tinham e alguns simplesmente não eram racionais ou qualificados o suficiente para construir.



ENCERRADO


POST:??? • CLOTHES: ThisLISTENING: Stupid Hoe – Nicki Minaj• NOTES: How a person could be so incredibly stupid?

Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Varanda...

Mensagem por Secret em Sab 21 Set - 0:04:30


FESTA ENCERRADA

21/09/13


Para postar agora , apenas com a permissão dos donos da casa.
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Re: Varanda...

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