Hall de Entrada

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Hall de Entrada

Mensagem por Secret em Seg 8 Jul - 18:15:38

Relembrando a primeira mensagem :

Hall de Entrada
Rodeado por vidraças, o hall é o ponto inicial do apartamento. Distribuído por mobílias refinadas e uma planta, dando o ar natural ao espaço. É uma espécie de anexo que liga as escadas à sala de jantar, varanda e piscina.


Thanks to +Lia atOps
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Connie D. Lochlainn em Sex 26 Jul - 0:14:37


Carpe diem
Tears stream down your face, when you lose something you couldn't replace
Me mantive calada, enquanto esperava uma resposta de um dos dois. Minha presença não parecia ser bem-vinda ali, muito menos esperada. Era como se eu estivesse atrapalhando algo. Meu olhar percorreu o salão, rapidamente e depois se voltou para eles. -Bem? -Arqueei a sobrancelha, mordendo levemente o lábio. Peguei o copo das mão de Edgar, e ingeri o liquido, deixando uma leve careta se formar em minha face. Fazia um bom tempo que eu não bebia. Ele me puxa, deixando nossos corpos mais próximos. E sem que eu percebesse a garota saiu dali. Eu ainda não estava conformada com a resposta que ele me dera, mas não queria discutir com ele ali, então preferi ignorar o assunto. Olhei em seus olhos, e um sorriso malicioso se formou em meus lábios. Toquei seus lábios com meu dedo, ainda sem pronunciar nenhuma palavra,  selei um beijo, cheio de volúpia. Pude sentir o gosto da bebida em seus lábios, parei o beijo me afastando um pouco dele. -Claro! -Sorri. Ele me serviu um pouco de uísque. Dei um gole na bebida, com gosto, me deliciando, enquanto a sentia descer em minha garganta. Coloquei o copo sobre a mesa e segurei em sua mão. -Dança comigo?  -Ele assente. Seguimos para a pista de dança. A morena, que conversava com Edgar antes da minha chegada, se aproximou de nós, jogando uma garrafa de bebida em meus braços. Por impulso, eu a segurei. E em um ato inesperado, ela puxou Edgar pela camisa, arrancando-lhe um beijo. Vi aquilo tudo sem reação alguma, a única coisa que conseguia sentir era raiva, podia sentir meu rosto arder de tanta raiva, afinal, todo meu ser havia sido tomado por ela. Ela ainda não sabia, mas tinha mexido com a pessoa errada, mas aquilo não iria ficar assim. Ela pegou a garrafa de minhas mãos e saiu andando rápido em outra direção. Sabia que Edgar tentaria me impedir, mas iria atras dela do mesmo jeito. A segui, em passos rápidos e segurei em seu braço, fazendo com que ela se virasse e lhe dei um tapa na cara, descontando toda a raiva que eu estava sentindo, mas aquilo não era o suficiente. Aquela altura, varias pessoas prestavam atenção na confusão e certamente, uma circulo já havia se formado em nossa volta. A garota colocou a mão sobre o rosto, que agora estava vermelho. Me posicionei para lhe acertar com outro tapa, mas fui impedida por alguém que me puxou pela cintura, Edgar. -Me larga! -Gritei, tentando me soltar de seus braços. Ele me afastou da garota, em um impulso me soltei de seus braços -Só um aviso: fica longe dele. -Voltei para os braços de Edgar, me afastando dali junto dele.

® Credits to Lux
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[...]Qualquer lugar[...]

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Chenault Murdoch Bertrand em Sex 26 Jul - 0:25:29






I’M THE GIRL YOU'D DIE FOR




Barbie tinha a incrivel mania de fazer comentário sobre tudo e eu como sempre precisava me controlar para não rir. Tinha certeza de que Aimée também se controlava, afinal quem conseguia não rir com o sarcasmo e a ironia de Barbie. Mas algo me surpreendeu naquela noite, depois de Aimée se afastar com o seu paquera com máscara de Fawkes – vai entender-, Barbie havia feito uma pergunta que me fez parar de dançar e olhar para ela com as sobrancelhas arqueadas. Primeiro porque minha irmã não se importava com os outros ao ponto de perguntar o porque de a pessoa estar parecendo triste, segundo que eu não sabia ao certo como responder aquela pergunta.
Eu estava cansada da faculdade, mas não era apenas aquilo, qualquer um poderia perceber. Eu estava começando a achar que o fato dele não estar ali estava me deixando desanimada. Eu não deveria estar me sentindo assim, eu nunca nem ao menos tinha sentindo algo assim por alguém e agora estava sentindo falta de alguém que só havia visto uma vez na vida, quando eu deveria estar me divertindo com as minhas irmãs.
- Não é nada, apenas cansaço. Acho que eu preciso beber algo.
Antes que eu pudesse pensar em me afastar para buscar alguma bebida, Barbie deixou que sua voz ecoasse pelo lugar com alguns gritos que me fizera pensar o que estava acontecendo. Era melhor eu ignorar os ADP’s da minha irmã. Ela saiu de perto de mim, talvez fosse alguma amiga sua do colégio que havia chegado. Tanto faz. Decidi que eu precisava beber algo, sem álcool é claro. Cheguei ao bar não tão rápido quanto deseja porque algumas pessoas pareciam impedir que eu fizesse meu trajeto. Pedi que o barman me trouxesse um suco de laranja.
Eu nunca fora fã de refrigerantes, eles fazem mal a saúde e bebidas alcoólicas então? Essas são as piores, mas na verdade não era por isso que não bebia e sim por medo do que faria depois de estar bêbada. Desde a trajedia em Paris eu fazia questão de me precaver em fazer tudo certo para que algo daquele tipo não acontecesse de novo. Mas por algum motivo eu já estava começando a achar a minha vida tediante. Era tão chato ser certinha sempre, não sair, não beber, não fumar e não namorar, principalmente quando todas as pessoas ao seu redor estavam sempre acompanhadas de outras. Mas aquela era eu, era eu desde os 14 anos e eu não podia mudar do nada e não tinha motivos para isso.
Peguei o meu copo de suco e levei o canudo entre os lábios tomando uma breve dose. Voltei para o lugar onde estava e logo fui surpreendida por Barbie que voltava para perto de mim e uma morena ao seu lado. Pisquei os olhos por vezes seguidas só para me certificar de que não estava tendo uma ilusão. Meu Deus! Alice! Eu não a via a tanto tempo. Ela poderia ser a última pessoa que eu esperava encontrara ali. Passei meus braços em torno de sua cintura com cuidado para não derramar o suco, especialmente em seu vestido, eu sabia o quão parecida com Barbie ela poderia ser.
- Eu também senti saudades, realmente não esperava que voltasse para New York.
Aimée agora também estava perto de nós, claro ela havia visto Alice de longe e ouvira os berros de Barbie. Aquilo era no mínimo engraçado, encontrar nossa prima depois de tanto tempo gerava no mínimo gritinhos histéricos e ataques de alegria, levando a pulos. As pessoas da festa pareciam estar todas nos olhando, eu me controlava para não rir da situação enquanto Alice e Aimée se abraçavam e pareciam ter ataques. Levei o canudo aos lábios mais uma vez e ingeri uma grande dose do líquido. Nesse tempo as meninas estavam se acalmando e voltando a manter a postura, era incrível como eu conseguia ser a mais controlada ali. Claro eu era a mais velha, a mais responsável, a mais chata e a mais sem graça. Dessa vez não pude controlar a risada que saiu baixa e rouca.
- E então Alice volta ao país das maravilhas? Acho que temos muito o que conversar.
Eu sorri amigavelmente para minha prima. Eu a considerava como uma de minhas irmãs mais novas e era tão bom tê-la por perto mais uma vez. Era como ter a família toda reunida, é claro que meus pais não estavam ali, mas eu já estava realmente acostumada com a ausência deles.







Tags:Aimée and Barbie Words: ### Wearing: this Notes: ----
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Edgar Dohrn Morteri em Sex 26 Jul - 1:11:42


PARTY


Meus sentidos estavam claramente alterados; resultado do uísque, supus. Minhas passadas estavam atordoadas, porém firmes e não havia sinal de hesitação. Beberiquei, por mais uma vez, do uísque. O pirata enlouquecido por rum, bom... Está bem mais realista. As diretrizes de minhas íris azuladas foram alteradas diversas vezes, nas quais me deparei com convidados já bêbados. É, penso que também estou. Usufrui do líquido demasiado forte, cujo efeito possuía notória posição em minha pessoa, afinal. O convite de minha namorada não me deixou surpreso, confesso que já o cobiçava. — Claro, claro — inclinei-me. Continuarei com o uísque, é... Não vou deixá-lo de modo fácil. Megan, ao fim, não pareceu notar que minha mão direita não estava disponível.

Pisoteei no polido piso com veemência, avançando pelo espaço. Emily marchava até mim, olhando-me nos olhos. Meus passos cessaram e apenas esperei sua aproximação. — Ora, ora — comentei, malicioso. Senti o tecido dos meus trajes carregando-me até os lábios de minha antiga namorada. Senti seus lábios por mais uma vez e, cá entre nós, me senti balanceado e melancólico. Apenas um beijo qualquer, procurei assimilar. Bom, não posso demonstrar isso... Então vou expor um semblante confuso e apenas transmitir um sentimento de surpresa. Seus lábios prosseguiam colados aos meus. O calor tomou-me em notórias doses e, repentinamente, se extinguiu. — Alguém, um amigo, pode me dar... Rum? — o habitual sorriso malicioso continuou. Diretrizes de meu olhar alteradas por mais uma vez e agora me encontro observando Emily recebendo um jovial tapa.

O que vi, em outra ocasião, pode ser excitante, conclui. Beberiquei do uísque, percebendo que o peso, anteriormente considerável, agora é mínimo. O que significa que a bebida é pouca e, sinceramente, preferi ir buscar um pouco mais. Girei meus calcanhares, dirigindo-me aos líquidos extremamente convidativos à frente, capturando o primeiro visível. Bebi. Cambaleei, porém voltei ao local anterior. — Lembrar-me-ei de não irritar você — e levei meus lábios aos de Megan, causando uma colisão entre os mesmos. — Vamos sair daqui.

 
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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Eden Von Helling em Sex 26 Jul - 14:38:49


Be careful, I'm a dangerous tiger. Rawr!




Sorte ou azar, não sabia ao certo com qual me confrontara no instante seguinte. Samira, a minha admiração desde sempre e a musa do meu coração, mostrou-se tão bela no interior como no exterior. Todos esperavam um drama enorme repleto de insultos e barbaridades, porém, ela apenas se introduziu a mim, salientou que não fazia mal algum, e... afastou-se para ir ter com o rapaz misterioso. Eu esbocei um sorriso amarelo, a música continuou, e a oportunidade mais perfeita, porém mais ridícula, de me "infiltrar" na vida da minha paixão, passara e não deixara rasto decente. Desolada, continuei parada no meio de tantos outros bêbados que pulavam e dançavam loucamente. Tentava abanar-me, mas não conseguia. A verdadeira origem, o verdadeiro sentido, a verdadeira razão, pela qual eu amava aquela garota, isso eu não sabia. Fora amor à primeira vista, uma paixão louca e quase irreal, mas que infelizmente não era correspondida. Como se eu tivesse roubado todo o amor da nossa relação e tivesse deixado zero para Samira... E o pior, Sam nem desconfiava de toda esta admiração que eu tinha por ela. Na verdade, ela mal sabia o meu nome.
Estava triste, com uma vontade de chorar. Queria ir para o banheiro, deitar toda a angústia para fora, mas a garota impossível estava lá. Passei por um rapaz podre de bêbado e tirei-lhe a bebida, que deitei goela abaixo. Sentei-me num banco, com as pernas a tremer por estar nervosa. Estava completamente em brasas dentro do fato fechado de tigre e só me apetecia agarrar no braço de Emily e sair porta fora. Contudo, sem querer ser assunto de blog de fofocas, limitei-me misturar na multidão, dançando e bebendo até mais não. Tinha um olho na diversão, outro na desilusão, outro na tristeza e outro na porta do banheiro. Quando ela saísse de lá, eu não aguentaria. Provavelmente iria ser forçada por mim própria a abandonar a festa, já que se não o fizesse não resistiria em confessar todo o meu amor lésbico em frente de todos...
A dançar, parada ou a beber, nada me reconfortava. Parecia que me faltava aquele fator de ter alguém para amar verdadeiramente, para beijar e tocar, mas ninguém me satisfazia tanto com a egípcia. Excepto, talvez... Não, não podia ser. Eu prometera a Emily... Mas a vontade era tanta... E nesse instante fiz algo de que jamais me orgulharia, e que demonstrou como covarde e fraca eu era. Dirigi-me ao banheiro, que entretanto ficara vazio, e olhei-me ao espelho. Uma lágrima escorreu, fazendo com que o risco negro à volta dos olhos se alastrasse por todo o semblante, maquilhado e cansado. Sentei-me na privada e abri a mala em forma de garra de tigre. Retirei de lá a minha seringa secreta, que carregava por hábito e cobardia, e que não usava há anos. Arregacei a minha manga grossa e amarela e coloquei a veia do braço bem nítida e descoberta. Espetei a agulha com força, enquanto cerrava os dentes de dor. Tudo iria passar em momentos... Todos os problemas e angústias... Aliás, pouco depois, a cocaína pareceu ter os primeiros efeitos. Já algumas pessoas se queixavam, afirmando que estava a demorar tempo demais no banheiro. Preparada, esbocei um sorriso maníaco e empurrei a porta com força. Saí de mim. Uma outra Eden qualquer havia tomado posse do meu corpo. Nada me preocupava nesse momento, sem ser a diversão. Nada de desgostos amorosos, nem de ter quebrado a promessa que jamais voltaria a droga, nem de qualquer outra coisa que me pudesse estar a perturbar. A noite ainda era um criança, e eu e as minhas alucinações tínhamos muito a curtir...


Wearing this!
Credits @
Eden Von Helling
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Somewhere, somehow.
*-*
ESPS

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Re: Hall de Entrada

Mensagem por Secret em Sex 26 Jul - 19:42:35



Festa Encerrada!
Liberados apenas post's de saída para os que optarem por isso. Outros post's apenas com a permissão dos donos da casa.
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Re: Hall de Entrada

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