Hall de Entrada

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Hall de Entrada

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:15:38

Relembrando a primeira mensagem :

Hall de Entrada
Rodeado por vidraças, o hall é o ponto inicial do apartamento. Distribuído por mobílias refinadas e uma planta, dando o ar natural ao espaço. É uma espécie de anexo que liga as escadas à sala de jantar, varanda e piscina.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Rachel Horowitz-Berry em Seg 22 Jul - 16:26:23


Party, Is a Good Idea !?  ♥

With: Eckl | Clothes: Roupa inspirada numa Fantasia de Bailarina. :3 | Feeling: Happy.

Havia se passado um certo tempo após minha chegada na festa, todos ali pareciam se conhecer e estar curtindo aquilo tudo, e na real estava muito bem organizada.
 O Playlist animado tocava e eu acompanhava as musicas com movimentos discretos do quadril, quase impercebíveis. Eu tinha tudo para me jogar no meio do Hall e dançar feito uma louca mas algo dentro de mim não permitia isso, não era meu jeito dar uma de festeira e louca. Pessoas fantasiadas de jeito exóticos passavam por mim sempre chamando minha atenção, alguns até com uns rostos simpáticos, deveria me arriscar a falar com alguém ? '' Qual é, eu to numa festa na casa de estranhos. Não vou perder nada em ir falar com alguém ''. Avaliei mas algumas pessoas e no momento em que ia andar e puxar assunto com qualquer um a minha frente senti alguém parar atrás de mim e me fazer uma pergunta.
Direcionei meus olhos na direção da origem da voz masculina e me deparei com um garoto. Bonito, bem bonito. Ele estava com um copo na mão me oferecendo. Minha feição de susto se transformou em um sorriso de canto meio forçado, A antiga Rachel naquela situação inventaria uma desculpa e sairia dali o mais rápido possível mas como o Kurt havia me dito "New York, nova vida, hora de Mudanças".
Sorri como agradecimento e peguei o copo da mão dele. O garoto se apresentou e tentou puxar assunto, Seu nome era Eckl, um nome diferente mas interessante.
- Sou Rachel, Prazer. Sorrimos um para o outro e começamos uma conversa descontraída. Eu era muito tímida mas isso não me impediu de ter um bom bate-papo com o belo Rapaz. Depois de trocarmos varias ideias e falarmos sobre a festa ele se desligou um pouco como se houvesse visto algo e me pediu licença caminhando para algum lugar atrás de mim. Fiquei parada sem saber o que fazer apenas segui ele com os olhos e pairei o olhar numa garota que ele estava falando a sua frente.
" Ah, Claro ... ''. Mordi o lábio inferior sem graça e me virei voltando a atenção a Pista de dança, talvez ver aqueles malucos dançando me distrairia por algum tempo.  



#Manhattan #Apartamento 3033 #Party #Ballet ♥
I'm the one who want love you more ♥

flarnius
Rachel Horowitz-Berry
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The city that never sleeps.
I don't know, you dare find out?
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Seg 22 Jul - 18:56:33

You know That I'm Fucking Cute
IN THE NIGHT YOUR HEART IS FULL, AND BY THE MORNING EMPTY. BUT BABY, I'M THE ONE WHO LEFT YOU, YOU'RE NOT THE ONE WHO LEFT ME ♥


O que aconteceu com ela, Chenault?
O bichinho da simpatia a picou,
tenho certeza. - Minha irmã, sempre uma engraçadinha já estava conseguindo arrancar o espírito benigno que ocupava parcialmente o meu corpo. - Não, ela
parece estar normal. - Aimée disse, já eu discordava. Eu não era do tipo simpática, pelo menos não com as minhas irmãs. Com elas eu não precisava fingir... Hmm, eu não irei beber nada. Pelo menos por enquanto, pretendo me manter sóbria está noite - Ao menos uma irmã sensata e bem educada eu tinha. - Algum
coquetel com pouco álcool, por favor.
Pode escolher, confio em seu gosto.
Te esperamos na pista de dança,
certo? - Eu beberia um suco de maracujá, álcool engorda e eu estava de dieta como eu quase constantemente estava. Não é fácil manter um corpo de modelo, sabe? Então Aimée seria a única a beber. Era uma bêbada mesmo... Elas me esperariam na pista de dança então daria tempo pra um último check nas redes sociais, cheguei ao bar que não estava muito longe e estalei os dedos para chamar a atenção do barman - "Dear, um coquetel de frutas vermelhas com pouca vodka, e um suco de maracujá com adoçante please." Dei as costas para o balcão e retirei meu Iphone da bolsa. Alguns likes no Instagram, fiz o check-in no Facebook, alguns retweets no Twitter... O.M.G. Me esqueci de olhar o blog da Secret, digitei rapidamente o endereço no navegador e enquanto o site carregava peguei as bebidas que o barman entregou, não agradeci, ah tanto faz! Vejamos... Princesa Skatista Oh que droga Aimée! Mas de novo! Ok ok, tenho que me lembrar do plano e da real intenção de Aimée, muito bem... Depois ela me esclareceria. ESPERA, Espalhando maldade no ar de manhattan? Contar novidades? Secret me dando boas vindas!? Oh dê um tempo verme virtual, não aja como minha amiguinha. Você não está no meu nível. Bufei de raiva e apaguei a tela do meu celular, não iria mais ler aquilo. Coloquei-o novamente dentro da bolsa e peguei as bebidas, localizei minhas irmãs em meio á pista de dança e desfilei em direção á elas distribuindo alguns "Sai da frente, por favor" afinal de contas e tinha de ser educada, esbarrei num ser com uma fantasia Flamenca que vinha em direção contrária ela soltou um "Olha por onde anda pirralha" oh, essa eu tive de olhar. Olhei-a de cima á baixo e claro; Só podia ser, Ruby Hastings a universitária mais vadia do Ford, ex-gorda e ex-nerd, que tadinha; achava que era alguma coisa " iQual o problema querida ? A vigilância sanitária fechou seu bordel? Ou você não percebeu que essa é uma festa da alta sociedade? Se é que você me entende, SOCIEDADE não escória" sorri de canto sarcásticamente e dei as costas procurando minhas irmãs. Me aproximei de Aimée e entreguei seu copo. " Meu espírito de simpatia morreu, parece que o universo conspira contra meus bons dias " disse rolando os olhos. Dei um gole em meu suco e comecei á dançar; A música era bastante animada por sinal e eu movia meus quadris suavemente olhando os que estavam em volta. Observei uma Curiosa fantasia mascarada que parecia encarar minha irmã mais nova " Hey, Aiméenie Mouse. O justiceiro ali tá encarando " Alertei minha irmã. Dei de ombros e puxei Chenault girando-a em seu eixo pegando suas mãos e sacudindo-a fazendo com que dançasse comigo sorri abertamente para minha irmã mais velha. Ah! Ela tinha que se divertir!



Com: Amy and Chel ● Usando: Marilyn Costume ● Humor: Cute ● Note: “Dolores, where is my white peep toe from Louboutin???????????”

▲▼
Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Edgar Dohrn Morteri em Seg 22 Jul - 20:04:46


PARTY


Fantasias passavam por meus olhos, muitas delas excêntricas. Capturei uma garrafa de whisky, interpretando meu personagem: um pirata enlouquecido por rum. Bom, não carregava uma garrafa de rum, mas ninguém perceberia. Postei-me ereto à frente das bebidas, bebericando de uma das mesmas, ignorando a garrafa em minha mão direita. Mantive-me parado, movendo minhas íris azuladas por todos à frente, procurando por Megan, minha namorada, nenhum sinal da mesma. Um vulto fora notório. Alguém chegou ao meu lado, parecendo absorto em pensamentos. — Boa festa, huh? — questionei-lhe, procurando ser sociável e gentil.

Um singelo "oh, claro" fora respondido, fazendo-me, imediatamente, questionar se já conhecia tal voz. É claro que conhecia! Girei meus calcanhares, deparando-me com o alguém recém-chegado: Emily. — Ora, ora, ora — um sorriso malicioso estava exposto em meu rosto e tais palavras soaram arrastadas e irônicas. Senti-me surpreso. Ela está à frente, olhando-me. Nós namoramos por um bom tempo, porém aconteceram coisas drásticas e nos afastamos. Penso que ela me odeia, é o normal. Todas as minhas antigas namoradas me odeiam de algum modo, é a vida.

 
Edgar Dohrn Morteri
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Samira Kavanagh Grigori em Seg 22 Jul - 20:50:00



Let's party
I love the way that your heart breaks with every injustice and deadly fate praying it all be new and living like ----------------------------------- ♥



Uni duni tê,  salamê minguê  o sorvete colorê está com você. Fiquei passando as pontas dos dedos em cada prato, cantando essa músiquinha linda. Ok, admito é um tanto quanto ridícula, mas naquele exato momento eu não me importei. Espera, quando foi à última vez que me importei com algo mesmo? Ah, claro, com meu pai me mandando pra um internato em Londres.

Mais pessoas adentravam o apartamento luxuoso, indo diretamente para a bebida. Uau, quanta criatividade?!. Eu, como uma boa jovem, deixei a bebida de lado por um tempo, por hora me distanciaria do álcool para  realmente curtir a festa e saber o que aconteceu no dia seguinte, ao contrário de muita gente que acha que ficar bêbado e “chapado” era cool.

A ponta do meu dedo parou em um prato de batatas, naquele momento dei uma salva de palmas mentalmente pela minha inteligência. Demorar cinco minutos só pra escolher um prato de batatas? Fala sério Samy, acredito que você seja mais prática. Pensei comigo mesma... A verdade verdadeira, é que euzinha não gostava muito de chamar atenção, preferia ficar em um canto afastado e me distrair com qualquer coisa, até mesmo com um prato de batatas.

Peguei uma e levei-a na boca, comendo ela com vontade. Adorava fritas, e qualquer porcaria que aparecesse pra mim é mil maravilhas. Engoli devagar e estava pronta para pegar outra, quando de súbito ouço uma voz grossa atrás de mim. A minha primeira reação foi de levar a mão ao coração. Quando foi que ele...? Não tinha percebido que alguém estava indo em minha direção, e, o pior, que havia percebido minha indecisão referente à comida.  Girei meus calcanhares para fitar o rapaz que me surpreendera. Nossa!, o encarei, meus lábios lentamente abriam um sorriso meigo em sua direção. Sua fantasia era diferente e dava aquele ar de mistério, o que me deixou mais curiosa do que sou... Sim, existe essa possibilidade de o nível da minha curiosidade subir a níveis um tanto esquisitos.

–  Muito, estava pensando em até fazer um pratinho para levar para casa. – parei de súbito com meu comentário e ri sem graça, levando as mãos aos lábios. Pensa antes de falar Samy!, me martirizei internamente. – Hm... Quero dizer, são tantas opções... Ótimo, você tem o dom de piorar uma merda já feita. Corei ligeiramente com as minhas próprias palavras.

Ergui minhas orbes lentamente até seus olhos azuis, o encarando sem desviar. Tentei puxar na minha memória onde tinha visto aquela olhar, aquela tonalidade. Não me recordava, e como recordaria? Fazia dois anos que estava fora dos EUA e só retornei agora, mas não pra ficar, seria até eu terminar a escola e ver minha irmã feliz... Ai sim, eu viveria minha vida, fora de Manhattan, fora de New York e fora de tudo àquilo que eu tanto detestava – a falsidade cotidiana da alta sociedade.

”- Que tal uma dança?”. Novamente encontrava-me surpresa com as atitudes daquele rapaz misterioso e belo. Mordi os lábios um tanto quanto nervosa, eu amava dançar, isso era verdade, só não tinha costume de mostrar meu “dom” em público. Deixa de ser besta Samira!, no meu interior, minha versão chata e doida estava me dando uma bronca. Será que devo ouvir ela? E lá continuava “eu” de braços cruzados me encarando do tipo, Vai agora antes que eu te mate!

Somente uma? – Não acredito que disse isso? Espera, meu subconsciente tomou conta do meu corpo! Ou será que a batata estava batizada? – Vamos ver se fantasmas sabem dançar tão bem quanto cantam. – Sorri de canto. Está bem, me entrego, era só melodrama da minha parte referente à “possessão”, eu estava dona de mim e queria fazer aquilo. Que mal faria nisso?

O fitei dando um pequeno movimento com o queixo em direção da pista de dança para que o rapaz me acompanhasse. Parei no meio da pista, ouvindo as batidas eletrônicas. Comecei a movimentar os ombros lentamente – um pouco tímida -, assim que a música começou a ficar mais animada comecei a mexer meus quadris mais animada, esbanjando um sorriso encantador que só fazia quando me entregada para a dança. Cheguei mais perto dele acompanhando-o com o som da música... E o impossível acontece, eu com um desconhecido dançando lindamente como se nada ao redor existisse, somente eu e ele, em um mundo paralelo.

Tags:Com rapaz misterioso. • Clothes: this • Music: Never Too Late  • Thanks Samy
Samira Kavanagh Grigori
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Fazendo filhinhos sz
Hm...
ESPS

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Aimée Murdoch Bertrand em Seg 22 Jul - 22:13:03

Alcohol-Free
Hollywood infected your brain, You wanted kissing in the rain, Living in a movie scene Puking, American dreams I'm obsessed with the mess that's, America I'm obsessed with the mess that's America. I fat security making plays for me, As soon as I touch down in, oh, LA, he said: "Oh my God, you look just like Shakira. No, no, you're Catherine Zeta" Actually, my name's Aimée, Your mind is just like mine, All filled up with things benign, You're looking for the golden life

Imaginar-me com vestido de bolinhas e orelhas de camundongo era estranho, mas me ver vestida daquela forma era mais estranho ainda. Se bem que eu estava bem bonita. Após dar as instruções para Thomas – eu ainda o chamava de Thomas por que não sabia o nome do motorista e o apelidei assim, fim –  e me despedir do meu amado Tariq, fiz toda minha higiene pessoal em uma só ida ao toalete, aproveitando para fazer a maquiagem enquanto ainda estava vestida apenas com roupas íntimas. Tudo o que eu precisava era marcar meus olhos e deixar minha boca bem vermelha, como normalmente eu já fazia. Depois foi só vestir-me de vermelho, calçar os saltos alto pretos com laços vermelho, perfume, adornar-me com minha pulseira em ouro branco, brincos de brilhante em preto e minha tiara de paetê e voelá, estava pronta para arrasar. Primeiro, precisava estar segura de que tudo daria certo. Não desviar do caminho, era a primeira lição. Foco em diversão era a segunda. E em terceiro, causar, não importa como. – Troisième leçon est facile, puisque j'existe. – Falei baixinho como em segredo para meu espelho, cuidando do último fio em babyliss para deixar meus cabelos louros ondulados. Era bom saber que não havia perdido o sotaque. Sorri para meu reflexo ao colocar a tiara, pegando minha bolsa e colocando-a pendurada em um só ombro, saindo de meu quarto ao encontro de minhas irmãs. Minnie Mouse nunca mais será a mesma.  

Bom, eu já sabia que Barbara iria demorar trinta mil anos pra se arrumar depois que eu já estivesse pronta, mas que Chenault iria seguir a mesma trilha que ela, isso era uma surpresa. Em vista à demora de ambas, peguei meu lindo Iphone, com a capinha da Minnie para entrar no clima da fantasia, sentei-me no sofá e digitei o site da Secret. Precisava ficar de olho naquela página para saber se ela não ia lançar mais alguma coisa. Quantas pessoas seriam capazes de assimilar que eu era a “princesa skatista”? Com certeza, minhas irmãs sim. Eu esperava que Barbie viesse até mim a qualquer momento dando uma lição de moral e dizendo que era perigoso dormir com o inimigo e blábláblá, mas eu não estava dormindo com o inimigo. Não literalmente, ainda. Ai meus deuses, o que eu estou pensando? Concentra no plano, Aimée. Era complicado, muito complicado. Elas só podiam demorar um pouco menos pra descer. Elas vulgo minhas irmãs, por que né? Eu quase sempre era a primeira a me arrumar e, como sempre, não gostava de esperar. Nada da Secret, não sobre mim ainda, apenas uma postagem sobre a festa. Respirei aliviada, guardando o celular na bolsa – que também era de paetê – e mexendo em uma mecha loura repicada, esperando...

– Finalmente! – Exclamei, me levantando do sofá quando vi Chenault aparecer, deslumbrante como sempre. Lembrava-me ainda hoje de quando criança desejar ser tão bonita quanto minhas irmãs mais velhas. Desejo cumprido, graças. Abri um largo sorriso, aproveitando para elogia-la, claro. – Está linda, irmã. – Agora faltava apenas mais uma para completar o trio, a mais demorada de sempre, o que não era uma novidade. Mas quando ela apareceu, eu vi o motivo de tanta demora. Barbie havia incorporado uma de suas deusas, Marilyn Monroe, que devo concordar, era uma diva. Ela estava tão deslumbrante quanto Chenault, o que me fez repensar minha fantasia. Não, não, eu estava ótima, principalmente com aquele vestido que dava ênfase às minhas pernas. Eu precisava ser um pouco menos narcisista, ou não.   – Está deslumbrante, como todas estariam se estivessem vestidas de Marilyn. – Abafei o riso, virando-me para a saída, sabendo que Barbie jogaria sobre mim mil palavras. Adiantei-me, antes que ela falasse. – Não, brincadeira. Você está deslumbrante como apenas você consegue. – Pisquei para ambas, ouvindo em seguida a piada de Barbara. OMG, como ela conseguia? Soltei uma curta gargalhada, revirando os olhos. – Nosso motorista chamado elevador?

[...]

Que pena eu tinha dos vizinhos que não fossem à prova de som, por que o barulho era audível desde o elevador. Parecia estar animada a coisa lá dentro, e eu já imaginava o que os donos da festa passariam para organizar a casa depois, sem contar as várias camisinhas usadas ou os espectros de sêmen... Não, pera, apesar de tudo era uma festa da alta sociedade de Manhattan, pelo menos um pouco de escrúpulo naquele recinto eu esperava, sinceramente. Não fiz questão de dizer obrigada à garota que deixou a porta aberta para que entrássemos, ela não fazia mais do que sua obrigação mesmo. Música enxia a sala, além de pessoas com suas várias fantasias. Assim que chegamos, meus orbes buscaram por rostos conhecidos além de minhas irmãs. Pude ver a maior parte das pessoas em uma pista de dança no meio do hall. Distingui alguns rostos que minha fraca memória conseguira guardar: Emily e sua irmã Eden, que eram minhas colegas em Eleanor. Não, colegas não, elas estavam um nível acima de colegas. Vi também os anfitriões, claro: Eckl, Edgar e Danika. Eu gostava deles, mesmo. De alguma forma me identificava com aqueles três irmãos... Havia algo neles que me chamavam a atenção. Mas não era hora de observar comportamentos, era hora de mudar meu comportamento. — Querem alguma bebida? Acredito que aqui eles não vão pedir nossas identidades porque se não a festa não é decente, então se quiserem exagerar é só pedir que eu vou buscar. – Barbie perguntou enquanto balançava meu braço e o de Chel de um lado para o outro. Franzi as sobrancelhas, balançando a cabeça e sorrindo incredulamente. – O que aconteceu com ela, Chenault? O bichinho da simpatia a picou, tenho certeza. – Pendi a cabeça para um lado, analisando minha irmã do meio de forma crítica, fingindo procurar por algo diferente. Fiz um bico ao final, balançando a cabeça em negação e então voltando meu olhar para Chenault. – Não, ela parece estar normal. – Abri então um sorriso, demonstrando que estava brincando com ela. Respirei fundo, olhando para os lados e pensando em alguma bebida que eu quisesse. Nada de álcool por enquanto. Esperei que Chenault pedisse antes, enquanto prosseguia com meus pensamentos a fim de lembrar de alguma coisa que me fosse interessante beber. – Algum coquetel com pouco álcool, por favor. Pode escolher, confio em seu gosto. Te esperamos na pista de dança, certo? – Minhas irmãs me olhavam de uma forma meio incrédula com o meu pedido. Dei de ombros e ajustei minha tiara com a mão livre. – O que foi? Só não quero repetir o que fiz na festa passada. – Todas sabiam o que era e eu realmente havia culpado a bebida, mesmo que não estivesse bêbada naquela noite em que beijei o Kerzhakov. Não queria mais inquéritos, então caminhei para a pista de dança, mexendo-me de acordo com a música, aproveitando para soltar o quadril e rebolar um pouco mais. Não, eu não precisava de álcool pra me divertir enquanto tinha minhas irmãs.

notes: Troisième leçon est facile, puisque j'existe.; tags: Barbie e Chel ; vestindo: Minnie Costumes; Thanks Maay - TPO.
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Emily Von Helling em Seg 22 Jul - 22:15:53



I just want .. to be perfect!

Eu tinha que admitir, os Morteri sabiam realmente como dar uma festa. Bom, ao menos dois deles, Eckl e Danika, eu tinha plena certeza que todos os preparativos haviam tido os cuidados dos dois. Seguia lentamente até as bebidas e continuava com os pensamentos embaralhados entre a imensa vontade de me mandar dali e ir para casa ou continuar naquele local e acabar encontrando pessoas das quais eu queria distância.

Estava diante de tantas garrafas que não sabia exatamente por qual começar. Ouvi um comentário sobre a festa e meu lado educada e 'legal' automaticamente deu uma resposta simples. Não procurei observar a pessoa que tentava, em vão, socializar comigo. "Vodka!". Dirigi minha mão em direção à garrafa praticamente cheia que estava a minha frente. Até ouvir a voz melodiosa e entediada de .. Edgar. Revirei os olhos com suas palavras e decidi o ignorar momentaneamente, centrando minha atenção na garrafa. Servi a primeira dose da bebida e a virei em minha boca. Senti ela descer queimando e aquecendo minha garganta.

Eu sabia que hora ou outra encontraria com ele na festa, era inevitável, afinal estava em sua casa. Tentei parecer indiferente diante de seu olhar, servi outra dose e segurei a garrafa, meu único apoio naquele momento. Ele continuava ali parado diante de mim e eu já dava os primeiros indícios de nervosismo e irritabilidade, sentimentos que sua presença me causava. — Tira uma foto .. é como dizem, dura mais! — Me repreendi por tais palavras. "Mas o que está acontecendo comigo?". Até parecíamos velhos amigos ali diante da mesa. O principal motivo da minha resistência por aparecer na festa, Edgar, foi uma das primeiras coisas que me aconteceram. "Ótimo, a noite tem tudo para piorar".

Posicionei-me sobre as pontas dos pés, procurando Eden em algum lugar por ali. Odiava-me por não ter vindo com salto. Ser baixinha não estava ajudando e minha irritação começava a aflorar novamente. "Obrigada, querido Edgar", meu pensamento irônico foi seguido de outra dose do destilado que estava em minha mão.

Wearing: this;  With: Edgar e sua ironia; Where: Party;

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Sebastien Skei Fjellkirke em Seg 22 Jul - 23:26:02


Sono sempre stato un angelo ?
é mulherengo? Milionário? e bebe demais?, é um dos meus!


Não parecia serio, mas lá estava eu, justamente eu, me arrumando pra ir a uma festa a fantasia, sempre odiei fantasias, bom mas em New York tudo era sempre um pouco mais emocionante, comprei uma fantasia mais cedo, umas daquelas que mais se fazia no meu estilo, um anjo, mas não um anjo comum né, afinal eu sempre fui um pouco mais excêntrico que os demais. Não demorei muito pra me arrumar, até por que não tinha muito o que vestir.
 
Dez minutos depois lá estava eu na porta de casa fantasiado e com uma limusine me esperando, caminhei para dentro e lá no banco de trás sozinho fui bebendo um pouco de champanhe, e desfrutando de uma paz e calmaria, até me tocar de que talvez fosse o único a ir sozinho naquela festa, bem era tarde para arrependimentos, continuei seguindo aquele caminho que parecia não acabar, ao chegar apresentei o convite ao segurança, particularmente não estava de bom humor, entrei e caminhei um pouco até avistar a garota que algum tempo atrás eu tinha visto cair na faculdade, bem bonita, fantasiada, mas ainda assim a reconheci de longe, calmamente caminhei até ela sem que ela pudesse me notar, cheguei bem perto por trás dela e segurei em sua cintura.
- Mocinhas que caem no patio da faculdade deviam se manter longe do álcool né Dominique?
Sorri e amigável e lhe acertei um beijo na bochecha, como sempre sorrindo, não sei dizer por que, mas não conseguia evitar sorrir ao lado daquela garota, primeiro por que seu nome me agradava e me trazia boas lembranças, segundo por que algo nela realmente me fazia sentir algo bom.

 


Com: Dominique. humor: Soberbo; vestindo Anjo{Clica}
Narração
{} Falas {} Pensamentos


 

Thanks Maay From TPO.



Sebastien Skei Fjellkirke
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Nárnia ou Terra do Nunca.
Provavelmente, rindo da sua cara.
Adulto

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Edgar Dohrn Morteri em Ter 23 Jul - 0:31:58


PARTY


O tom azulado de meus olhos estava sincrônico com o sorriso largo e malicioso à parte inferior de meu pálido rosto. Lembranças. Poderiam elas ser aterrorizantes, mas não. Não sinto-me arrependido do que fiz, nem um pouco. Minhas ironias prosseguiram e a malicia continuou notória. As cores passavam pelo campo esquerdo de meus olhos, entretanto, não distingui quais eram as fantasias em questão. Fitei Emily.  — Fotografias? Não, não — sorri, abaixando meu olhar à mesa. — Eu lhe vi fugindo da festa assim que me viu, von Helling — minha voz soou arrastada e, do mesmo modo, dei ênfase ao "fugindo". O modo como sei provocar minha antiga namorada é assustador, então o mínimo que posso fazer é usufruir de tal "dom".

Pensei em citar um assunto muito, muito velho; porém hesitei. Poderia haver alguém ouvindo, mesmo com o demasiado alto som. — Sei que gostas de mim. E sabes que posso ter qualquer garota de Nova York que eu quiser. Aceita whisky? — Ênfase no ter para causar maior impacto... Edgar, como você é malvado. Levantei minha mão direita, bebericando do líquido encontrado no interior da garrafa e, com um leve avanço do braço, a deixei exposta, pronto para dar-lhe para Emily. O pirata louco por rum, então, apareceu, usufruindo do whisky com fervor. Sustentei meu corpo à mesa, fitando os convidados dançantes e procurando por Megan. Nenhum sinal dela, conclui. Seria complicado deparar-me com ela enquanto me empenho tanto para irritar minha antiga namorada, seria estranho, até.

Emily recusou o whisky de forma rude. Oh, no. Girei meu corpo de modo à estar defronte com ela, aproximando-me e sentindo sua respiração. Minhas azuladas íris estavam vidradas nos olhos de tons esverdeados de Emily. — Fuja, agora — o malicioso sorriso fora encontrado por mais uma vez e meus olhos não foram movidos.

 
Edgar Dohrn Morteri
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Connie D. Lochlainn em Ter 23 Jul - 0:39:19


Carpe diem
Tears stream down your face, when you lose something you couldn't replace
Os raios, fortes, do sol invadiam meu quarto, oque me fez acordar. Me virei pro outro lado, tentando dormir novamente, quando Cecilie entrou no quarto, abrindo ainda mais as cortinas. Continuei de olhos fechados. -Senhorita Meegan.. -Sua voz ecoou pelo quarto. Abri os olhos, lentamente, e depois me sentei na cama -Seus pais pediram que eu a avisasse, que eles foram viajar, por isso o almoço de hoje foi desmarcado. - Mesmo sem ver meu reflexo, pude perceber que minha expressão havia mudado. Encarei a parede, á minha frente. -Tudo bem...Pode sair agora. -Tentei disfarçar o tom de tristeza em minha voz. Eu nem sei porque isso ainda acontecia, na verdade nem sei porque ainda acreditava neles, ele nunca estavam lá. O trabalho sempre veio a frente de tudo para meu pai, isso era a realidade. E quando me dei conta, uma lagrima escapou de meus olhos "Não, dessa vez não..." Sabia que aquilo era em vão, ficar repetindo para mim mesma, em meu consciente, que não me importaria mais. Forcei um sorriso e me levantei, fiz minha higiene matinal e voltei para o quarto. Peguei meu celular encima do criado mudo, embaixo dele havia um bilhete, o peguei. "Festa dos Morteri" O convite havia sido entregue no dia anterior. Ótimo! Era pra lá que eu iria. Afinal, era isso ou ficar em casa, feito uma velha idiota, sem vida...   Agora só precisaria de uma fantasia. Closet! Peguei três fantasias, que ainda não havia usado, tinha comprado pra festa das Romanov, mas acabei não usando. Aquela festa, uma droga de uma festa...Sem contar o mau gosto. Revirei os olhos. E deixei as fantasias encima da cama. Me restavam quatro horas. Liguei pro cabeleireiro e a manicure da mamãe, eles eram ótimos. Em menos de uma hora eles chegaram, então comecei a me arrumar.

                                                         
  ...

Me olhei no espelho e passei a mão sobre a fantasia. Ela estava ótima, como eu esperava. Coloquei uma mecha de meus cabelos atras da orelha e me olhei pela ultima vez, dando um sorriso gracioso para meu próprio reflexo. O motorista me levou ate a festa. Pelo menos pra alguma coisa os meus pais serviam.
Adentrei no local, estava cheio de pessoas, a maioria da Thompson's e do Porter's, todas trajadas em suas fantasias. Na entrada recebi alguns olhares, curioso, maliciosos... Pelo visto, a noite ia ser quente. Parei no meio da sala, e meu olhar percorreu a proucura de Edgar. Ali! Não foi tão difícil encontra-ló. Atravessei o salão, ao seu encontro. Ele parecia estar conversando com uma menina, mas de longe já podia se ver que o clima não era um dos melhores. Me aproximei dele -Edgar! -Sorri radiante, dando um selinho demorado nele, apoiei minha mão sobre seu ombro, ficando do lado dele. Olhei a garota com quem ele conversava e disse um 'Oi', sem simpatia alguma. Eu sabia que não havia chegado em uma boa hora, e nem tinha o direito de fazer aquilo...Na verdade eu tinha sim. Afinal, era namorada dele e ela, eu não sei... Notei que eles haviam se calado, talvez surpresos com a minha presença inesperada -Então, de onde se conhecem? -Disse olhando Edgar e depois a garota.

® Credits to Lux
Connie D. Lochlainn
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[...]Qualquer lugar[...]

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Chenault Murdoch Bertrand em Ter 23 Jul - 1:19:48






I’M THE GIRL YOU'D DIE FOR




Festas, festas e mais festas, essa realmente era a Manhattan onde eu vivia. Mas eu ainda tinha saudades da França. Deslizei o dedo indicador suavemente sobre a foto em minha penteadeira. No dia em que aquela foto fora tirada, nós ainda morávamos em Paris e logo atrás de nós estava a Torre Eiffel. Com nós eu quero dizer toda a minha família, irmãs e pais. Aquela foto me fazia lembrar claramente a minha infância. Balancei a cabeça novamente e voltei a olhar minha imagem refletida no espelho. Não era hora para pensar no passado.

Passei o blush delicadamente em minhas bochechas, deixando-as um pouco rosadas, nada exagerado. Assim como o resto da maquiagem, eu havia optado por manter tudo em um tom delicado, usando de cores como bege. Eu não precisava de nada extravagante para combinar com a minha fantasia. Eu havia escolhido algo simples, mas que eu gostava. Eu sabia que haveria fantasias lindas lá e que provavelmente as de minhas irmãs estariam entre elas. Por algum motivo eu não me preocupava com o fato de estar ou não perfeita. Havia uma outra coisa que ocupava minha mente por mais tempo do que deveria nos últimos dias.

Deslizei o batom sobre os lábios, deixando-os um pouco rosados. Eu me sentia eu mesma usando uma maquiagem delicada. Joguei uma mecha de cabelo sobre cada ombro, garantido que os cachos da ponta se mantivessem. Tateei a penteadeira até encontrar a boina. A ajeitei em minha cabeça, com todo o cuidado o possível para não bagunçar meu cabelo. Pisquei os olhos sutilmente duas vezes e encarei a jovem refletida no espelho. Sim, eu estava bonita e pronta para ir aquela festa.

Senti por um instante meu estomago se encher de borboletas, quando cogitei a idéia de levantar da cadeira e descer para encontrar minhas irmãs. Me mantive sentada por mais algum tempo. Eu estava prestes a ir a mais uma festa da alta sociedade de Manhattan, mas as lembranças da festa anterior ainda eram bem claras em minha mente. Uma parte de mim esperava que esta festa fosse tão proveitosa quando a última. Outra parte de mim ainda se perguntava se eu realmente deveria ir. Eu prometera a minhas irmãs que iria, não poderia desistir de uma hora para outra. Respirei fundo e deixei que o ar saísse pela minha boca com calma e tranqüilidade. Eu tinha que ir, não havia uma segunda opção, não dessa vez.

Calcei os saltos altos pretos. Me levantei com calma e caminhei até a frente do espelho. Ajeitei a saia com delicadeza, me certificando de que estava tudo certo. A fantasia estava perfeita, tudo estava perfeito. Peguei minha bolsa sobre a cama e a abri tirando o celular e dando uma olhada nas últimas notícias da Secret antes de finalmente poder descer até a sala. Nada de muito importante, apenas coisas banais que a Secret sempre postava. Guardei o celular novamente em minha bolsa.

Parei no alto da escada e pude então ver que Aimée já estava no andar de baixo me esperando. Não encontrei Barbie por ali e isso me fez chegar a conclusão de que ela como sempre estava atrasada. Claro, a Barbie sempre demorava mais para se vestir. Ela sempre fora perfeccionista demais e talvez mimada. Deixei que um sorriso tomasse minha face e me comecei a descer a escada com calma. Minha mão livre deslizava sobre o corrimão e meus passos eram serenos, delicados. Me dirigi a Aimée assim que cheguei no andar de baixo. Parei ao lado de minha irmã, o sorriso ainda dançava em minha face.

- Você também está linda, como sempre.

 Mantive o sorriso simpático em minha face, na verdade eu não sabia por que estava sorrindo. Eu não era do tipo que sorria sempre, mas algo estava diferente naquela noite. Mas algo me dizia que não seria como a última festa. Uma pergunta me atormentava, mas eu só poderia respondê-la depois que chegasse ao local da festa.  

E lá estava Barbie, deslumbrante como sempre em um vestido branco. Marilyn Monroe? Boa escolha.  Agora eu sabia o motivo pelo qual ela demorara mais que eu e Aimée, não que isso não fosse comum. Barbie e suas crises. Controlei para não rir.

- Está digna de uma Bertrand. Devo dizer que Marilyn foi uma ótima escolha.

Nós deveríamos estar atrasadas para festa, mas isso realmente não me importava. Costumam dizer que o melhor sempre fica por final, talvez nós devêssemos chegar no final.  Não que eu fosse uma pessoa convencida, mas a vaidade fazia parte de mim. Esse era um mal da Bertrand, ou talvez não fosse um mal. Nós sabíamos o quão importante éramos para a alta sociedade de Manhattan desde que chegamos aqui. Todos nos conheciam, claro, além de ricas nós morávamos com a editora chefe da mais famosa revista de moda da região. Okay, nós tinham uma fama excelente.

- Claro, culpa nossa. Porque a lebre se arrumou rapidamente né?

Não era possível não rir da piada de Barbie. Claro, sempre com o seu bom humor. Talvez isso fosse algo que nós três compartilhávamos, a ironia. Agora estava na hora de nós irmos para festa e com certeza não iríamos querer chegar depois que ela acabasse.



---



A música alta se espelhava pelo corredor do prédio, era audível do elevador. Todos pareciam estar animados e eu podia perceber isso antes mesmo de entrar na festa.
Uma jovem deixou a porta aberta para que entrássemos. - Merci beaucoup. – disse em um tom audível enquanto passava do lado da garota. Talvez ela não soubesse falar francês, mas todos sabiam o que aquilo significava. Noções básicas de francês todos tinham, era impossível não sabe coisas simples como “Au revoir”, “Merci beaucoup”, “Bon soir” e algumas outras coisas básicas em francês. E claro, a alta sociedade de Manhattan tinha aulas de outras línguas em suas escolas, além dos professores particulares.

Pessoa e mais pessoas dançavam, bebiam, conversam e riam. A festa já estava quase cheia, todos já pareciam estar enturmados e aquilo parecia realmente divertido, pelo menos para eles. Deixei que meus olhos saltassem entre as pessoas que estavam naquela festa, tentando achar um rosto conhecido, tentando achar o rosto conhecido. Nada, ele não estava ali, nem qualquer outra pessoa que eu conhecia. Não por enquanto.

Barbie segurava minha mão e a de Aimée e as balançava de um lado para o outro. Arqueei uma das sobrancelhas enquanto tentava me certificar se aquilo era uma ação comum de minha irmã. Aimée fazia piada com aquilo, é claro, minha irmã mais nova não iria deixar um fato tão raro não ser comentado. Fazia parte do que éramos. Eu pensei em responder, mas apenas soltei uma breve e fraca gargalhada.

O bar estava do outro lado da sala, eu pensei em beber algo, mas naquela noite eu pretendia ficar sóbria. Barbie nos questionava sobre o que iríamos beber. Deixei minha expressão pensativa por alguns instantes, enquanto me perguntava se deveria beber para ficar um pouco mais a vontade. Não, eu conseguiria me divertir sem beber, pelo menos eu esperava que sim. Eu não tinha o habito de beber, apenas as vezes, quando realmente tinha vontade e mesmo assim nunca havia ficado bêbada, não de verdade.

- Hmm, eu não irei beber nada. Pelo menos por enquanto, pretendo me manter sóbria está noite.

Segui Aimée para a pista de dança. Ela havia pedido algo com pouco álcool o que era estranho, afinal minhas irmãs eram verdadeiras amigas das bebidas alcoólicas, ao contrário de mim. A música me fazia querer dançar, deixar meu lado tímido e reservado de lado e me divertir. E assim eu faria aquela noite, não havia nada com o que me preocupar e não havia nada para me fazer ficar com vergonha. Eu estava com as minhas irmãs, eu me sentia bem, me sentia confortável. Isso me lembrava que havia sentido a mesma coisa na última festa, mesmo estando acompanhada de outra pessoa. Esse era o efeito que ele causava sobre mim. Porém, eu não deveria pensar nele, não naquele momento. Eu estava ali para me divertir, poderia pensar em como a última festa foi boa depois que estivesse em casa.

Deixei que meus quadris de movessem conforme a música. Nada vulgar demais, nem muito sensual. Apenas uma dança divertida, apenas uma busca por uma noite boa. Meus braços se movimentavam lentamente ao lado de meu corpo. Eu havia deixado minha bolsa na entrada e agora estava livre para dançar. Acompanhava Aimée em sua dança, me mantendo uma pouco mais recatada, afinal esse era o meu estilo.




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