Salão Indoor

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Salão Indoor

Mensagem por Secret em Sex 27 Jun - 19:55:29

Relembrando a primeira mensagem :

Mascarade Party


Bem vindo(a) Convidado, à Marcarade Party! No convite da festa vem especificando, deve-se usar máscara ".

Data da festa:27/06 (Em off)

✝️


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Re: Salão Indoor

Mensagem por Derick D. Medici em Qua 2 Jul - 19:17:44

Derick D. Medici
When you were listening to that song on that drive with the people you love most in this world. And in this moment, I swear, we are infinite.✖
Roupa: Click!
Clima: Ameno.
Música: Tchaikovsky
Horário: -
#Aimée
A simplicidade mútua daquela orquestra mestrada pela vida, era exuberante. O relógio havia bailado junto ao tempo e feito com que este passe despercebido em meio as correntes de observações que cercavam meu corpo estagnado no salão. Cada detalhe ali presente já havia sido analisado e perfeitamente admirado. Corri o azul dos meus olhos por todo o local,busquei pacientemente alguém digno de uma avaliação concreta que me levasse a uma breve socialização, minha mente já estava cansada da mesma elite pacata de diplomática de sempre, por mais que o local não trouxesse perfis diferentes daquele, a tentativa guarda tanto a falha quanto o sucesso.

Meu cérebro assimilou aquela imagem a uma obra escultural de Michelangelo, era repleta de vida e ao mesmo tempo com feições tão angelicais que a tornava intocável; Me recordava com tamanha perfeição da cor viva que os olhos dela possuíam, que nem mesmo a distância me impediu de materializar aquilo em minha repentina psicose. Raramente me vi apegado aos bens carnais que os sentimentos proporcionam, em geral, aprecio o sentimento como o espirito primitivo que move o querer de uma alma que encontra-se em constante conflito com o demônio de sua existência. Porém, a minha visão estupefata criou um monólogo entre seres distintos que abitam um único "eu". O meu passado com aquele anjo que adentrou o salão, não foi nem de perto o mais digno de paraíso para ela. Encontrei-me pairando sob o céu das lembranças até que em uma nuvem resolvi pousar. Lá estava eu, sentado em uma reconfortante poltrona ainda na Itália, pela janela o ar Siciliano me inspirava mais do que o violino que gritava melancólico nas mãos de meu afilhado, Vito. Nesta época fazia muito pouco tempo que eu havia me tornado consiglieri do Don Medici, meu pai e o responsável por uma das famílias mais importantes dentro da hierarquia externa feita pelos mafiosos. -Vito, lasciare la stanza. Disse o homem ao adentrar a sala; Estava socialmente vestido, porém, mantinha-se discreto, o terno preto com a pequena borda vermelha de um lenço no bolço sob o local onde devia estar o obscuro coração do homem. Vito o obedeceu e saiu de cabeça baixa, a pose do Don me surpreendeu, posicionou-se frente a janela e suspirou ao apreciar a mesma vista que eu tanto admirava. Por um momento dei valor para as coisas a minha volta; A mesa de centro sobre o tapete persa; Aquela colossal estante de livros que era naturalmente iluminada pelo sol e que tomava conta de toda a parede; Flexionei os músculos até que pude enxergar o outro extremo do cômodo; O vinil e  duas poltronas simetricamente colocadas abaixo de um quadro de Picasso; O abajur ao lado de alguns papéis em cima da mesa de madeira. Todo o local parecia esvaziar o pulmão caótico e inspirar um ar imponente de vida. Nunca a minha imaginação havia sido capaz de ter a percepção de mundo como aquela, não com tamanha intensidade. -Si parte in America domani, riporre la vostra roba Me cortou do transe com a voz de timbre grave em um italiano perfeito. Não entendi os motivos do Don, porém, se era a decisão dele não devia ser, em nenhum momento, questionada, nem por um consiglieri. Meses depois eu estava nos Estados Unidos vendendo drogas, com uma família inteira no cemitério particular da Sicília e com até os últimos antepassados jurados de morte caso ousassem desrespeitar novamente a Omerta. A conclusão do pensamento e daquela pseudo viagem astral chegou quando Aimée Murdoch me procurou e mudou minha visão, ela havia me posto em um paradoxo incalculável com apenas duas palavras, e isto apenas aumentou quando as procuras ficaram mais frequentes. Como eu, apreciador da beleza como essência podia deixar com que aquele nível de pessoa se acabasse na mais cruel e saborosa passagem para o inferno?

Meus costumeiros devaneios foram cortados quando o garçom me ofereceu mais uma taça de vinho, neguei cordialmente. No mais sublimes dos gestos resolvi me aproximar da garota, com certeza ela não se lembraria de mim e muito menos do meu nome, o que era justo, porém, ela era a pessoa certa com quem meu psicológico estaria satisfeito em se ocupar por algumas horas. Procurei me esconder atrás de algumas pessoas externas ao grupo que ela se encontrava, caminhei em uma espécie de meio círculo até que me vi privilegiado e logo atrás dela, o momento era o ideal. Com uma taça de vinho caminhei firme com um sarcástico sorriso no rosto. -Você está realmente deslumbrante, muito melhor do que eu me lembrava. Disse junto ao ouvido dela, tentando me ocultar das demais pessoas ali. Posicionei-me de forma lateral a garota enquanto deixava o vinho que ainda restava na taça, percorrer livremente meu organismo.

Mickey
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Barbara Murdoch Bertrand em Qua 2 Jul - 22:24:19

But your blades don't hurt when you have no fear
You use your words as a weapon


A festa começava a ficar realmente agitada, como uma festa da alta sociedade deveria ser. Não conseguira pensar num presente mais único para a ocasião já que jóias e realeza eram uma combinação certa e Harry Winston era um presente irrecusável, mas mesmo assim tivera de reprimir uma careta quando vi quantas pessoas tiveram a mesma ideia do que a minha, não Harry Winston pelo que eu observara; Nem todos tinham este tino comparável ao meu, menos Aimée, cuja eu não perguntara qual seria o presente, mas é claro que tinha que ser quase como o meu... Traidora, me emburraria com isso mais tarde. Me assustei brevemente com um grito vindo de longe em nossa direção. — AIMÉEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! — Jesus! Arregalei os olhos procurando de onde vinha tamanho atentado quando meus orbes detectaram um fato um tanto quanto curioso: Edgar Morteri, com certeza eu ignoraria se ele não detivesse tão incomum acompanhante: Eden Von Helling. Mas o chocante mesmo era omodo como eles se portavam, e aquilo com certeza eram modos de casal. Minha boca se abriu por um instante num sorriso de incredulidade; Pensei em pegar o celular e passar o recado para secret, até me dar conta da proporção dessa mesquinharia. Além do mais, eu não seria a única a notar tamanha polêmica, fiquei imaginando se Emily Von Helling já sabia, e no quanto isso poderia ser uma surpresa; As vozes ao meu lado por um instante ficaram abafadas e distantes eu eu mal conseguira ouvir o que fora dito ou se alguém se dirigira á mim. — Acho que, bom, vamos ao que interessa não é? Barbie essa é a Angelinne, minha amiga louca. Angel, essa é a Barbara, minha irmã mais velha. Estão apresentadas oficialmente  — A voz de Aimée parecia soar normalmente agora, olhei para minha irmã e para a sua nova companhia morena que provavelmente seria a dona da voz gritante de alguns minutos atrás. — Me desculpe, o quê? É... Claro! Angel... Angelinne, claro! Ahm, prazer em conhecê-la, Aimée me falou bastante sobre você — Eu estava aérea tentando fazer com que não notassem a grande parcela da conversa que eu provavelmente perdera. — A propósito, não viu o Bruce por aí?  — Aimée perguntou para Angelinne. — E você tem notícias da Alice ou de Cherrie? — Agora se dirigia à mim e eu ainda parecia não prestar atenção suficiente, olhava para os lados conferindo os convidados da festa. Alguma parte de desagrados e a maioria de rostos que eu nunca vira ou não me lembrava. — [i]Não vi não, elas saíram antes de nós.[/i] — Olhei para os lados procurando uma bandeja e capturei uma taça de vinho que flutuava entre os convidados; virei um gole generoso rapidamente — Ah, retiro o que eu disse — Interrompi Aimée com a taça ainda na mão. — Olhe quem está chegando. — Apontei meu olhar para entrada onde vi Cherrie chegar. Cherrie era a irmã de Alice, mais um de nossas primas da frança, chegara na Kissing Party com os cabelos morenos e eu nem ao menos consegui reconhecê-la. Com Alice eu sempre dera bem, desde pequena tínhamos as mesma brincadeiras, mesmas aspirações, mas a irmã Cherrie era mais diferente do que nós podíamos lidar. Mas agora ela chegara em Nova York, e como Murdoch todas nós conviveríamos socialmente. Não fiz convite para Aimée pois sabia que ela me seguiria; com uma das mãos segurava as saias bufantes de meu vestido e com a outra, a taça de vinho. Minha expressão era visivelmente entediada, e frequentemente nas festas eu era vista acompanhada de algum tipo de bebida alcoólica entre meus dedos, a pose, as atenções e os holofotes de rainha por dois anos conseguiram fazer-me saturada de qualquer festa seja qual fosse o seu tema. Eu apenas ficava por aí, segurando uma taça esperando para que o circo pegasse fogo. E quando não pegava, eu ateava as chamas por minha conta. — Olá ovelha negra! Trouxe seu tonalizante na bolsa? vai que a raiz loira aparece. — Puxei-a para cumprimentá-la com um beijo na bochecha, reparando como a frase poderia ter soado ofensiva com a expressão de tédio que eu carregava em meu semblante. — Brincadeira. — Esforcei-me para por um sorriso nos lábios. — Onde está Alice? — Não precisaria esperar pela resposta quando vi minha outra prima na entrada acompanhada de alguém que eu não conseguira identificar. O conteúdo da taça se esvaziou, olhei em volta tentando encontrar mais um dos pingüins engravatados carregando uma bandeja, mas não conseguia encontrar. Voltei minha atenção novamente para minha prima e percebi uma outra companhia também morena ao seu lado. — Oh, olá... Você. Belo Prada. — Sorri para a morena com vestido de grife. — Sabe... Eu preciso pegar uma bebida. Já vou indo! —  Soprei um beijo e dei as costas carregando a saia do vestido, coloquei a taça nas mãos de um desconhecido por quem passei sem prestar atenção em qualquer protesto, ou se houve algum, sabiam quem eu era, como eu agia e sabia que reclamar adiantaria tanto quanto tentar apagar um incêndio com um conta-gotas.

Meu caminho foi cortado, e o rosto já era conhecido. — Vejo que não traz nenhuma bebida em mãos. Perímetro seguro. Você tá bem gata, não? — O garoto se dirigia á mim; era só o que me faltava. Depois do último banho que dera em Edgar o boato ridículo se espalhara pela cidade, a rainha maníaca que joga bebida nos inimigos; Na próxima atearia fogo no uísque.  Ele me olhou de cima a baixo descaradamente — Há certo tempo que não nos vemos...será que consegue se lembrar do meu lindo rostinho? — Agora eu me lembrava! Era o atrevido no qual eu jogara bebida na Kissing Party. O ex namorado de Emily Von Helling: Billie Ter... Ther... Thenar... Thenardier! Ou seria Bobby? Não, definitivamente era Billie. O garçom finalmente passou por nós e eu pesquei outra taça de vinho. Um gole rápido e olhei para o Thénardier com desdém, gesticulando com a taça o quanto pude. — Eu não teria tanta certeza... Billie — O nome dele saiu por entre meus dentes como um palavrão. — Não aprendeu nada com o último banho que eu te dei? Primeiro o champagne, você só pode estar querendo fazer um curso de bartender com as bebidas que eu despejo. O que quer de mim Thénardier? — Virei outro gole da bebida colocando a mão livre na cintura.



OUTFIT: Here  | WITH: Amy, Angel, Cher and Billie (Delesea) | NOTES: Feels like you want to do bartender classes.  |

Barbara Murdoch Bertrand
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Ugh! No.
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Izabella D. Jones em Qua 2 Jul - 22:31:15

Masquerade Party

A festa estava indo muito boa. Muitas pessoas chegavam o tempo todo, até que finalmente chegou as irmãs ''queens da elite daqui'' : a Aimée e a Barbara. E claro, irritantes como sempre. Como diabos a Wendy não vê a falsidade sem tamanho que são aquelas duas?
Revirando os olhos, voltei a atenção para a minha bebida. Porque não estava me entrosando com o pessoal? Ah é, eu não conhecia ninguém direito!
Fiquei observando o pessoal se entrosando, e desejando saber fazer aquilo igual, quando de repente eu vi duas garotas meio que me chamando para irem conversar com elas.    Finalmente, alguém lá em cima torce por mim e me quer ver  fazendo amizades com a galera descolada da cidade? –Candice?Dakota?Como vocês estão, meninas?Sou a Izabella, da aula de artes, se lembra de mim, Candice?  --Eu perguntei a garota loira.
Verdade, eu só conhecia as garotas de vista, de uma aula aqui, outra ali. Assim como a Rachel, que tinha acabado de chegar.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
Izabella D. Jones
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Rachel Horowitz-Berry em Qui 3 Jul - 2:05:05

Clinging to not getting sentimental, said she wasn't going but she went still, likes her gentlemen not no be gentle was it a Mecca Dobber or a betting pencil?
tags: Started all the naughty nights with niceness
notes: Aimée, Angelinne, Barbie, Cher & Bill.
outfit: here.
ϟ nic
Os minutos pareciam passar vagarosamente aquela noite, era como se nem o tempo quisesse que aquela festa tivesse um fim, e a cada tempo que passava mais pessoas adentravam ao grandioso salão do Palais, com seus trajes elegantes e máscaras deslumbrantes. Meus olhos rolavam de um lado ao outro em cada canto do salão, alguns dos presentes eram fáceis de se reconhecer, tal como Angelinne, outras eu simplesmente não sabia de quem se tratava. Optei por voltar minha atenção aqueles de quem realmente a merecia, Wendy. Em certos momentos eu desviava meu olhar e a encarava no momento em que a mesma era parabenizada. Quem não a conhecesse diria que a mesma estava radiante, deslumbada com tudo aquilo e extremamente agradecida pela presença de todos, porém, eu sabia que ela estava tão apreensiva quanto eu, sabia que ela estava odiando a perceptível falsidade de muitos ali.

Um garçom parou a minha frente, oferecendo-me uma bebida. Tomei uma  das taças da bandeja entre os dedos e beberiquei ao líquido, identificando-o de imediato. Champanhe. Meu olhar alcançou o de Wendy e involuntariamente um sorriso delicado se formou em meus lábios. Senti o toque da morena em minha mão direita e ouvi as suas palavras. Um lado meu hesitou, enquanto o outro concordou com a ideia da garota. Eu não poderia permanece ao lado de Wendy por toda a noite, mesmo que aquilo fosse o suficiente para mim, preferia a companhia de Wendy à de muitos ali. — Certo, se precisar de mim é só gritar, ou me ligar. — Depositei um beijo na lateral da face da menina antes de me afastar da mesma. Livrei-me da taça vazia com um garçom que caminhava por perto e com cuidadosos e serenos passos comecei a caminhar pelo salão em busca de qualquer conhecido que estivesse por ali.  

Não tardou até que eu avistasse a alguns amigos, todos aparentava entrosamento com seus respectivos pares e isto foi a razão necessária para que eu não me aproximasse, Como Emily. Eu senti uma imensa vontade de correr até a moçoila e receber o seu confortante e acolhedor abraço, mas a mesma parecia satisfeita com seu companheiro, um alguém que manteve-se incógnito ao meu ver. Mais alguns passos e meu olhar fixou-se em uma silhueta feminina bastante familiar, Eden. Estreitei aos olhos para tentar enxergar mais claramente, estaria ela aos beijos com Edgar ou era algo criado pela minha fértil imaginação? Notei que mais olhares curiosos fitavam a cena com expressões indecifráveis e tive a certeza de que realmente estava acontecendo. Contive-me para não atravessar o salão e ir ao encontro da garota, mas se o fizesse o que viria depois? Eu iria puxar Eden e leva-la de lá, enche-la de sermões e avisos sobre Edgar? Eu prezava muito da amizade daquela garota, eu a amava e se era aquilo que ela desejava eu tinha o dever de apoia-la, mas aquele não era o momento apropriado para demonstrar minhas parabenizações ao casal.

Avistei a Angelinne a alguns metros a minha direita, acompanhada de Aimée e Barbara Bertrand. Havia também uma garota, esta era uma desconhecida. Encarei por um segundo as garotas e sorri suavemente; "f a b u l o s a s" Pensei; ajeitei ao cabelo, segurei ao vestido para que minha caminhada fosse um pouco menos complicada e dirigi-me cautelosamente até as meninas. O olhar de Angelinne me alcançou antes mesmo que eu houvesse chegado perto dela. Mais uma pessoa juntou-se as meninas, este era um alguém que eu nunca esqueceria. Billie, o ex namorado de Emily. Disparei até Angelinne que me recebeu com um entusiasmado gritinho e um abraço tão apertado que me fez relaxar. — Sua louca, você está deslumbrante. — Sussurrei para a garota antes de beijar sua face e aperta-la num outro abraço. Aproveitei a proximidade que estava de Aimée e lancei-me delicadamente contra a mesma para um abraço e um carinhoso beijo. — Como sempre, incrível, Srta. Bertrand. Sorri extasiada para a loira estonteante e caminhei para o lado de Angelinne novamente. Cumprimentei aos demais com o familiar beijo na lateral da face, pareceu o suficiente no momento; não compartilhava de muita intimidade com Billie, Barbara nem com Cherrie, apresentada a mim como uma prima das Bertrand. Permaneci parada ao lado de Angelinne enquanto observava ao cenário festivo com um suave sorriso nos lábios rubros e tentando concentrar-me no local onde estava, minha mente vagava em assuntos completamente desvinculados aquela festa; mas precisamente, em um alguém de quem sentia falta e que não via a um certo tempo. Eckl.
We crave a different kind of buzz.
Rachel Horowitz-Berry
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The city that never sleeps.
I don't know, you dare find out?
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Eden Von Helling em Qui 3 Jul - 8:29:10



He loves me with every beat of his cocaine heart
E
ra inegável o reinado do constrangimento no momento em que Eden entregou a sua dádiva a Wendy. Talvez porque elas não se conheciam realmente ou, num mau cenário, porque a anfitriã já a vira com Edgar, um certo desconforto caiu sobre a situação como o mais compacto dos pesares. Não que ela tivesse desgostado a jóia de valor pecador, contudo havia uns certos elogios e abraços que transbordavam sensações puramente falsas. Foi então que, num ato completamente desprevenido, Edgar a presenteou com a mais calorosa das mordidas no pescoço. Eden estremeceu sensualmente e sorriu, até se recordar do foco de atenções que estavam a receber. Fitou Wendy com um olhar de perdão, afastando-se envergonhada de seguida. Um calafrio de irritação pelo Morteri desabrochou forte dentro de si.

Edgar simultaneamente a irritava como excitava e, quem sabe, talvez fosse essa junção improvável que a fazia amá-lo tão irracionalmente. Ele era a proteção que sempre desejava, os braços fortes para o seu corpo tão magro e frágil. Sabia que, embora ele fosse o consolo do presente, seria uma mágoa demasiado provável do futuro. Mas claro, a ridícula e sem noção Eden era incapaz de terminar tudo e arriscar magoá-lo. Era como se, de alguma forma, ela mesma gostasse de sofrer. Conhecia as consequências da sua imaturidade e ainda assim persistia, demonstrando mais uma vez que jamais aprenderia com os abundantes erros do pretérito.

O rapaz envolvia a sua cintura, num gesto algo territorial, conduzindo-a onde a sua vontade bem desejasse. Eden, por sua vez, deixava-se ser domada. Cruzou-lhe a mente o episódio da festa anterior: Petter. Sim, como ela se apaixonara tão perdidamente pelo menino que a socorrera quando mais ninguém o fizera. O amor carnal havia-lhe ocupado todo o evento anterior e, depois disso, jamais o vira ou entrara em contacto. A sua rotina de abandono era tão grande que nem chorara, pois sabia que Petter era demasiado bom para ela e, eventualmente, desapareceria. Por entre esse contexto surgira Edgar. Tão imperfeitamente tentador. Drogas, historial amoroso fatal, incompreensão. Ele, com todas as suas falhas, constituía o par perfeito para Eden.

Alcançaram o ponto mais isolado que conseguiram -ainda assim, demasiadamente visível para os ávidos alcoviteiros-, sentando-se num encosto de confortabilidade irreal. Mais do que cigarros, drogas ou bebida, ambos os corpos gritavam por amor. O desejo foi satisfeito quando, sempre com engenho irreparável, Edgar começou a afagar-lhe o pescoço com os lábios. Os cabelos louros, que caíam graciosamente no lado oposto, moviam-se a cada suspiro prazeroso da Von Helling. Uma das conhecidas e vigorosas mordidelas de Edgar foi impulsionada pelo mesmo, levando a parceira a repreendê-lo através do olhar segundos antes de ceder ao deleite.

Edengar era o beijo perfeito. O domínio, poder e experiência de Edgar complementavam-se com os carinhos e leveza de Eden, conjurando uma dança irresistível de sentidos. Todo o mundo em redor desaparece, deixando dois jovens extasiados a explorar-se mutuamente. Por isso, independentemente do veneno que as bocas alheias irradiavam sem cessar, uma indiferença despontava nas almas apaixonadas. Naqueles instantes de prazer só existiam duas pessoas no mundo: ele e ela.
feito por rufo | wearing this
Eden Von Helling
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Somewhere, somehow.
*-*
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Aimée Murdoch Bertrand em Qui 3 Jul - 11:39:58

Hide some aces up your sleeve
how many secrets can you keep?
clothes: here || with: Barbie, Angel, Derick, Rachel, Cherrie e Rosalie || Notes: stay away from those I care || 1371 words
Respirei aliviada quando percebi que Barbara estava alheia à conversa. Menos mal, não seria dessa vez que eu seria vítima de homicídio em plena festa. Entretanto, esse fato me deixou com uma pulga atrás da orelha. Se ela não estava prestando atenção em nós, onde estava a mente perigosa da minha irmã? Segui o olhar da loira enquanto ela se apresentava a Angel e encontrei algo que me fez estacar imediatamente. A expressão em meu rosto era pura surpresa, pois via nada menos do que Edgar junto a Eden Von Helling. Minha Eden. Seria imprudência negar que senti meu corpo esquentar imediatamente com a visão, minhas mãos se fecharam em punho, meus músculos davam impulsos de que queriam se adiantar a eles e tirar tão frágil criatura da proximidade ligeiramente perigosa daquela raposa traiçoeira. Tive que usar todo meu controle para nada fazer, usar toda força em mim para deixar que a água corresse de acordo com o que a correnteza desejava. Deveria haver um motivo plausível para essa aparição conjunta assim como houve um motivo para a minha aliança com o Morteri. Afinal, eu nada tenho a ver com a história existente entre Morteri e Von Helling’s, não mais, então tudo o que eu podia fazer era relaxar.

Se tinha uma coisa que eu estava tentando não fazer naquela noite era me meter em confusão, mas parecia que eu era uma ímã que atraí apenas isso. Era impossível que tivesse uma noite tranquila? Sim, impossível. Tranquilidade é uma palavra quase inexistente no vocabulário de uma Murdoch Bertrand. Quando senti a proximidade acompanhada da sonoridade da voz há muito não ouvida, todos os músculos do meu corpo se tensionaram, a respiração fora cortada e as lembranças de um passado distante tomaram minha mente por um curto período. Lembranças de anos atrás quando minha vida entrava em uma espécie de mudança drástica, o tédio dominava-me completamente, Eden, Emily e eu estávamos cansadas da monotonia e Alexia tinha acabado de se mudar, tudo levava para um rumo. Foi quando a droga me foi oferecida. Tragadas e mais tragadas, dias e dias a fio comendo quase nada e vivendo para o mundo paralelo da toxina. Não posso culpar apenas o indivíduo que me ofereceu a substância, mas parte da culpa era sim dele. Que pessoa com bom caráter envolve-se com esse tipo de comércio? Oferecer algo mortal para duas crianças de treze e quatorze anos que mal saíram das fraldas? — Você está realmente deslumbrante, muito melhor do que eu me lembrava. — Naquele momento eu queria ter uma faca na mão e cometer um homicídio. As palavras vindas dele era mais um insulto do que um elogio. Alimentei por aquela figura uma espécie de admiração enquanto era levada para o lado negro da diversão, mas, assim que consegui me livrar daquilo, tudo o que restou foi... Nada. Percebi que nem ódio eu conseguia sentir por ele. Tão nada que mal me lembrava seu nome. Vagarosamente eu voltava a ter o controle da minha respiração, relaxava o corpo e me virava para a voz vinda de trás. A tensão e a vontade repentina de matar fora apenas pela estupefação do momento, a nostalgia do erro uma vez cometido e nunca mais repetido. Havia passado mais de dois anos desde a última tragada e isso era um orgulho para mim. O olhar lançado à figura alta e bem vestida era carregado de prepotência, claro. Analisei as vestimentas do jovem – agora universitário, supus – percebendo que ele ainda tinha decência ao se vestir. — Pena que não posso dizer o mesmo, me lembro pouco de ti naquela época onde me via mais alheia do mundo do que dentro dele. — Lancei, esnobe, crendo que ele estava ciente que sua presença pouco se diferenciava, por mais que ele fosse alguém charmoso para as jovens. O nome do rapaz em minha memória estava coberto por uma camada fina de neblina, provavelmente até o fim da festa, se me esforçasse bastante, lembraria. — Não sabia que conhecia a anfitriã. Enfim, se veio a negócios acho que seu sensor de bons “pontos” está estragado. — Dei de ombros, desviando o olhar para o grupo e percebendo que Barbie havia escapado para encontrar alguém. Sorte que seu vestido era uma luz em meio aos outros, não a perderia de vista facilmente. Alguma coisa me dizia que eu deveria me manter próxima de Barbie, meu sentido não costumava falhar, por isso mantê-la em meu campo de visão era primordial para o bom aproveitamento da festa na suposta tranquilidade. Enquanto minha irmã se ausentava, Rachel se aproximava para se juntar a nós. Percebi, então, que sabia porque meu alarme estava ligado. Aquele moço conseguiu me desviar uma vez, eu não poderia permitir que ele se aproximasse novamente, principalmente dos meus amigos, e fizesse a mesma coisa. Voltei minha atenção para o jovem, agora com a expressão séria e ameaçadora, me aproximando dele ao mesmo tempo que mantinha uma distância segura. — Só digo uma coisa: não ouse se aproximar de qualquer pessoa que faça parte do meu ciclo, entendido? Já não basta o que fez comigo, não deixarei que faça com quem me importa também. Agora, se me der licença... — Antes que ele respondesse, me virei de costas e captei o abraço de Rachel, apertando o corpo da morena contra o meu com afeto, beijando o lado de sua face. — Digo o mesmo, está digna de glamour, Srta. Berry. — Disse enquanto ainda estávamos abraçadas, logo o contato sendo desfeito. Rachel e eu tínhamos algo em comum que nos mantínhamos próximas: a necessidade de cuidar de que amávamos. Pensando nisso, eu tinha que ir ver Cherrie. Perdia o amigo, mas não perdia a piada, tinha que caçoar dela naquele vestido. — Agora que está em boas mãos, Angel, me dê um instante que já volto. Aliás, se ver Bruce por aí me dê um toque. Até daqui a pouco, ladies. — Joguei beijo para elas, me afastando. Pesquei meu celular e conferi: nenhuma chamada ou mensagem de James. Ainda. Eu já sabia que ele não viria, mas ainda assim teimava em ter alguma esperança de vê-lo entrar pelo salão todo lindo com o smoking que pedi para Cherrie escolher para ele.

Quando me aproximei de Cherrie, Barbara já não mais estava lá. Minha prima estava linda, aquele vestido abraçava bem suas curvas e a deixava muito mais bonita do que já era. Eu só não me acostumava com aquele cabelo escuro. Cherrie era mais próxima de mim do que das minhas irmãs por fatos lógicos: combinávamos em quase tudo. Ela era por nós intitulada de “Ovelha Negra” simplesmente por decidir tirar o ouro do cabelo por pura rebeldia, mas pra mim ela continuava sendo a mesma. Absolutamente que, durante um tempo depois da volta dela da Rússia, nos separamos e quase nos tratávamos como estranhas. Entretanto, de um tempo para cá, voltamos a ter novamente o mesmo afeto de quando crianças. As duas Murdoch rebeldes, às vezes éramos citadas assim na família. — Deuses, que gata! Vem sempre por aqui? — Cantada de pedreiro seguida por uma risada que confirmava a brincadeira. Abracei Cherrie com cuidado para não amassar o vestido dela, evitando beija-la no rosto pois poderia marcar a porcelana com o vermelho. Ao recuar, analisei-a com cuidado, o olhar falsamente crítico. — Se bem que você ta bem parecida com um daqueles bolos de festa cheio de camadas... — Mordi o lábio após dizer isto, segurando o riso e percebendo a figura ao lado de minha prima. A companhia de Cherrie estava tão linda quanto, mas eu não a conhecia. Sorri cordialmente para a moça morena, ignorando minha prima por um instante. — Essa aí não deve ter falado de mim ainda. Sou Aimée. — Me apresentei. Normalmente eu não era gentil com desconhecidos, mas se a moça estava com Cherrie então eu seria educada. Vagueei meus orbes pela festa uma vez mais, percebendo a quantidade significativa de wannabe que ali tinha. Incluindo alguém insignificante de cabelos castanho-claro que estava tão mal vestida que deveria ser um insulto estar lá. Por mais que fosse uma desconhecida o mau gosto dificilmente passava despercebido por mim. Suspirei, ajeitando um dos fios que pendiam do coque, voltando meu olhar para as morenas. — Então, quantos estão entediados e gostariam de uma dança?
Aimée Murdoch Bertrand
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Billie C. Thénardier em Qui 3 Jul - 12:11:06


Breakfast at Tiffany's

Um título? “Bonequinha de Luxo”. Um filme bastante conhecido, famoso, congratulado. Estrelado pela formosa Audrey Hepburn. Mas, que combinava perfeitamente com Barbara Bertrand. Seu olhar de asco e repugnância, como se o garoto a sua frente fosse um bicho descarnado e de aparência pútrida. Em seu modo B. B. de ser, Billie se sentia excentricamente atraído, de forma que não pôde evitar que um sorriso indecente e malicioso que surgiu em seu semblante teatral.

-O que eu quero de você? Bom, nada demais, creio eu. – Levou o corpo de vidro de sua taça até os lábios e bebericou de sua bebida, que desceu levemente por sua garganta. – Se bem que não reclamaria se resolvesse me apresentar aos prazeres carnais de uma Bertrand....Principalmente a mais, digamos, intrigante das irmãs excepcionalmente dotadas de luxo, beleza, glamour e todas essas características essenciais para uma boa popularidade. – Sorriu. Umedeceu os lábios. – O que me diz? – Diz deixando à mostra todos os seus dentes perfeitamente  esbranquiçados e alinhados.

Ergueu seu braço coberto pelo tecido fino e direcionou sua mão esquerda até a face da moça. Sua pele uniforme e jovem, levemente aquecida. Acariciou a maçã do rosto de Barbara com o polegar, apenas esperando a loira expulsá-lo de perto.

Não conseguiu identificar as verdadeiras emoções que surgiam no rosto da garota, mas sugeriam ira. Típico. Era verdadeiramente um clichê ser tão seletiva . Se fazia de difícil, o que particularmente fazia com que Bill a admirasse de um modo estranho e bastante diferente. Seria para ele como um desafio, praticamente invencível, mas ainda um obstáculo.

-Acredito que deveria arriscar. – Assumiu um tom descontraído. Um garçom passou por ali, segundos após. Uma bandeja de prata era trazida em sua mão, equilibrada pela ponta de seus dedos. Taças de champagne reluziam à luminosidade excessiva. Bill ergueu sua mão, fazendo com que o homem parasse, estendendo a bandeja com as taças de cristal em sua direção. O rapaz assentiu e recolheu duas dos taças finas. O garçom se afastou. - Correrei o risco de danificar a minha roupa fina e elegante, mas aqui está, Barbara Bertrand. – Bill pegou uma das bebidas para si e ofereceu a outra à Barbie, que a  aceitou. – Um brinde? – Sorriu movendo a taça em círculos. – À Bonequinha de Luxo. – Tocou uma das extremidades de sua taça à de Barbie e sorriu novamente.

Levou a borda da taça até os lábios e bebeu uma grande parcela do conteúdo, ainda olhando para a garota loira.



Billie C. Thénardier
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Em um canto.
Te querendo. :3
ESPS

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Re: Salão Indoor

Mensagem por Candice R. Ferguson em Qui 3 Jul - 13:02:15

Candy
NY
Birthday
Acompanhada
da Iza
E Dakota
But you make me wanna act like a girl Paint my nails and wear high heels Yes, you make me so nervous And I just can’t hold your hand You make me glow, but I cover up Won’t let it show, so I’m Puttin’ my defences up 'Cause I don’t wanna fall in love If I ever did that I think I’d have a heart attack You make me glow, but I cover up Won’t let it show
------------------------ Party!
❀ ❀ ❀

A conversa com Dakota seguia um rumo dinâmico, Candice contava o que lhe vinha à cabeça naquele momento e relatava da forma mais calma possível, enquanto na destra levava sempre consigo uma taça de champanhe, afinal, o que seria de uma boa festa sem excelentes bebidas? Candy sentia certo fervor no peito, olhava para os lados enquanto ouvia atentamente tudo o que Dakota dizia, naquele momento já havia perdido Bart e Beatrice do seu campo de visão, o que não era um fato a mais para ser comemorado. Após ingerir um pouco mais do liquido alcoólico que desceu queimando sua garganta, a universitária apóia o cotovelo sobre uma mesa que estava a poucos centímetros de distância dela.  Leva seus olhos novamente em Dakota, que continuava a conversar com Candy, uma conversa normal, de amigas. Por um breve momento viu uma feição conhecida, semicerrou os olhos no intuito de lembrar-se da onde a reconhecia, vagarosamente pode recordar-se daquela estatura media com madeixas em um marrom claro e olhos tão meigos quanto mel. Sorriu e levantou uma das mãos, chamando Izabella. – Dakota. Olha quem está vindo. – Sorriu para a morena que logo se virou. Candice esperou que Izabella se aproximasse. A mesma logo fez e já explicou que tiveram sido parceiras em constantes aulas de artes, o que era um fator verdadeiro. Candy sorriu, não acreditando que a garota estava a usar tanta formalidade. – Iza, claro que lembro.– Rodeou seus braços ao redor da garota em um afetuoso abraço, enquanto sua voz soava gradativamente. – Como está? Se eu tivesse te visto antes eu teria ido falar com você. – Piscou de maneira amigável, observando Dakota cumprimentar a garota com outro abraço. Naquele momento pode encontrar Beatrice sentada em uma mesa e logo a sua frente Bart, parecia estar tudo certo, voltou a olhar as garotas que agora lhe acompanhavam, virou-se para a pequena mesa com diversificadas bebidas mostras a todos, pegando uma taça e estendendo para Izabella que logo a segurou. – Um brinde por esse encontro. – Riu serenamente, encostando parte de sua taça na de suas amigas. Aproximou a taça de seus lábios e a bebeu de forma lenta, para que não obter algum tipo de tosse que era seguida por outras após um engasgo com o liquido, principalmente aquele que continha álcool.

Franziu o rosto ao ver uma mão que reconheceria a metros de distancia, desceu os lírios e viu que Beatrice a chamava, assentiu e olhou para Dakota e Izabella que pareciam estarem se divertindo. – Meninas, vou ali e já volto, arrasem que a noite é uma criança. – Em mais outra piscadela traquina, Candice se afastou, deixando sua taça em uma mesa onde dois jovens já se atracavam em beijos. – O que foi? – Arqueou uma sobrancelha ao ver como as mãos de Beatrice apertavam com vigor a mesa, como se quisesse cometer algum crime. – ele ta bêbado?! Que péssima noticia. – Deu três passos para trás, vendo Bea ajudá-lo a levantar, os seguindo para a área externa.
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Wendy M. S. Freibövich em Qui 3 Jul - 16:34:04


The birthday f*cking party!

Eu senti aquela estranha falta de ar de novo, pisquei algumas vezes, foi quado uma voz preencheu minha cabeça, girei a cabeça exibindo um surto sorriso ao dono dela, minhas vistas ão estavam turvas, melhor assim, vi Bruce se aproximar e me ergui pra abraçá-lo, eu estava a semanas para falar com ele, aquela festa não era bem o lugar que eu queria ter uma conversa com ele, mas era um bom começo. — Eu estava tomando um ar, fugindo das parabenizações super falsas Batman. — O soltei olhando nos olhos, alguns chamavam Bruce de Batman, por seu nome se assimilar ao personagem da DC, ponderei com a cabeça pros dois lado lembrando das palavras de Marco a algumas semanas, eu deveria ter ligado para Bruce antes, mas eram tantas e tantas coisas para a festa que eu esqueci o mais importante, os amigos. — Estou indo pra Vegas em dois dias para uma leitura de um testamento, quando eu voltar nós vamos conversar sobre seus exames atuais, Marco me contou que está doente, Bruce ... Vamos, depois falamos sobre isso. — Puxei-o pela mão, aquele lugar não era a melhor hora pra isso, precisávamos voltar pro salão, já estava quase na hora da valsa da meia noite e eu precisava achar Marco, ele havia me falado por semanas que pelo fato de eu ser uma encalhada ele dançaria comigo, a cara de pau desse sujeito não queima? A música tocava ao fundo quado eu e Bruce voltamos pro salão, abracei-o tendo que ficar na ponta do pé, por mais que eu fosse alta ele ainda era maior. — Vamos conversar em breve ok? — Terminei dando um beijo na bochecha do rapaz e me misturando as pessoas, eu precisava achar Rachel ou alguma cara em que eu cofiasse.

As pessoas com o tempo pararam de se importar se eu era ou não a aniversariante, eu andava entre elas e as mesmas me olhavam estranhamente, foi quando esbarrei em uma moça loira, sorri de canto ao ver que era Aimée, dessa vez melhor acompanhada, mesmo sozinha, do que na última vez que a vi, no aniversário de Dominique. — Oh, obrigada Aimée, é muito lindo, desculpe não ficar mais e conversar com você, estou procurando meu irmão. — Segurei em mãos o presente dela, tão lindo quanto todos os outros que eu já havia ganhado, imensamente clichê, as pessoas de NY poderiam ser um pouquinho mais criativas. O zumbido em meu ouvido esquerdo estava me deixando louca, eu puxava o ar para meus pulmões e era a mesma coisa de quase nada, tentava olhar entre as pessoas a procura do resto de Marco, sem sucesso, nos poucos instantes que me distraí com o chão que eu mal via eu esbarrei em algumas pessoas, quando ergui o meu olhar eu não poderia ter tido maior azar. — Me des... Affe, você. — Expirei deixando o pouco ar que detinha em mim escapar ao fitar Edgar e Eden, ela tinha acabado de voltar da reabilitação e olha com quem já estava andando, onde Emily estava para colocar juízo na cabeça da irmã dela? aiai. — Não sabia que as Von Helling estavam praticando caridade agora, primeiro a sua irmã com aquele estranho ser, vulgo Edward Vane, Emi está baixando o nível e agora você com a putinha de NY, pois convenhamos o que o Edgar tinha de VIP a cidade toda já conferiu, mas passar bem a ambos e ... — Comecei a tossir antes do fim da frase, levei a mão aos lábios, mais sangue e aquela falta de ar, alguns olhares se colocaram em mim quando gotículas de sangue tocaram meu vestido e algumas na minha luva da mãos direita, a que eu levara aos lábios. — Até. — Completei dando as costas a ambos.

Os meus passos ainda estavam distantes de Marco mas uma silhueta me chamou a atenção, toquei o ombro de Barbara Bertand, meu rosto estava pálido e eu puxava a maior quantidade de ar que eu conseguia, sorri de canto quando ela me olhou um pouco assustada por eu ter surgido do nada. — Vocês viram o meu irmão Marco? Está quase na hora da valsa. — Eu tirava as luvas das mãos tentando disfarçar ao máximo a luxa da direita suja de sangue, esperava que meus lábios também não estivessem sujos, mas o gosto férreo ainda estava em minha boca, enrolei as luvas na caixa que Aimé tinha me dado e entreguei ao meu ajudante com presentes que passava, possivelmente a minha procura. — Vamos lá pessoas, vamos arrumar os pares e se preparem pra valsa. — Sorri falsamente de lado dando as costa a Barbara e todos que a cercavam, Billie, Rachel, Angelinne, Aimée, entre outros, não os olhei direito, precisava do meu irmão.



Vestido & Máscara
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Re: Salão Indoor

Mensagem por Cedric Canfield Bellator em Qui 3 Jul - 17:26:14



EU QUERO UM

LUGAR AO SOL

SURVIVOR WITH PENDULUM HIPS






Algo estranho estava acontecendo, tudo estava em preto e branco, tudo menos a chuva que possuía um tom avermelhado como se fosse sangue. Cedric se encontrava correndo em um beco, completamente desesperado, aparentemente sem motivo algum. Seu corpo parecia cansado, ofegante e olhar para trás com uma expressão de quem estava terrivelmente assustado era inevitável. Por alguns instantes os pés de Cedric se embaralhavam fazendo com que o jovem desabasse ao chão aonde se encontrava uma grande quantidade de água acumulada, não uma água comum e sim a mesma água da chuva. O garoto olhava para suas mãos com uma face completamente assustada e percebia que além da cor de sangue aquela água também possuía cheiro de sangue, mas afinal, o que estava acontecendo? Não era tempo de pensar, o barulho de passos fazia a tensão em todo aquele cenário aumentar, do que Cedric estava correndo? Ou melhor, de quem Cedric estava correndo? Não deu tempo de enxergar, foi questões de milésimos até a visão do garoto ficar completamente escura, o que aconteceria agora?

A visão do garoto aos poucos foi clareando, Cedric estava se despertando de uma longa noite de sono. Mas o que causaria um sonho tão estranho? Talvez suas decepções amorosas ou o fato de ter muito stress no seu dia a dia? Quem sabe? O garoto só queria saber de acordar e se preparar para a festa que estava por vim. Aparentemente teria uma festa nobre aonde ele foi convidado, o jovem nem ao menos conhecia a aniversariante, mas como tinha alguns amigos e uma linda acompanhante ele estaria lá. Aos poucos a visão do garoto que estava curva começaria a ficar em seu estado normal, sua visão voltava por completo e o mesmo se levantava de sua cama se dirigia até o banheiro para começar a sua higiene matinal e assim começava o dia do rapaz.

O tempo se passava, Cedric já havia almoçado, assistido televisão e feito o que uma pessoa normal faria, já estava na hora de se arrumar para festa, mas isso tinha que esperar, pois o mesmo tinha algo mais importante para fazer, isso é; enrolar o seu cigarro de maconha, conhecido popularmente como “baseado”. De seu guarda-roupa o mesmo retirava um pote aonde guardava a erva e pegando um pedaço de ceda especifico para o uso da maconha o mesmo começava a enrola o cigarro... O “beck” estava perfeito só faltava acende-lo, mas o garoto deixava o mesmo em cima de seu armário para poder fumar depois.

Estava na hora de escolher a suas roupas, droga, Cedric não era o melhor exemplo a ser seguido nesse assunto, mas nessa festa ele tinha que dar o melhor de se, afinal, ele estava acompanhado de uma das garotas mais lindas da festa. Sua primeira opção foi uma jaqueta, mas lembraria que a festa exigia um padrão diferente do que ele costumava se vestir, então sua segunda opção e definitiva era algo mais refinado, um smoking podemos dizer, sapatos, camisa social gravata e etc. Um ajusto no cabelo aqui e outro ali e o garoto já estava pronto, mas não podemos esquecer do perfume, um cavaleiro que se prese sempre usa um para agradar quem provavelmente iria se aproximar. Seus passos lentos caminhavam até a saída do seu quarto, o rapaz pegava tudo que era necessário, chave do carro, de casa e até mesmo o seu cigarro de maconha que era colocado em bolsos separados de suas chaves para não amassa-lo.

Após a saída de sua residência, Cedric pegava seu carro e se dirigia em direção da festa, que não demorava muito para chegar. O mesmo descia de seu carro e entregava a chave para o manobrista.

— Cuidado com o meu amiguinho... — Dizia Cedric demostrando certo apego ao seu carro, ao subir o elevador parando no andar aonde possivelmente estaria acontecendo a festa, Cedric de cara se encontrava com Angelinne, a sua acompanhante que se encontrava completamente linda, mas carregando um caixote em suas mãos, a garota dizia algumas palavras e logo saia apressada. Tudo estava muito confuso para Cedric que após esperar decidia ir até bar pegar uma bebida.

— Amigo, poderia me servir um copo de Whisky? Com gelo por favor! — Tais palavras eram dirigidas ao barman que não demorava para atender o seu pedido, Cedric já havia perdido muito seu tempo esperando Angelinne, talvez estava na hora de procura-la e era isso que o rapaz fazia ao sair de sua localização atual e começar a perambular pela festa até encontra-la conversando com algumas amigas.

— Boa noite, gente... — Dizia Cumprimentando as pessoas ao redor logo olhando Angelinne. — Será que eu poderia ter uma dança com Senhorita? — Interrogava dirigindo suas palavras para Angelinne estendendo a mão para mesma.

Roupas.
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Cedric Canfield Bellator
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Aonde há fumaça
Brisado é humor?

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Re: Salão Indoor

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